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Será que é uma refém dos padrões de beleza

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Beleza
Comentários: 11
Será que é uma refém dos padrões de beleza

Muitas mulheres são, hoje em dia, reféns dos padrões de beleza impostos pelas revistas, pelo cinema, pelos outdoors e pela televisão que decretam as medidas femininas perfeitas: 86-60-86. Muitas adolescentes e mulheres adultas sofrem, literalmente, porque não conseguem atingir o corpo perfeito, nem as formas perfeitas (assim consideradas por outrem). Os homens parecem resistir mais a esta obsessão com a estética corporal e muitos dos que estão acima do peso certo chegam mesmo a afirmar que se sentem em forma, ao contrário de muitas mulheres que, possuindo o peso ideal para a sua estatura, acreditam que estão «gordas» e que precisam de iniciar uma dieta restritiva ou exercício físico mais árduo. Esta peculiaridade, que revela total incapacidade para fazer uma correta avaliação do aspeto do próprio corpo, chama-se dismorfia corporal.

Há que, em primeiro lugar, ter consciência de que as modelos que desfilam nas passerelles pertencem a um tipo físico restrito e que, por razões fisiológicas (herança genética, metabolismo favorável, etc.) ostentam aquele aspeto típico, mas que não tem de ser considerado o mais bonito ou agradável. Quer isto dizer que pouco ou nada se pode fazer para moldar o corpo de forma espartana e para o submeter a um outro biótipo. Se os pais da mulher que deseja ser alta, loura e esbelta, apresentarem baixa estatura, forem morenos e com tendência natural para engordar, então será loucura encetar uma batalha na clínica de cirurgia estética.

Por outro lado, há que considerar o que é que faz um ser humano verdadeiramente feliz: será a família, os amigos, a realização profissional, os filhos ou, única e simplesmente, o físico? Apesar de constituir uma parte da vida a que se deve dedicar alguma atenção, o físico não pode sobrepor-se, de forma alguma, a todos os outros quadrantes da vida que são igualmente (e alguns ainda mais) cruciais para o pleno desenvolvimento do ser humano. Há, também, que ter cautela com os efeitos negativos que algumas mães estarão a passar para as suas filhas que começam a traçar uma imagem negativa de si mesmas, ao nível físico e que começam a enveredar por caminhos perigosos, como o da bulimia ou o da anorexia. Saliente-se, ainda, que o sexo feminino alcançou importantes conquistas no último século ao nível da sua emancipação face ao homem, tornando-se mais livre e poderoso. Mas o espartilho dos requisitos mínimos da beleza numa mulher tem-na tornado cada vez mais prisioneira de algo absolutamente virtual: a imagem.

Pense, pois, duas vezes, ao olhar-se ao espelho: se o seu marido lhe repete infatigavelmente que está bonita, será que não é mesmo verdade?

Isabel Rodrigues

Título: Será que é uma refém dos padrões de beleza

Autor: Isabel Rodrigues (todos os textos)

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Comentários     ( 11 )    recentes

  • Nilson EmpreendedorNilson Uemoto

    03-10-2012 às 06:07:43

    Existe uma grande diferença entre ser vaidosa e refém dos padrões de beleza.Uma pessoa vaidosa se ama, tem auto estima e ela procura se cuidar para se sentir bem consigo mesma e com isso consegue também agradar aos outros.Uma pessoa refém dos padrões de beleza tem baixa auto estima e se preocupa demasiadamente com a opinião dos outros sobre ela e por mais que esteja com rosto e corpo perfeitos, ainda acha que está feia.

    ¬ Responder
  • Pedro gil FerreiraPedro gil Ferreira

    28-09-2012 às 10:55:28

    A leitora é uma refém dos padrões de beleza?. Se sim, tem todo o direito mas o que eu acho é que a beleza vem do interior de nós mesmos.Assim, não interessa estar de acordo com o padrão de beleza da moda, se adotarmos atitudes incorretas e frias ante a sociedade.Na falta de valores a beleza torna-se secundária e sem valor ou atrativo.

