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Materiais de escritório - Está na hora de poupar

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Materiais de escritório - Está na hora de poupar

Para quem trabalha com materiais considerados de escritório, sabe que entre gastar e poupar, a diferença pode ser substancial.

Obviamente que se falarmos de uma grande empresa, os gastos e custos em material de escritório, são bastantes, e que decrescem se se tratar de uma média empresa e assim sucessivamente. No entanto, cabe ao responsável pelas compras de material de escritório de uma empresa, independentemente da sua dimensão, analisar e estudar quanto gasta cada funcionário em material de escritório.

Não é necessário controlar funcionários, um a um para que a conta seja feita, basta que reúna os custos dos materiais gastos durante um mês e divida pelo número de funcionários.

Mesmo que se mantenha a ideia de que numa pequena empresa se gastam menos materiais de escritório, a conta pode e deve ser feita em qualquer empresa. Quem sabe, o custo por funcionário não é maior numa pequena empresa do que numa grande?

Se para gastar não é necessário muito esforço, o mesmo não se pode dizer em relação ao poupar.

Para poupar siga algumas dicas que aqui são deixadas:

Adquira materiais ecológicos. São mais baratos, por exemplo no caso de algumas resmas de folhas. Mesmo que se trate de cartas timbradas, uma folha reciclada fica sempre bem. Mostra preocupação com o meio ambiente e acaba por poupar dinheiro;

Adquira clips e agrafos em promoções. Isto não significa que compre materiais de escritório com baixa qualidade, mas para quê comprar clips com cores, forrados a plástico e com estrelinhas? Materiais clássicos e básicos são o ideal.

Os tinteiros recarregáveis já são uma realidade. Nem sequer tem de se dar ao trabalho. Muitas são as empresas no mercado que oferecem o serviço de recolha de tinteiros antigos na compra de novos. Pesquise na internet e vai ver que vai encontrar um mundo delas.

Folhas usadas? Não deite fora. Se não contiverem informações importantes nem confidenciais, podem ser reutilizadas nas costas brancas para documentos internos sem grande importância.

Por norma, não existe numa empresa a politica da poupança. Quem gasta não é quem paga e esse facto leva a um gasto muitas vezes absurdo de todo o tipo de materiais de escritório. Implemente regras e politicas de reciclagem, poupança argumentando de diferentes formas. Sem recorrer a uma atitude de ditadura, “obrigue” os seus colaboradores a poupar no escritório, como se estivessem em casa.


Carla Horta

Título: Materiais de escritório - Está na hora de poupar

Autor: Carla Horta (todos os textos)

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Imagem por: yoohoojuju

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Comentários     ( 2 )    recentes

  • silvaniasilvania

    02-01-2012 às 14:33:04

    Bom Dia!!!!
    Gostaria de uma idéia de como controlar por número saida de material de uso permanente de cada funcionário

    ¬ Responder
  • Construformas

    14-04-2013 às 07:09:18

    bom dia primeiro deixar uma pessoa responsavel pela distribuição destes materiais, segundo os materiais como caneta e outos, só serão entregue na devolução da outra vazia, assim vc poderar economizar e evitar o desperdicios.

    ¬ Responder

Comentários - Materiais de escritório - Está na hora de poupar

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Os descendentes de Eça

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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