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Poesias dessa Tarde

Categoria: Literatura
Poesias dessa Tarde

Trocaria
Trocaria um diamante,
Uma vida que aqui é desfrutífura
Para com você viver na impossibilidade
De se saber o amanhã estando tão impossibilitado
De com você viver uma vida encarregada
Pela inatividade,
Pela carência de um amor
Que nada vale embora à vida de nossas almas
Tudo vale mais do que qualquer diamante
Que ao mesmo tempo que nos enriquece,
Ela pode nos empobrecer
De maneira inusitada de forma que não nos damos conta
Como toda a história de amor venerável
A que vivemos e
Que por opção deixei de viver
Devida a tamanhas circunstâncias de um amor eterno.

Circunstâncias
As circunstâncias que levariam
A tomar um pensamento
Ou uma decisão difícil por
Tanto amar,
Por tanto querer cuidar
Sem amarrar e
Consequentemente amoradaçar
Em minhas teias que visa apenas a sua segurança,
Embora para você seja uma prisão,
Um tédio por imaginar ser uma prisioneira
De um sonho com a qual compartilha ao amado,
À amada que tanto quer lhe assegurar a segurança
Que espera ter de alguém que ama
Ou por alguém que tanto admira e
Por consequência de suas circunstâncias
Confunde-o com o amor.

Consequências
Por consequência do amor
A paixão renasce
Nas profundezas de um coração
Que tanto coordena a função
De zelar pela compaixão
Denegrindo a ilusão
Junto com a escuridão
Tortura a minha imensidão
O fazendo temer pelo silêncio
Que era calmo
[...]
Embora a voz de minha alma
Clamava por seu amor que por consequência
Da imaturidade ilusória acaba se excedendo
E sumir.

Procede
Procede dentro de minha alma
Um amor incenssante,
Em meu coração
Uma paixão que deixa
Sem comoção
Essa infante ilusão
Que sem compaixão,
Fez de um sonho com as estrelas do céu
Um pesadelo na pior estremidade
De um lugar que não conhecemos,
Embora tenemos ao sonhar com isso
Que nada se difere da vida de
Um anjo que nada mais procura,
Do que a divindade da luz de quem ama,
Que imperceptível aos nossos olhos continua
A estar entre nós e dentre nossos
Singelos sentimentos.

Prossesso
Prossesso quem julga o amor
Que sinto em relação a alguém que acabo
Por conhecer,
Quem julga o amor sendo verdadeiro
Ou falso
[...]
Como uma pegadinha
Em relação ao que pode ser tão
Irremediado pela subjetividade
Que está tão natural na relação entre duas pessoas
Que tanto se amam,
Embora não se relacionam como um casal
Por ser um amor tão fatal e
Inconsequente.

Distância
A distância entre nossos corações
É tão grande quanto
Ao universo em relação ao amor
Que me une a você
Que se a minha pessoa,
Se une para que uma pessoa somente
Nos tornemos e
Em uma vida apenas abrigamos
Partilhando uma só história,
Embora nada disso parece ser verdade
Devido à distância que tanto parece
Me punir com a severidade
Dessa impunidade
Que se torna uma pesada veracidade
Tornando-me incapaz de carregar
E para fazer uma luz no fim do túnel se acender.

Punição
A puno com a lei do amor
Em relação à minha vida a que
Lhe dediquei com tanta e tamanha ternura,
Com a lei da paixão
A que você não valoriza com tanto
Carinho a que dedico com tanta e tamanha ternura,
Pois então com a danata e
Espessa ilusão de caráter tão duvidoso
Quanto à depressão que cerca-me por todos os lados
[...]
Sem me deixar uma saída
Para que meu coração escape das sombras de
Sua alma que despreza com tanto rigor
Um amor que à você
Deixei de dedicar com tanta e tamanha dor
Por tanto amar,
Embora amado nunca fosse.

Completa-Me
Completa-me com a presença
De sua alma sorridente,
De seu caráter mais limpído
Quanto a de quem diz ser um anjo quando
Na realidade nada mais é do que aquilo que se diz ser,
Com tanta carência
E tamanha cara-de-pau
[...]
Embora esse amor que dentro de
Meu coração existe como uma chama
Que incendeia a alma de tal forma que a quem
Um dia se esquive fugindo de uma imatura
E inconsequente paixão.

Não Dá
Desse jeito que está a nossa vida
Repleta por intrigas e
Mentiras contempladas pelas
Confusões provocadas pelo seu pensamento
Que tanto me confundi a ponto de
Não saber seus sentimentos verdadeiros,
Sua emoções mais simplistas capaz de tanto lhe faz
Parecer uma princesa a que meu coração
Tanto esperava até antes ver
O que antes algo me dizia me esperar,
Embora tenha ficado tão quão surpreso
Por não acreditar no que diziam ou
Deixavam de dizer e por isso
Que sem mais termino uma história
Que nem mesmo teve chance de começar
Para ter tido fim antes do começo.


Kaique Barros

Título: Poesias dessa Tarde

Autor: Kaique Barros (todos os textos)

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Martelos e marrettas

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Tema: Ferramentas
Martelos e marrettas\"Rua
Os martelos e as marretas são, digamos assim, da mesma família. As marretas poderiam apelidar-se de “martelos com cauda”. Elas são bastante mais robustas e mantêm as devidas distâncias: o cabo é maior.

Ambos constituem, na sua génese, amplificadores de força destinados a converter o trabalho mecânico em energia cinética e pressão.

Com origem no latim medieval martellu, o martelo é um instrumento utilizado para “cacetear” objectos, com propósitos vários, pelo que o seu uso perpassa áreas como o Direito, a medicina, a carpintaria, a indústria pesada, a escultura, o desporto, as manifestações culturais, etcétera, variando, naturalmente, de formas, tamanhos e materiais de composição.

A diversidade dos martelos é, realmente, espantosa. O mascoto, por exemplo, é um martelo grande empregue no fabrico de moedas. Com a crise económica que assola o mundo actualmente, já se imaginam os governantes, a par dos banqueiros, de martelo em punho para que não falte nada às populações…

Há também o marrão que, mais do que o “papa-livros” que tira boas notas a tudo, constitui um grande martelo de ferro, adequado para partir pedra. Sempre poupa trabalho à pobre água mole…

O martelo de cozinha serve para amaciar carne. Daquela que se vai preparar, claro está, e não da de quem aparecer no entretanto para nos martelar a paciência…!

Já no âmbito desportivo, o lançamento do martelo representa uma das provas olímpicas, tendo sido recentemente adoptado na modalidade feminina. Imagine-se se, em vez do martelo, se lançasse a marreta… seria, certamente, mesmo sem juiz nem tribunal, a martelada que sentenciaria a sorte, ou melhor, o azar de alguém!

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