    ¬ Responder
  • Cristina SousaCristina Sousa

    27-09-2012 às 12:31:38

    Não sou refém dos padrões de beleza. Eu é que defino o meu padrão de beleza, tendo sempre como base o estado da minha saúde. Pois a nossa aparência é a imagem que transmitimos aos outros da nossa saúde. Cabe-me a mim descobrir um eu mais feliz na minha vida e nas minhas relações.

    ¬ Responder
  • Nilson EmpreendedorNilson Uemoto

    27-09-2012 às 06:17:26

    Não tem jeito pessoal,por mais que tentemos negar, o fato é que se você não corresponde aos padrões de beleza ditadas pela mídia e pela sociedade, você é visto com maus olhos pelas pessoas,todos nós vamos pelas aparências, não adianta ser hipocrita e disfarçar isso,por isso que as mulheres principalmente fazem de tudo para corresponder a esses padrões de beleza.

    ¬ Responder
  • Teresa Maria Batista GilTeresa Maria Batista Gil

    26-09-2012 às 13:19:05

    A leitora é uma refém dos padrões de beleza?. Daquelas que valoriza a beleza como um padrão social ou a cultiva para a sua própria auto-estima e valorização pessoal.Sinceramente prefiro esta pois o que eu acho é que a verdadeira beleza vem de dentro, do interior. Este sim, tem seus recursos inesgotáveis para serem resgatados em prol dela, como simpatia, amor ao próximo, amizade, ajuda etc.

    ¬ Responder
  • Lucas SouzaLucas Souza

    25-09-2012 às 17:35:16

    Acredito que a beleza tem seus lados positivos e negativos. Querer se cuidar para seu marido/esposa é algo realmente bonito e tocante. Mas, se a intenção for apenas ser igual a aquela pessoa da TV (que muitas vezes possui muitos recursos e pode se dar ao luxo de investir nesses tratamentos da vida), você não está entendendo direito o significado da beleza. Bem, acho que a beleza deve ser em sua maioria natural.

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  • Adriana SantosAdriana dos Santos da Silva

    24-09-2012 às 14:56:48

    Quando nos dedicamos para manter o padrão de beleza imposta pela sociedade, estamos sendo reféns da beleza. Ela é colocada em nossas mentes sutilmente e se não termos o devido cuidado, seremos seus escravos. Quando há uma nova dieta, queremos também entrar nessa, quando há uma moda diferente, queremos também usar e assim tudo que vai aparecendo, queremos utilizar e isso é um mal terrível. Que nós não sejamos escravos da beleza de forma alguma.

    ¬ Responder
  • Sofia NunesSofia Nunes

    23-09-2012 às 14:08:58

    Não me considerando necessariamente uma refém dos padrões de beleza, a inserção numa determinada sociedade faz sempre com que os seus padrões façam parte das nossas vidas, ainda que, em muitos casos, pela negação dos mesmos, o que de certa forma confirma a sua presença. No meu caso, não sendo refém, tenho plena consciência de que a minha ideia de beleza tem origem, em grande medida, naquilo que a sociedade considera como indicador de beleza.

    ¬ Responder
  • Gabriela TorresGabriela Torres

    23-09-2012 às 00:33:00

    A maioria das mulheres são reféns de padrões de beleza.Por isso todas querem ficar cada vez mais magras,com a pele mais clara,com os dentes mais brancos,com mais seio,com o cabelo mais liso.

    ¬ Responder
  • André BelacorçaAndré Belacorça

    21-09-2012 às 22:30:27

    É quem talvez seja obcecado com a beleza, basta sentirmos-nos bem com nós próprios para gostarmos da nossa beleza, não precisamos estar sempre atentos a ela, senão criamos mal auto-estima, será não benéfico para nós.

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoDaniela Vicente

    12-09-2012 às 18:16:36

    eu não sei se sou uma refém da beleza, mas acredito que sou uma seguidora daquilo que anda na berlinda. ando a tento ao que anda acontecer na aérea da beleza, nomeadamente dos cosméticos. não tenho as medidas perfeitas, pois faltam-me as mamas. estas foram para o rabo. portanto o 86 passa para 90 e o outro 8 é ao contrário, passa para 80. para concluir, eu concordo consigo na frase final.

