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Medidas auxiliares da psoríase!

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Beleza
Comentários: 1
Medidas auxiliares da psoríase!

Ha problemas de pele, cujas causas são ainda desconhecidas. Uma delas é em especial a psoríase, que afeta muita pessoas, especialmente em certas épocas do ano.

A sua cura e causas são motivo de preocupação, por não serem ainda conhecidas a 100%. No entanto há medidas que a podem reduzir ou minimizar os seus efeitos.

Esta é uma doença caracterizada pelo comportamento irregular das células da pele.
Na realidade, a pele renova-se ao fim de trinta dias, que é o tempo necessário para o deslocamento de uma célula nova desde as camadas mais profundas até à superfície.
No caso da psoríase esse trajeto dura apenas três dias, como se ele tivesse sido travado. Daí o facto de se formarem áreas elevadas na pele, chamadas placas, muito avermelhadas e que provocam comichão.

Por outro lado, as células crescem tanto que as placas se formam em grande número, tornando-se brancas e soltando-se dos tecidos.

A psoríase é uma doença que se manifesta por ciclos de maior ou menor remissão, sendo o inverno mais problemático. Ás vezes ela pode desaparecer por meses ou anos ou então melhorar considerávelmente no verão.

O efeito dos tratamentos não é o mesmo para todas as pessoas, embora tomar algumas medidas tenha um efeito positivo e benéfico.

Estas são essencialmente as seguintes:
- lubrificar as regiões afetadas com emolientes para acalmar a secura em demasia, assim como a comichão. Pode ser únicamente um óleo aplicado depois do banho, ou apenas um creme de origem vegetal. Deve colocar-se de preferência com a pele molhada para penetrar melhor na pele. Uma boa opção é aplicar ainda uma loção que contenha cânfora, ou mental porque acalma muito a comichão da pele;
- fazer pequenas exposições ao sol numa região de mar, em especial na região do mar morto, em Israel;
- lavar com sabonete de alcatrão, ou uma mesinha caseira é base de alcatrão e hulha, se a pele não estiver inflamada;
-deve evitar-se calor intenso ou o frio em demasia porque agravam a psoríase. A humidade e o calor pode fazer diminuir as placas mas por outro agrava a comichão que é muito desagradável;
- ter sempre calma, pois esta contribui muito para a sua melhoria e controle. A tensão do dia a dia contribui para a o seu aparecimento;
- aplicar um creme de cortisona e tapar com um penso ou gaze;
- eliminar a obesidade no caso de ela existir;
- andar ao ar livre e tomar óleos de peixe.

A doença aparece claramente mais violenta no inverno ou em climas com muitas variações e húmidos.

Deve pois escolher-se preferencalmente regiões mais secas sobretudo no inverno e evitar as mais húmidas.

As regiões do corpo suscetíveis de serem mais atacadas são os cotovelos, os joelhos e o couro cabeludo.

Posto isto convêm tratar-se do cabelo com eficácia, usando champõs de alcatrão, anti-placas ou antibacteriano para eliminar as películas.Conclui-se que a psoríase é uma doença práticamente incurável, no entanto pode ser amenizada ou quase extinguida, se os cuidados essenciais forem sempre aplicados. Em suma, basta usar cremes emolientes ou calmantes, pomadas específicas, fazer uma vida saudável e beber chás de camomila ou outros que ajudem a relaxar.


Teresa Maria Batista Gil

Título: Medidas auxiliares da psoríase!

Autor: Teresa Maria Gil (todos os textos)

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Comentários     ( 1 )    recentes

  • Briana AlvesBriana

    10-09-2014 às 13:29:30

    Não conhecia esse problema na pele por nome de Psoríase. É bom ficar atenta a todo tipo de manchas que aparecem no corpo.

    ¬ Responder

Comentários - Medidas auxiliares da psoríase!

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Os descendentes de Eça

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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