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Ensine seu filho a lidar com o dinheiro

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Outros
Comentários: 3
Ensine seu filho a lidar com o dinheiro

Para formar um adulto responsável, os pais podem desde a infância ensinar a seus filhos como lidar com dinheiro. As lições ensinadas, mesmo para as crianças menores, sobre como eles devem administrar seus ganhos vão ficar guardadas na memória e serão utilizadas no futuro. Pensando nisso, veja algumas dicas de como ensinar seu filho a lidar com o dinheiro.

Até os 5 Anos: Deixe a criança ir com você à feira, mercado ou na padaria. Fala sobre dinheiro perto dela e sobre a importância de pesquisar preços.

- Nesses locais, fale a seu filho pagar a conta e pedir troco.

- Deixe a criança acostumada a ouvir termos como: caro, barato, isso vale mais a pena, conferir conta.

- O deixe pensar: é melhor adquirir um chocolate ou dois pacotes de biscoito? Pegue produtos que tenham o mesmo valor e que façam com que a criança escolha um deles.

- Lição: Deixe que seu filho conheça e pratique a comparação de preços. Isso irá fazer com que ela entenda desde a infância o valor do dinheiro.

Dos 6 aos 14 anos:

- Comece a dar semanada, e não mesada. As crianças não tem muita noção de tempo, por isso, fazer com que elas esperem um mês para receber o dinheiro pode deixa-las desanimadas.

- Não conecte o valor a um gasto específico, como a merenda escolar. O seu filho pode escolher com o que ele deseja gastar.

- Incentive a criança a poupar. Quando ela juntar i valor do brinquedo que quer comprar leve-a a loja para comprar o produto e deixe-a vivenciar essa conquista.

- Após os 10 anos de idade os filhos já podem receber mesada. Seu valor pode aumentar, mas sem exageros.

- Não vincule a mesada à execução de tarefas domésticas e nem a notas altas na escola.
Lição: Ela aprenderá a importância de ter o próprio dinheiro e que poupar vale a pena para conseguir o que se deseja. Não observar o dinheiro somente como recompensa.

Dos 15 anos em diante:

- Os pais podem aumentar um pouco o valor da mesada. Caso ele gaste mais do que deve, é importante dialogar para definir se o valor é suficiente, mas ele não deve ser muito alto.

- Se o jovem precisar de mais dinheiro para poder passear ou comprar algo, converse sobre a real necessidade do pedido dele. Caso seja por uma justa causa, os pais podem emprestar o dinheiro para o filho e descontar das próximas mesadas.

Lição: Nesta fase ele deverá entender como funciona quando um indivíduo precisa fazer uma dívida e aprender que precisa arcar com seus acordos financeiros.


Rua Direita

Título: Ensine seu filho a lidar com o dinheiro

Autor: Rua Direita (todos os textos)

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Comentários     ( 3 )    recentes

  • Vicente SilvaVicente

    18-08-2014 às 00:03:53

    Algo muito útil e necessário começar a lidar com dinheiro desde pequeno mesmo. Brutal!

    ¬ Responder
  • Sílvia BaptistaSílvia Baptista

    26-10-2012 às 22:15:24

    Olá Daiany, muito bom o seu texto. Penso que orientar a criança sobre as finanças ajudará muito na fase adulta, quando de fato precisará lidar com o assunto.

    Um abraço!

    ¬ Responder
  • Wallace RandalWallace Randal

    17-09-2012 às 14:08:25

    Realmente, lidar com dinheiro é complicado até para os adultos. As crianças precisam saber que dinheiro não cai do céu, mas de fato elas também precisam ter a liberdade de gastar o que ganham do jeito que elas quiserem. Cabem aos pais orientá-los de forma a fazer a melhor escolha, para que não haja arrependimentos ou para que elas não gastem tudo de uma só vez.

    ¬ Responder

Comentários - Ensine seu filho a lidar com o dinheiro

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Os descendentes de Eça

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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