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Lingerie certa para o primeiro encontro

Categoria: Beleza
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Comentários: 5
Lingerie certa para o primeiro encontro

O primeiro encontro é um momento marcante na vida a dois. É ele que garantirá as primeiras impressões e a vontade de se repetir ou não a experiência. A insegurança bate e a expectativa de se causar uma boa impressão e isso ser recíproco é grande. As mulheres, diante do primeiro encontro, ficam ansiosas e se imaginando como será o momento. É característico do sexo feminino tentar imaginar as cenas, prever os acontecimentos e, se inserindo nesse contexto, a mulher idealiza como deveria ser esse primeiro contato.

É nesse ponto que a mulher se prepara para o primeiro encontro. É um ritual de produção todo pensado em agradar e realizar a fantasia de toda mulher que é ter um final feliz com alguém. O homem se prepara para a conquista e a mulher se prepara para a possibilidade da continuidade. O homem espera mais: mais quantidade, intensidade e voracidade. A mulher quer mais: mais entendimento, relacionamento e completude na vida.

Para atingir seus objetivos de se realizar em todos os aspectos que um relacionamento pode oferecer: afetivo e sexual, a mulher se prepara intensamente para o primeiro encontro. Cada pormenor é particularmente pensado e escolhido para que ela própria se insira na cena, antes idealizada pelo imaginário feminino e no passo seguinte vivida a dois. Sendo assim a escolha da roupa, do perfume, dos acessórios, do sapato e da maquiagem são de extrema importância para o sucesso do momento planejado e esperado. Além dessa produção, a escolha da lingerie do primeiro encontro é a parte do look feminino mais impactante.

A lingerie escolhida mostra que tipo de relação e de relacionamento a mulher procura e está investindo. Claro que de acordo com o jeito de ser de cada uma as peças íntimas variam. Existem aquelas mulheres que surpreendem, pois aparentemente são mais recatadas, mas nos momentos a dois são mais provocantes e insinuantes, optando por peças menores e mais ricas em detalhes. Têm as mais extravagantes que se utilizam de cores e brilhos para impressionar o parceiro. As mulheres exóticas já preferem impressionar com composições, formas, estampas e materiais variados. As românticas não abrem mão da renda e das cores singelas. As cores também revelam muito do gosto e da intencionalidade do momento. Cores fortes remetem a relações mais intensas e cores claras denotam um certo romantismo e desejo de mais afetividade.

A unanimidade da escolha feminina para o primeiro encontro é de uma lingerie que valorize as formas da mulher para que ela primeiro se sinta atraída para depois atrair o outro. A partir daí há uma composição de cor, de acordo com a roupa; de modelo, de acordo com a intenção; e, sobretudo, de expectativa, pois embora seja o primeiro encontro, previamente já se faz um raio x, mesmo que precipitado, do outro. E, diante das próprias experiências, se faz uma previsão do que seria o mais apropriado para agradar àquela pessoa.

Não há uma receita de lingerie adequada para o primeiro encontro. O adequado é ser verdadeira, não tentar parecer no primeiro encontro o que não é. Tentar agradar o outro, pensar nele e se arrumar para ele é maravilhoso, mas fingir ser o que não se é, é frustrante. Então a peça certa é que aquela que traduz a pessoa que a está usando de acordo com a intenção e a intensidade do momento.


Rosana Fernandes

Título: Lingerie certa para o primeiro encontro

Autor: Rosana Fernandes (todos os textos)

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Comentários     ( 5 )    recentes

  • Danielle

    09-05-2013 às 15:44:17

    Bom eu tenho um encontro porem ja é a quarta vez que saimos o que eu devo usar? pois sera o ultimo encontro

    ¬ Responder
  • edneia regina franciscoedneia regina francisco

    02-02-2012 às 14:14:52

    tenho 40 anos e conheci uma pessoa de 50 anos estamos planejando o primeiro encontro sou romantica e ele mto carinhoso um pouco serio me de uma ideia qual lengerie devo usar

    ¬ Responder
  • keila

    18-04-2013 às 21:57:35

    usa uma vermelha ai vc mata o velho logo de cara ,vai ficar loucamente apaixonado por vc.

    ¬ Responder
  • carolinecaroline

    03-06-2011 às 01:09:49

    adorei a msg temos ser nos mema se preocupando em nos relizarmos e principalmente se curtindo muito

    ¬ Responder
  • vanilde

    20-04-2016 às 17:46:24

    O primeiro encontro e muito importante sim , afinal e a primeira impressão e a que fica , mais veja bem não adianta caprichar no look externo se a mentalidade dos dois não sao sadias a dois . As vezes tem pessoas que nem repara a sua vestimenta e sim o seu carater e a sua intelectualidade no momento . Afinal irão ficar assim como veio ao mundo ,valorize o momento o primeiro encontro e mais um conhecimento um do outro .. ja imaginou voce gastar um absurdo em langeris e na hora h ...ta ta ta ta ...pense .

    ¬ Responder

Comentários - Lingerie certa para o primeiro encontro

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Os descendentes de Eça

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Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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