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Como identificar um cosmético estragado

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Beleza
Visitas: 4
Comentários: 3
Como identificar um cosmético estragado

Você sabe quando um cosmético está estragado? Alterações no cheiro, na textura, na cor, além de pequenas manchas e aspeto bifásico, são alguns dos sinais de que seu cosmético precisa ser descartado. Então, saiba mais e descubra a hora certa de jogar seus produtos no lixo.

1. Cheiro estranho: Quando estraga, o cosmético fica com um cheiro diferente do original. Se ele apenas perdeu um pouco de sua intensidade não se preocupe, pois isso é comum. Mas, caso você tenha detetado um odor desagradável (azedo ou ácido), pode ser um sinal de que é hora de trocar.

2. Textura diferente: Algumas mudanças na consistência no produto também podem indicar que algo está errado. Por exemplo: Seu creme hidratante ficou mais aguado (ou mais grosso) do que o normal ou apresenta uma textura granulada? Estes são alguns sinais de que existe uma instabilidade na fórmula do produto. E isso significa que o cosmético não está mais funcionando como deveria e pode irritar a pele.

3. Cor alterada: Você sabia que os produtos coloridos são sensíveis à luz? Por isso é muito normal notar uma mudança em sua coloração, principalmente quando eles vêm em embalagens transparentes. Mas, suaves alterações na cor não indica que o produto venceu, mas se, por exemplo, seu batom vermelho ficou laranja, quer dizer que existe algo errado com ele.

4. Manchas estranhas: Se o produto estiver contaminado por bactérias ou fungos, ele poderá apresentar alguns pontos escuros. Neste caso, o mais indicado é não usar mais o cosmético. Além disso, não é aconselhável adicionar água nos produtos, pois ela faz com que o sistema de preservação se dilua, o que permite o crescimento de bactérias perigosas.

5. Aparência bifásica: Caso o seu cosmético tenha se separado em duas partes, saiba que isso não é um bom sinal. E você também não pode tentar consertar o problema misturando-o novamente. Este processo acontece com mais frequência em shampoos anticaspa e filtros solares, por exemplo. A partir do momento em que ele se separa do resto da fórmula, o resultado final não será satisfatório.
Por fim, com estas dicas simples será mais fácil identificar quando um cosmético já passou do prazo de validade.


Rua Direita

Título: Como identificar um cosmético estragado

Autor: Rua Direita (todos os textos)

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Comentários     ( 3 )    recentes

  • Rafaela CoronelRafaela

    24-06-2014 às 16:37:26

    Muito interessante observar esses aspectos no produto. Principalmente, se eles causarem coceiras em você.

    ¬ Responder
  • SONIA

    22-09-2013 às 02:36:03

    O MEU SHAMPOO FICOU COM CHEIRO DE OVO PODRE ELE NÃO ESTA COM A DATA DE VALIDADE VENCIDA OQUE PODE TER ACONTECIDO ESTAVA EM LUGAR FRESCO E SEM MUITA LUZ E BEM TANPADO

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoDaniela Vicente

    11-09-2012 às 21:13:42

    não sabia que um cosmético podia estragar-se de tal maneira, ganhando cheiro e cor duvidosa. eu como gasto tão depressa os meus cosméticos, não sabia que estes estragavam-se. agora já estou prevenida e nenhuma bactéria vai tocar neles. o seu texto está muito bom, bem estruturado e esclarecedor. parabéns. continue a colocar textos interessantes como este.

    ¬ Responder

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Os descendentes de Eça

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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