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Tesouros Escondidos

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Antiguidades
Visitas: 1
Comentários: 13
Tesouros Escondidos

Numa era em que é dado grande atenção ao design vanguardista e a todas as coisas high-tech, que a nossa sociedade moderna tanto gosta, começa a tornar-se cada vez menos usual, as últimas gerações procurarem ou mostrarem interesse na compra ou no coleccionar antiguidades.

Por antiguidades, entende-se, peças antigas e com história, sendo que para algo ser chamado de antiguidade, normalmente, a peça ou objeto deverá corresponder a alguns pré-requisitos.

O que faz de algo uma antiguidade?

O fator principal que confere a um objeto qualquer a designação é obviamente a idade, sendo que a idade mínima é de 50 anos (em alguns dos casos) sendo que o contexto histórico em que a peça foi produzida é também um fator extra à avaliação da peça.

A raridade da peça é também um dos fatores mais relevantes. Pois existem peças que datam antes da revolução industrial ou que até mesmo durante a época do trabalho mecanizado, foram produzidas de forma artesanal e em quantidade limitada.

O facto de uma peça ter sido feita por um grande artesão de tempos longínquos, é também um dos fatores decisivos, de chamar algo de antiguidade, pois antes da Revolução industrial o Homem apenas podia confiar nos seus dons enquanto artesão para produzir peças inovadoras e diferentes, usando em alguns casos os melhores e mais nobres materiais para o efeito.

Os materiais usados e o estado de conservação da peça é um dos outros fatores a analisar quando nos deparamos com uma dita antiguidade, seja ela uma obra de arte, uma peça mecânica, uma joia, etc.

Seja por mera curiosidade, gosto ou por ser um hobby, deverá tomar sempre em atenção alguns destes pontos quando se vê em mãos com uma possível antiguidade.

Caso acredite que é na compra e venda de antiguidades que pode ter uma outra fonte de rendimentos, deverá então estudar para isso mesmo, pois poderá “comprar lebre por coelho”, ser enganado. Aqui poderá residir uma nova forma de se distrair e até mesmo quem sabe, se numa das suas deambulações por entre feiras de velharias, não acabará por, descobrir um verdadeiro tesouro.


Bruno Jorge

Título: Tesouros Escondidos

Autor: Bruno Jorge (todos os textos)

Visitas: 1

624 

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Comentários     ( 13 )    recentes

  • SophiaSophia

    22-04-2014 às 15:05:40

    Muito bom saber que essas antiguidades têm uma atribuição particular - não é qualquer peça que se pode chamar de antiguidade. A Rua Direita agradece a forma como colocaste os tesouros escondidos. Muitas vezes, nem se sabe quem foram os produtores, criadores de algumas peças bem antigas, mas o interessante é que existam em nosso meio.

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoAlice

    04-10-2012 às 10:47:09

    Parabéns um texto muito bom Bruno ;)

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoJonas

    04-10-2012 às 10:46:38

    Um texto cinco estrela

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoEunice

    02-10-2012 às 09:59:46

    Gostei muito Bruno. Como sempre os teus textos são muito concisos e directos. Tens uma boa capacidade de expressão escrita. Continua

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoMaria

    02-10-2012 às 11:21:38

    Mesmo. Continua Bruno. O teu é um dos melhores textos nesta competição

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoTozé

    02-10-2012 às 09:47:18

    Gostei mesmo muito. Este texto ensina o que é uma antiguidade e como detectá-la, o que é muito bom pois elucida-nos bastante. Obrigado e boa escrita

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de Climatização

    01-10-2012 às 14:33:58

    Bosta de texto

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoMaria

    03-10-2012 às 09:41:55

    É escusado ser mal educado. Este é um lugar para se aprender não para desaprender e faltar-se ao respeito às pessoas que contribuem.

    ¬ Responder
  • Ana SebastiãoAna Sebastião

    01-10-2012 às 13:56:19

    Sinceramente não sabia. O texto é uma fonte de informação importante. Gostei.

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoChico

    01-10-2012 às 10:58:17

    Nossa cara... gostei a brava. Gostei

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoFrancisca

    01-10-2012 às 10:57:34

    É mesmo né? Tem um visinha minha que tinha uma dessas no sotaõ. ainda vez muito dinheiro com uma caixinha de musica velhinha

    ¬ Responder
  • Bruno JorgeBruno Jorge

    01-10-2012 às 11:36:12

    Pois, nunca se sabe o que é que temos em casa não verdade. Obrigado pelo comentário Francisca

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoMartins

    01-10-2012 às 10:56:10

    Muito engraçado e util esse texto bruno. Simples e fácil de entender. Gostei

    ¬ Responder

Comentários - Tesouros Escondidos

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Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Literatura
Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal\"Rua
Gertrude Stein foi uma escritora de peças de teatro, de peças de opera, de ficção, de biografia e de poesia, nascida nos Estados Unidos da América, e escreveu a Autobiografia de Alice B. Toklas, vestindo a pele, e ouvindo pela viva voz da sua companheira de 25 anos de vida, os relatos da historia de ambas, numa escrita acessível, apresentando situações caricatas ou indiscretas de grandes vultos da arte e da escrita da sua época. Alice B. Toklas foi também escritora, apesar de ter vivido sempre um pouco na sombra de Stein. Apesar de ambas terem crescido na Califórnia, apenas se conheceram em Paris, em 1907.


Naquela altura, Gertrude vivia há quatro anos com o seu irmão, o artista Leo Stein, no numero 27 da rue de Fleurus, num apartamento que se tinha transformado num salão de arte, recebendo exposições de arte moderna, e divulgando artistas que viriam a tornar-se muito famosos. Nestes anos iniciais em Paris, Stein estava a escrever o seu mais importante trabalho de início de carreira, Three Lives (1905).


Quando Gertrude e Alice se conheceram, a sua conexão foi imediata, e rapidamente Alice foi viver com Gertrude, tornando-se sua parceira de escrita e de vida. A casa, como se referiu atrás, tornou-se um local de reunião para escritores e artistas da vanguarda da época. Stein ajudou a lançar as carreiras de Matisse, e Picasso, entre outros, e passou a ser uma espécie de teórica de arte, aquela que descrevia os trabalhos destes artistas. No entanto, a maior parte das críticas que Stein recebia, acusavam-na de utilizar uma escrita demasiado densa e difícil, pelo que apenas em 1933, com a publicação da Autobiografia de Alice B. Toklas, é que o trabalho de Gertrude Stein se tornou de facto reconhecido e elogiado.


Alice foi o apoio de Gertrude, foi a dona de casa, a cozinheira, grande cozinheira aliás, vindo mais tarde a publicar algumas das suas receitas, e aquela que redigia e corrigia o que Gertrude lhe ditava. Assim, Toklas fundou uma pequena editora, a Plain Editions, onde publicava o trabalho de Gertrude. Aliás, é reconhecido nesta Autobiografia, que o papel de Gertrude, no casal, era o de marido, escrevendo e discutindo arte com os homens, enquanto Alice se ocupava da casa e da cozinha, e de conversar sobre chapéus e roupas com as mulheres dos artistas que visitavam a casa. Depois da morte de Gertrude, Alice continuou a promover o trabalho da sua companheira, bem como alguns trabalhos seus, de culinária, e um de memórias da vida que ambas partilharam.


Assim, este livro que inspirou o filme “Meia noite em Paris”, de Woody Allen, é um livro a não perder, já nas livrarias em Portugal, pela editora Ponto de Fuga.

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Liliana Félix Leite

Título:Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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