Bem vindo à Rua Direita!
Eu sou a Sophia, a assistente virtual da Rua Direita.
Em que posso ser-lhe útil?

Email

Questão

a carregar
Textos | Produtos                                                    
|
Top 30 | Categorias

Email

Password


Esqueceu a sua password?
Início > Textos > Categoria > Instrumentos Musicais > O Didgeridoo, o instrumento da moda

O Didgeridoo, o instrumento da moda

Visitas: 32
Comentários: 5
O Didgeridoo, o instrumento da moda

O Didgeridoo é um instrumento de sopro dos Aborígenes australianos. O seu som é provocado pela vibração do ar. É tocado ao estilo do trompete, encostando os lábios a uma das extremidades. A sua principal característica é o som grave e ressonante que emite.

Segundo alguns historiadores, é o instrumento musical mais antigo do mundo, estimando-se que exista há aproximadamente 40.000 anos, devido a algumas pinturas rupestres encontradas na Austrália.

O Didgeridoo é um tubo oco, escavado por térmitas, sem nenhum orifício para além das duas extremidades, com um bocal de cera de abelha e decorado com pinturas tradicionais. Tem forma cilíndrica ou cónica e o comprimento entre 1 a 2 metros.

Podem ser feitos de vários materiais, como o eucalipto, o bambu, e também de PVC, vidro, plástico, papelão ou couro.

Existem muitas lendas em relação à sua origem. Uma delas leva-nos ao tempo em que ainda não havia luz nem música no mundo. Um grupo de aborígenes apreciava uma fogueira, quando um deles reparou que um pedaço de madeira em chamas, estavam saindo pequenas térmitas.
Rapidamente tirou aquele pedaço de madeira da fogueira e, vendo que era oco, apontou-o para o céu e soprou para salvar as térmitas daquela aflição. Desse sopro saiu o som do Didgeridoo e as térmitas voaram até ao céu, tornando-se em estrelas, que trouxeram a luz ao mundo.

O som que cada instrumento emite depende do tipo de material de que é feito, do grau de secura desse material, do seu comprimento da espessura da parede, do diâmetro da sua cavidade, e da maneira como é tocado.

O Didgeridoo permite fazer música de uma maneira diferente e altamente relaxante. Para o tocar nem sequer é necessário saber música. Basta ir experimentando e criando. Pode-se explorar toda a imensidão de sons que o Digeridoo permite, através de sopros de diferentes intensidades, de sons com a voz e de movimentos com a língua. Por essa razão o Digeridoo é também chamado de instrumento intuitivo.

Este é um instrumento que está cada vez mais difundido pela Europa e pela América do Norte, estando cada vez mais na moda.

A técnica da Respiração Circular, que consiste em encher as bochechas de ar e vaza-lo enquanto se inspira pelo nariz, permite tocar o instrumento por prolongados períodos de tempo, sem interrupção do som. Com ela, a pessoa que toca pode emitir sons contínuos por vários minutos.

Descobriu-se também que aprender e praticar o Didgeridoo ajuda a reduzir o ronco e a apneia do sono e promove uma agradável e poderosa meditação.

O Didgeridoo pode ser tocado sozinho, ou pode acompanhar outros instrumentos, dando uma composição muitas vezes surpreendente.



Catarina Bandeira

Título: O Didgeridoo, o instrumento da moda

Autor: Catarina Bandeira (todos os textos)

Visitas: 32

787 

Deixe o seu comentárioDeixe o seu comentário

Comentários     ( 5 )    recentes

  • SophiaSophia

    06-05-2014 às 21:54:15

    Nunca ouvi falar deste instrumento por nome de didgeridoo, mas parece ser bem interessante. O mais legal de tudo são as variações de sons que esses instrumentos nos proporcionam. É genial!
    Cumprimentos,
    Sophia

    ¬ Responder
  • moisés pereira júniormoisés pereira júnior

    01-06-2010 às 02:06:09

    Olá Catarina, gostei muito do seu texto e gostaria de ter o email do Rodrigo - que toca e faz didgeridoo - pois tenho interesse em trabalhar com ronco e apnéia. Aguardo retorno e
    sucesso. Moisés.

    ¬ Responder
  • Vera Azinheirocarolina parreira

    29-06-2009 às 18:34:22

    para quem é amante do Didgeridoo ou simplesmente curioso, no dia 17 de julho, na Fábrica do Braço de Prata, irá ser um dia dedicado a este instrumento. workshops, concerto e o maior ronco produzido por didgeridoos todos juntos. Apareçam!

    ¬ Responder
  • rodrigorodrigo

    03-06-2009 às 06:42:03

    oi catarina
    gostei do seu texto...
    toco e faço didgeridoos
    qq coisa ta ae meu e-mail

    bju!

