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O desporto no mundo

Categoria: Desporto
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Comentários: 1
O desporto no mundo

O desporto é algo que faz parte da sociedade nos quatro cantos do mundo, ele está presente na vida de todos nós seja através de que modalidade for, seja mais ou menos intensamente. O desporto faz parte da cultura mundial e contribui mais ou menus para a felicidade de cada um, dependendo do grau de importância que dá cada um ao mesmo. Contudo a euforia desportiva é um fenómeno em ascensão e nenhuma zona do globo foge à regra, facto que mostra que o desporto está a intensificar-se na cultura das populações.

Num mundo como o que temos em que vemos pobreza e miséria oposta à riqueza e excentricidade de muitos que possuem mais que o produto interno bruto de alguns países, a euforia do desporto chega a todo o lado, e quer queiramos quer não uma conquista desportiva do emblema pelo qual uma pessoa torce é sempre um sinal de alegria mais que não seja interior não a mostrando cá para fora, devido aos mais diversos motivos, represálias, tristezas com a vida ou factos que façam com que nada nos alegre, contudo a euforia desportiva não morre dentro de qualquer individuo e manifesta-se, o que faz com que mesmo em momentos deprimentes vejamos todo o mundo nas ruas a gritar, a cantar, a soltar toda a energia da ponta de felicidade que enche a alma derivada da euforia que os enche. Nem que no dia seguinte tudo esteja de novo em baixo e se faça de conta que o dia de ontem não existiu.

Posto tudo isto para dizer que cada vez as pessoas se unem ao desporto e o desporto une as pessoas mesmo segregando-as às suas crenças e escolhas desportivas, o desporto cria um espírito de equipa e de união que faz bem ao ego de qualquer e que pode ser um ponto positivo bastante importante em momentos negativos pelos quais todos nós passamos. Contudo, tudo o que é em demasia não é bom e os excessos devem ser evitados pois estes misturam o conceito de euforia desportiva com fanatismo, e o fanatismo funciona quase como uma obsessão mental que apenas provoca males na humanidade, pois não é nada saudável alem de retirar a verdadeira essência do que é o desporto e dos princípios que dele devem ser retirados como é de extrema importância e relevância a velha máxima “Play with fair Play”.

Vitor Costa

Título: O desporto no mundo

Autor: Vitor Costa (todos os textos)

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Comentários     ( 1 )    recentes

  • Rafaela CoronelRafaela

    02-07-2014 às 01:01:02

    O desporto ajudou-me muito a dar valor à vida. Contribuiu para uma vida mais saudável e sociável. Admiro as pessoas que levam a sério qualquer tipo de desporto, até porque enriquece a alma e faz muito bem ao corpo.

    ¬ Responder

Comentários - O desporto no mundo

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Os descendentes de Eça

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Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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