Bem vindo à Rua Direita!
Eu sou a Sophia, a assistente virtual da Rua Direita.
Em que posso ser-lhe útil?

Email

Questão

a carregar
Textos | Produtos                                                    
|
Top 30 | Categorias

Email

Password


Esqueceu a sua password?
Início > Textos > Categoria > Outros > Como ultrapassar a Timidez

Como ultrapassar a Timidez

Categoria: Outros
Visitas: 2
Como ultrapassar a Timidez

Você se considera tímido?

Se sua resposta for sim, não se desespere, pois você está entre os 75% da humanidade, conforme pesquisas de comportamento social.

Embora o excesso de timidez possa causar complicações psicológicas, não se configura numa doença. Os desconfortos são apenas no relacionamento social, pois se trata de dificuldades na comunicação. Sob esse ponto de vista, a timidez é encarada com mais naturalidade o que contribui para a correção do comportamento. O problema aparece a partir de relações familiares difíceis, que não colaboram para a vivência em sociedade, deixando lacunas importantes no processo de aprendizagem

O medo é o sentimento comum de todo o vivente. O que difere é o modo de encará-lo. A timidez busca preservar do ridículo, pois advém do medo do julgamento que outras pessoas possam fazer de nós. Decorre de uma ansiedade consolidada a partir de conceitos pré-formulados e infundados.É preciso enfrentar esta ansiedade, substituindo idéias adquiridas na nossa infância, por novos conceitos.

A transformação inicia com a compreensão de que todas as pessoas são diferentes,física, mental e espiritualmente. Diferenças que tornam cada pessoa única, não melhor ou pior. Não existe padrão a ser seguido, então, comece aceitando suas diferenças. Procure evitar a sensação do julgamento, repelindo a pergunta que repercute em todo tímido: “que pensarão de mim?” Esta preocupação dita o comportamento ao se estabelecer um contato, enfrentar um público ou tomar uma decisão, mas é pura imaginação. E, por ser fantasia, está incrustada em nossa mente, difícil de sair. È nossa realidade.

Albert Einstein proclamava que a imaginação tem mais poder que o raciocínio, parecendo mais real do que o real. A auto-sugestão parte deste princípio, sendo capaz de modificar atitudes. São exercícios mentais que devem ser praticados em três a quatro sessões diárias, para trocar conceitos negativos por positivos, até convertê-los numa nova crença.

Pesquise e repita frases que afastem seus temores e possam deixá-lo seguro e tranqüilo. O psicólogo é o profissional para auxiliá-lo a construir formulações e você também poderá criá-las, registrando-as por escrito, para acompanhar o desenvolvimento. Com muito trabalho e persistência é possível superar a timidez. Enquanto isso não ocorre, comporte-se naturalmente, sem tentar mostrar-se extrovertido. Os juízos que fizerem sobre você jamais serão respaldos na sua timidez, pois a opinião das pessoas apóia-se em valores, e timidez é questão de atitude.

Empenhe-se para ultrapassar a timidez, mas não deixe de ser você.


Hediene

Título: Como ultrapassar a Timidez

Autor: Hediene Hediene (todos os textos)

Visitas: 2

662 

Imagem por: [email protected]

Comentários - Como ultrapassar a Timidez

voltar ao texto
  • Avatar *     (clique para seleccionar)


  • Nome *

  • Email

    opcional - receberá notificações

  • Mensagem *

  • Os campos com * são obrigatórios


  • Notifique-me de comentários neste texto por email.

  • Notifique-me de respostas ao meu comentário por email.

Os descendentes de Eça

Ler próximo texto...

Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

Pesquisar mais textos:

Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

Imagem por: [email protected]

Alerta

Tipo alerta:

Mensagem

Conte-nos porque marcou o texto. Essa informação não será publicada.

Pesquisar mais textos:

Deixe o seu comentário

  • Nome *

  • email

    opcional - receberá notificações

  • mensagem *

  • Os campos com * são obrigatórios