    ¬ Responder
  • Ricardo j souzaRicardo j souza

    25-04-2009 às 21:39:45

    Ola gostei muito desta matéria e agradeço desde ja pela oportunidade e pela apresentação deste instrumento. Poderia me mandar mais conhecimentos entre para meu endereço? Desde ja muito contente por participar com vcs ´´ ruadireita´
    muito obrigado

    ¬ Responder

Comentários - O Didgeridoo, o instrumento da moda

voltar ao texto
  • Avatar *     (clique para seleccionar)


  • Nome *

  • Email

    opcional - receberá notificações

  • Mensagem *

  • Os campos com * são obrigatórios


  • Notifique-me de comentários neste texto por email.

  • Notifique-me de respostas ao meu comentário por email.

A história da fotografia

Ler próximo texto...

Tema: Fotografia
A história da fotografia\"Rua
A história e princípios básicos da fotografia e da câmara fotográfica remontam à Grécia Antiga, quando Aristóteles verificou que os raios de luz solar e com o uso de substâncias químicas, ao atravessarem um pequeno orifício, projetavam na parede de um quarto escuro a imagem do exterior. Este método recebeu o nome de câmara escura.

A primeira fotografia reconhecida foi uma imagem produzida em 1826 por Niepce. Esta fotografia foi feita com uma câmara e assente numa placa de estanho coberta com um derivado de petróleo, tendo estado exposta à luz solar por oito horas, esta encontra-se ainda hoje preservada.

Niepce e Louis –Jacques Mandé Daguerre inciaram em 1829 as suas pesquisas, sendo que dez anos depois foi oficializado o processo fotográfico o nome de daguerreótipo. Este processo consistia na utilização de duas placas, uma dourada e outra prateada, que uma vez expostas a vapores de iodo, formando uma pelicula de iodeto de prata sobre a mesma, ai era a luz que entrava na camara escura e o calor gerado pela luz que gravava a imagem/fotografia na placa, sendo usado vapor de mercúrio para fazer a revelação da imagem. Foi graças á investigação realizada por Friedrich Voigtlander e John F. Goddard em 1840, que os tempos de exposição e revelação foram encurtados.




Podemos dizer que o grande passo (não descurando muitas outras mentes brilhantes) foi dado por Richard Leach Maddox, que em 1871 fabricou as primeiras placas secas com gelatina, substituindo o colódio. Três anos depois, as emulsões começaram a ser lavadas com água corrente para eliminar resíduos.

A fotografia digital


Com o boom das novas tecnologias e com a capacidade de converter quase tudo que era analógico em digital, sendo a fotografia uma dessas mesmas áreas, podemos ver no início dos anos 90, um rápido crescimento de um novo mercado, a fotografia digital. Esta é o ideal para as mais diversas áreas do nosso dia a dia, seja a nível profissional ou pessoal.

As máquinas tornaram-se mais pequenas, mais leves e mais práticas, ideais para quem não teve formação na área e que não tem tempo para realizar a revelação de um rolo fotográfico, sem necessidade de impressão. Os melhores momentos da nossa vida podem agora ser partilhados rapidamente com os nossos amigos e familiares rapidamente usando a internet e sites sociais como o Facebook e o Twitter .

A primeira câmara digital começou a ser comercializada em 1990, pela Kodak. Num instante dominou o mercado e hoje tornou-se produto de consumo, substituindo quase por completo as tradicionais máquinas fotográficas.

Sendo que presentemente com o aparecimento do FullHD, já consegue comprar uma máquina com sensores digitais que lhe permitem, além de fazer fotografia, fazer vídeo em Alta-Definição, criando assim não só fotografias quase que perfeitas em quase todas as condições de luz bem como vídeo com uma qualidade até agora impossível no mercado do vídeo amador.

Tirar fotografias já é acessível a todos e como já não existe o limite que era imposto pelos rolos, “dispara-se” por tudo e por nada. Ter uma máquina fotográfica não é mais um luxo, até já existem máquinas disponíveis para as crianças. Muitas vezes uma fotografia vale mais que mil palavras e afinal marca um momento para mais tarde recordar.

Pesquisar mais textos:

Bruno Jorge

Título:A história da fotografia

Autor:Bruno Jorge(todos os textos)

Alerta

Tipo alerta:

Mensagem

Conte-nos porque marcou o texto. Essa informação não será publicada.

Deixe o seu comentárioDeixe o seu comentário

Comentários

  • Rua DireitaRua Direita

    05-05-2014 às 03:48:18

    Como é bom viver o hoje e saber da história da fotografia. Isso nos dá a ideia de como tudo evoluiu e como o mundo está melhor a cada dia produzindo fotos mais bonitas e com qualidade!

    ¬ Responder

Pesquisar mais textos:

Deixe o seu comentário

  • Nome *

  • email

    opcional - receberá notificações

  • mensagem *

  • Os campos com * são obrigatórios