    ¬ Responder

Comentários - Será que é uma refém dos padrões de beleza

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A história da fotografia

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Fotografia
A história da fotografia\"Rua
A história e princípios básicos da fotografia e da câmara fotográfica remontam à Grécia Antiga, quando Aristóteles verificou que os raios de luz solar e com o uso de substâncias químicas, ao atravessarem um pequeno orifício, projetavam na parede de um quarto escuro a imagem do exterior. Este método recebeu o nome de câmara escura.

A primeira fotografia reconhecida foi uma imagem produzida em 1826 por Niepce. Esta fotografia foi feita com uma câmara e assente numa placa de estanho coberta com um derivado de petróleo, tendo estado exposta à luz solar por oito horas, esta encontra-se ainda hoje preservada.

Niepce e Louis –Jacques Mandé Daguerre inciaram em 1829 as suas pesquisas, sendo que dez anos depois foi oficializado o processo fotográfico o nome de daguerreótipo. Este processo consistia na utilização de duas placas, uma dourada e outra prateada, que uma vez expostas a vapores de iodo, formando uma pelicula de iodeto de prata sobre a mesma, ai era a luz que entrava na camara escura e o calor gerado pela luz que gravava a imagem/fotografia na placa, sendo usado vapor de mercúrio para fazer a revelação da imagem. Foi graças á investigação realizada por Friedrich Voigtlander e John F. Goddard em 1840, que os tempos de exposição e revelação foram encurtados.




Podemos dizer que o grande passo (não descurando muitas outras mentes brilhantes) foi dado por Richard Leach Maddox, que em 1871 fabricou as primeiras placas secas com gelatina, substituindo o colódio. Três anos depois, as emulsões começaram a ser lavadas com água corrente para eliminar resíduos.

A fotografia digital


Com o boom das novas tecnologias e com a capacidade de converter quase tudo que era analógico em digital, sendo a fotografia uma dessas mesmas áreas, podemos ver no início dos anos 90, um rápido crescimento de um novo mercado, a fotografia digital. Esta é o ideal para as mais diversas áreas do nosso dia a dia, seja a nível profissional ou pessoal.

As máquinas tornaram-se mais pequenas, mais leves e mais práticas, ideais para quem não teve formação na área e que não tem tempo para realizar a revelação de um rolo fotográfico, sem necessidade de impressão. Os melhores momentos da nossa vida podem agora ser partilhados rapidamente com os nossos amigos e familiares rapidamente usando a internet e sites sociais como o Facebook e o Twitter .

A primeira câmara digital começou a ser comercializada em 1990, pela Kodak. Num instante dominou o mercado e hoje tornou-se produto de consumo, substituindo quase por completo as tradicionais máquinas fotográficas.

Sendo que presentemente com o aparecimento do FullHD, já consegue comprar uma máquina com sensores digitais que lhe permitem, além de fazer fotografia, fazer vídeo em Alta-Definição, criando assim não só fotografias quase que perfeitas em quase todas as condições de luz bem como vídeo com uma qualidade até agora impossível no mercado do vídeo amador.

Tirar fotografias já é acessível a todos e como já não existe o limite que era imposto pelos rolos, “dispara-se” por tudo e por nada. Ter uma máquina fotográfica não é mais um luxo, até já existem máquinas disponíveis para as crianças. Muitas vezes uma fotografia vale mais que mil palavras e afinal marca um momento para mais tarde recordar.

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Título:A história da fotografia

Autor:Bruno Jorge(todos os textos)

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Comentários

  • Rua DireitaRua Direita

    05-05-2014 às 03:48:18

    Como é bom viver o hoje e saber da história da fotografia. Isso nos dá a ideia de como tudo evoluiu e como o mundo está melhor a cada dia produzindo fotos mais bonitas e com qualidade!

    ¬ Responder

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