Bem vindo à Rua Direita!
Eu sou a Sophia, a assistente virtual da Rua Direita.
Em que posso ser-lhe útil?

Email

Questão

a carregar
Textos | Produtos                                                    
|
Top 30 | Categorias

Email

Password


Esqueceu a sua password?
Início > Textos > Categoria > Beleza > Como fazer a barba corretamente

Como fazer a barba corretamente

Categoria: Beleza
Visitas: 22
Como fazer a barba corretamente

A vaidade masculina nunca esteve tão em alta. A prova disso está, literalmente, na “cara” dos homens. Mas, para cultivar uma barba bem-feita são necessários alguns cuidados especiais. É preciso conhecer as melhores práticas, técnicas, aparelhos e produtos para não acabar irritando ou machucando a pele na hora de fazer a barba.

•Qual aparelho usar?

A escolha do aparelho ideal é algo pessoal e dependerá da personalidade, estilo e características do rosto de cada um.

Um dos métodos mais notáveis que se tem notícia é a navalha. Com a navalha o corte fica bem rente ao rosto, muito próximo à raiz do pelo, tornando o resultado mais eficaz caso o estilo desejado seja um corte lisinho e aveludado. Porém, é um método que exige muita técnica e experiência, pois o risco envolvido é grande. Lidar com uma lâmina perto do pescoço é uma tarefa bem perigosa. Logo, é indicada apenas para barbeiros profissionais ou pessoas com experiência no ramo.

Já o barbeador elétrico é bem menos ofensivo. Além de dispensar cremes ou loções de barbear, ele reduz o tempo gasto durante o processo e diminui os danos à pele, uma vez que não chega tão próximo ao tecido da face, como as navalhas ou aparelhos de barbear descartáveis. Alguns até podem ser usados durante o banho, facilitando a higiene. Contudo, são mais caros e não são tão eficazes quanto os outros aparelhos em relação ao resultado final. Proporcionam um corte superficial e nem sempre uniforme.

Mas o aparelho de barbear descartável é, sem dúvida, o mais popular e divulgado no mundo inteiro. Além de ser o mais barato dentre todos os aparelhos citados, não oferece tanto risco quanto a navalha e é capaz de realizar um corte rente à pele e próximo à raiz dos pelos. A qualidade do corte e do resultado é diretamente proporcional à qualidade do aparelho descartável e da marca do mesmo. Aparelhos com duas ou três lâminas são mais eficientes e menos nocivos à pele. Após duas ou três utilizações, é necessário trocar o aparelho por outro novo, já que o risco de ocorrerem cortes e irritações aumentam muito depois desse período.

Algumas pessoas ainda utilizam outros meios, digamos, mais radicais para fazer a barba. A depilação definitiva a laser é um processo dolorido que exige várias sessões até se obter resultados, mas garante um grande intervalo de tempo sem precisar se preocupar com a barba. Ainda podemos citar a depilação à cera, eletrólise (depilação elétrica), depilação com linha (threading) e com luz pulsada, todas mais caras e doloridas em comparação aos métodos mais tradicionais.

• Qual produto usar?

Além da escolha certa do aparelho, é preciso escolher um bom produto para garantir uma barba bem-feita. A espuma de barbear é um dos produtos mais usados e existem três tipos dela: creme, gel e mousse. A indicação do produto adequado ocorre de acordo com o tipo de pele. A espuma do tipo mousse, por exemplo, é indicada para peles mais oleosas.

Após o barbear, uma loção pós-barba é indispensável para fechar os poros da pele e aliviar a irritação provocada pelas lâminas. A escolha de uma loção pós-barba sem álcool é a mais indicada, pois evita o risco de irritar ainda mais a pele já sensível do rosto.

• Quando fazer a barba?

O melhor momento para fazer a barba é após o banho. Os poros da pele estarão abertos e facilitarão o serviço. Caso não seja possível, é importante lavar o rosto para manter a pele limpa durante o barbear e abrir os poros da pele antes de começar, com água quente ou uma toalha aquecida.

• Como fazer a barba?

Com a pele limpa e os poros abertos é hora de espalhar o creme de barbear pelo rosto. A aplicação deve ocorrer em movimentos circulares para que a pele seja suavizada e os pelos formem um ângulo reto em relação ao rosto, ficando eretos, facilitando o corte. O uso de espuma de sabonete, apesar de muito comum, não é recomendado. Faça movimentos curtos com o barbeador e não pressione o aparelho no rosto, isso não é necessário e poderá causar irritações na pele. Lave o aparelho com água a cada corte executado, para retirar os pelos e a espuma do creme de barbear acumulados na lâmina. É recomendável que passe a lâmina apenas no sentido dos pelos, evitando assim cortes e irritações indesejados.

Após o término do corte é importante lavar o rosto com água morna e verificar se existe alguma área que não ficou bem cortada. Caso exista, repita os processos descritos acima. Senão, passe a loção pós-barba e relaxe enquanto sente o frescos e alívio de uma barba bem-feita.

Apesar de tudo, vale a pena cultivar uma barba bem-feita e sentir a gratificação de passar a mão no rosto lisinho.

Contudo, a moda das barbas longas está em alta também. Seja pela dificuldade em manter uma barba raspada ou por estilo, as barbas longas também estão dominando as escolhas masculinas. Até mesmo uma barba com aparência “desleixada” necessita de aparação, higiene e cuidados para se manter apresentável. Seja qual for o estilo, é possível manter uma barba bem cuidada e elegante, basta escolher corretamente os meios para isto.


Filipe Mixa

Título: Como fazer a barba corretamente

Autor: Filipe Mixa (todos os textos)

Visitas: 22

1 

Comentários - Como fazer a barba corretamente

voltar ao texto
  • Avatar *     (clique para seleccionar)


  • Nome *

  • Email

    opcional - receberá notificações

  • Mensagem *

  • Os campos com * são obrigatórios


  • Notifique-me de comentários neste texto por email.

  • Notifique-me de respostas ao meu comentário por email.

Os descendentes de Eça

Ler próximo texto...

Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

Pesquisar mais textos:

Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

Alerta

Tipo alerta:

Mensagem

Conte-nos porque marcou o texto. Essa informação não será publicada.

Pesquisar mais textos:

Deixe o seu comentário

  • Nome *

  • email

    opcional - receberá notificações

  • mensagem *

  • Os campos com * são obrigatórios