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Iluminação de segurança – uma boa aposta

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Segurança
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Comentários: 1
Iluminação de segurança – uma boa aposta

Uma boa iluminação pode conferir segurança a vários níveis. Não se trata apenas de desencorajar assaltantes, que, vá-se lá saber porquê, não gostam de “trabalhar” com muita luz, mas também de prever situações de necessidade de evacuação de determinados locais, sob as mais diversas motivações.

Um bom “espanta-ladrões” pode ser um projetor montado acima da porta da garagem, equipado com um detetor de movimento. Por outro lado, se houver, por exemplo, duas lâmpadas a iluminar a porta de entrada, caso se funda uma, não se imerge na escuridão, porque se tem a outra. Para além disso, existe uma propagação mais ampla da luz.

Se a habitação tiver jardim ou piscina, é de toda a conveniência instalar um circuito de iluminação nesses espaços, cobrindo (ou, neste caso, descobrindo) sobretudo as zonas mais recônditas.

A iluminação de segurança em sítios públicos deve facultar a sua desocupação fácil, rápida e segura, na eventualidade de avaria da iluminação normal, bem como a execução das necessárias manobras de segurança e a hipotética intervenção de meios de socorro. A iluminação de segurança, neste contexto, engloba a iluminação de segurança (relacionada com a evacuação) e a iluminação de ambiente (destinada a evitar o pânico e a permitir que as pessoas se dirijam, com segurança, para as saídas). Esta última deve encontrar-se ligada enquanto se verificar a presença de público e possibilitar boa visibilidade.

Já em casa, a opção por night-lights tornará os corredores mais seguros, tanto para crianças como para idosos. Nas escadas, há que aumentar os níveis de iluminação dos degraus, pois é neles que se dão aparatosas quedas, que incrementam bastante as estatísticas de acidentes domésticos. Uma lâmpada refletora, em vez de uma incandescente, faz mais visível cada passo, a subir ou a descer.

No que concerne à iluminação de emergência, a função consta de iluminar os lugares escuros de passagem (horizontais e verticais), incluindo zonas de trabalho e áreas técnicas de controlo de restabelecimento de serviços essenciais e normais, num quadro de ausência de iluminação regular. A intensidade desta iluminação deverá ser suficiente para evitar incidentes e assegurar a retirada dos indivíduos, tendo, igualmente, em consideração a possível penetração de fumo nessas áreas. Deve, em acréscimo, proporcionar o controlo visual das zonas abandonadas, com o propósito de localizar pessoas com dificuldade ou incapacidade de locomoção. Adicionalmente, as rotas de fuga utilizáveis no momento do abandono têm de estar inconfundivelmente sinalizadas. Manter a segurança patrimonial facilita a localização, pelo pessoal de intervenção, de estranhos nas áreas de segurança.

O tempo de funcionamento do sistema de iluminação de emergência tem de garantir a segurança pessoal e patrimonial de todas as pessoas na área, até à recuperação da iluminação habitual, ou até que outras medidas de segurança sejam tomadas. Perante uma evacuação total do edifício, o tempo da iluminação deve incluir, além do tempo previsto para a saída, o tempo de que o pessoal de intervenção e de segurança necessita para localizar pessoas perdidas ou para finalizar o resgate, em situações de incêndio.

De salientar que devem ser respeitadas as limitações da visão humana, tendo como base as condições fisiológicas da visão diurna e nocturna e o período de adaptação a cada estado. Mais: as baterias da central de iluminação de emergência não podem ser empregues na alimentação de quaisquer outros circuitos ou equipamentos, sob pena de comprometer a autonomia da iluminação de emergência, cujo cálculo do tempo é limitado aos procedimentos previstos.


Maria Bijóias

Título: Iluminação de segurança – uma boa aposta

Autor: Maria Bijóias (todos os textos)

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Comentários     ( 1 )    recentes

  • SophiaSophia

    29-05-2014 às 06:28:01

    Realmente, um lugar iluminado faz toda a diferença. Além de espantar pessoas perigosas, ela deixa o tráfego mais aberto. A escuridão causa medo e insegurança.
    Cumprimentos,
    Sophia

    ¬ Responder

Comentários - Iluminação de segurança – uma boa aposta

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Os descendentes de Eça

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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