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O namorado do meu filho – Como reagir?

Categoria: Outros
O namorado do meu filho – Como reagir?

Criamos os nossos filhos à nossa imagem e muitos de nós cria a expectativa de vê-los concretizar os sonhos que nós nunca conseguimos concretizar. Não nos apercebemos que os nossos filhos têm os seus próprios sonhos e objectivos.

Os filhos não são como nós e partindo do princípio que as gerações são diferentes, os sonhos são diferentes, as amizades são diferentes e principalmente, as relações com os namorados são muito diferentes.

A expressão bem conhecida do “na minha altura é que era” é intemporal. Afinal, os nossos pais diziam-nos exactamente o mesmo.

As relações amorosas dos nossos filhos são diferentes das nossas e principalmente, com pessoas diferentes daquelas que escolhemos há uns anos atrás.

É do conhecimento geral que a homossexualidade existe desde sempre e muito se consta que muitos dos homens mais conhecidos do mundo eram gays. Podemos encarar a homossexualidade dos outros como uma coisa perfeitamente normal nas nossas vidas e relacionamo-nos com todas as pessoas de forma correcta e naturalmente sem qualquer tipo de preconceitos. A única importância é a essência de cada um e a sua orientação sexual é o que menos nos importa.

Somos já muitos a pensar desta forma, e a aceitação está cada vez mais instalada. No entanto e apesar de toda a permissividade perante as escolhas dos outros, quando a homossexualidade nos bate à porta, a coisa pode mudar de figura.

Muitos são os pais que se deparam com a sensação de impotência e de desorientação perante o cenário de ver um filho relacionar-se com alguém do mesmo sexo. Mas afinal, como reagir perante isto?

A resposta é bastante simples. Como reagiria se o seu filho levasse a sua casa a namorada? Reagiria com naturalidade na expectativa de quem tinha ganho o coração do seu filho, certo? Então é exactamente assim que deverá reagir.

Conhecer o namorado do seu filho e recebê-lo em sua casa, será uma coisa perfeitamente normal. Conviver e fazer dele, também parte da sua vida é o que fará o seu filho mais feliz.

Todos, enquanto pessoas que aceitam a orientação dos outros, sentimo-nos perdidos com a orientação dos nossos filhos, quando estes se deparam com a sua própria homossexualidade. Ninguém leva de bom animo esta situação, não que se tenha preconceitos, mas porque sabemos que dói.

A sociedade vai julgar sempre os nossos filhos e mesmo que daqui por uns anos a homossexualidade deles suscite menos danos à susceptibilidade dos outros, há sempre alguém que não aceita. A nossa dor não é, naturalmente pela sua escolha, pois essa vai faze-los felizes, mas sim por aquilo que a sociedade pode fazer com eles.

Não seja mais um ao não aceitar o namorado do seu filho na sua vida. É o companheiro que ele escolheu, pelo que deve aceitá-lo de imediato.


Carla Horta

Título: O namorado do meu filho – Como reagir?

Autor: Carla Horta (todos os textos)

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Os descendentes de Eça

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Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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