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A importância das vitaminas no combate à fadiga

Categoria: Saúde
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A importância das vitaminas no combate à fadiga

Hoje em dia a fadiga e o esgotamento intelectual é considerado um fenómeno social. A acumulação do trabalho profissional, o desejo de sucesso, a família, a escola provocam um estado de cansaço algo difícil de vencer no quotidiano.

É das principais causas de consultas médicas e de procura de outras terapias para o seu tratamento.
Atinge homens, mulheres e crianças , sendo as suas reacções as mais diversas .A sua ambiguidade é boa e má, isto porque alerta o indivíduo de que está ameaçado pele esgotamento e deve repousar urgentemente. Por outro lado, mostra a necessidade de se tratarem os seus sintomas.

O problema da fadiga torna-se então a própria doença e as causas facilmente curáveis. No entanto quando é em excesso pode provocar emagrecimento, febre, perda de apetite, dores musculares, ansiedade e alterações de comportamento.

Quando o cansaço associa uma fadiga física e muscular a uma fadiga nervosa , com insónias e ansiedade, torna-se necessário tomar precauções e incluir vitaminas e fortificantes, sais minerais e oligoelementos. A alimentação também tem um papel importante neste processo de cura.

Deste modo, algumas substâncias agem a nível físico e outras a nível psíquico. A maior parte das vitaminas é importante na luta contra a fadiga, em especial a vitamina B1, que na sua carência provoca cansaço, fraqueza muscular, depressão e perda de memória.

A ausência de vitamina B6, provoca perturbações nervosas, a B12 é necessária à manutenção dos neurónios, a vitamina C aumenta as defesas do sistema imunológico e a vitamina E possui uma acção antioxidante.

As carências de vitaminas sempre provocaram doenças desde há muito tempo, assim como os alimentos e frutos que não estão frescos. São exemplos o escorbuto que atingiu os navegadores nos descobrimentos por falta de vegetais e frutos frescos.

O cálcio, magnésio, ferro e fósforo devem estar presentes em quantidade suficiente no organismo.
Por outro lado se faltar o enxofre, selénio e cobre também faltam as energias.

O cálcio tem um papel fundamental nos músculos e na diminuição das faculdades intelectuais. O magnésio é indispensável para o sistema nervoso, tal como o fósforo para o funcionamento das células cerebrais. Assim, não deixe que eles faltem na sua alimentação diária pois são muito importantes para combater a fadiga.


Teresa Maria Batista Gil

Título: A importância das vitaminas no combate à fadiga

Autor: Teresa Maria Gil (todos os textos)

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Imagem por: Denise Cross

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Comentários     ( 5 )    recentes

  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoDaniela Vicente

    13-09-2012 às 21:33:32

    para combater a fadiga procure ter uma boa dieta. é importante gerir o stress. ingira proteína, cerca de 70 gramas por dia. tome cerca de 1000 mg por dia de vitamina C, fundamental para gerir o stress, e ginseng siberiano, 100 mg duas vezes ao dia. ajuda o corpo a lidar com o stress. as hormonas demoram cerca de 2 semanas a reajustarem-se. tem de defender-se do stress. eliminá-lo da sua vida.

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoDaniela Vicente

    13-09-2012 às 21:26:52

    acorda cansada de manhã, mesmo que tenha dormido bem, ganhou gordura abdominal, tem desejos de comida salgada, sente-se impaciente e facilmente se irrita, falta de apetite sexual são algumas causas para a fadiga adrenal. pode fazê-lo sentir-se dez anos mais velho. a glândula suprarrenal é a responsável por este problemas. produz importantes hormonas, como a testosterona, a adrenalina, cortisol e aldosterona. liberta muitas hormonas. o corpo não consegue responder quando temos fadiga adrenal.

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoDaniela Vicente

    13-09-2012 às 20:31:46

    muitas pessoas não sabem mas os analgésicos podem causar fadigas. têm incidência em cerca de 10% da população. pode usar hortelã-pimenta como aromaterapia. coloque algumas gotas deste aroma numa toalha e depois ponha esta atrás do pescoço. faça uma massagem para relaxar os músculos. assim, evita tomar os analgésicos. sem dor sem analgésicos. espero que tenha dado boas sugestões.

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoEduardo

    11-02-2012 às 11:38:25

    @Simone
    também gostaria de saber

    ¬ Responder
  • SimoneSimone

    20-01-2011 às 19:25:41

    Qual polivitaminico devo tomar para cansaço, fadiga e falta de memoria

    ¬ Responder

Comentários - A importância das vitaminas no combate à fadiga

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Os descendentes de Eça

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Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

Imagem por: Denise Cross

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