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Eça de Queirós

Categoria: Biografias
Eça de Queirós

Nascido a 25 de Novembro de 1845, na Póvoa do Varzim, Eça de Queirós, é conhecido por ser o autor de “Os Maias” e “O Crime do Padre Amaro”, dois dos mais conhecidos romances que escreveu.

É considerado o melhor escritor realista português do século XIX. Marcou a literatura portuguesa com uma produção literária de alta qualidade, sendo grande parte dela ainda uma refência. Os seus trabalhos foram traduzidos em 20 línguas. Faleceu em Paris, a 16 de Agosto de 1900.

Foi registado como filho de mãe incógnita. Fruto de uma relação amorosa irregular, o pai era um magistrado judicial. Passou parte da infância longe dos progenitores, que acabariam por casar, quando ele já tinha quatro anos de idade.




Até 1851 foi criado por uma ama em Vila do Conde, sendo depois entregue aos cuidados dos avós paternos, em Aveiro. Com dez anos foi internado no Colégio da Lapa, no Porto.

Bruno Jorge

Título: Eça de Queirós

Autor: Bruno Jorge (todos os textos)

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Martelos e marrettas

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Tema: Ferramentas
Martelos e marrettas\"Rua
Os martelos e as marretas são, digamos assim, da mesma família. As marretas poderiam apelidar-se de “martelos com cauda”. Elas são bastante mais robustas e mantêm as devidas distâncias: o cabo é maior.

Ambos constituem, na sua génese, amplificadores de força destinados a converter o trabalho mecânico em energia cinética e pressão.

Com origem no latim medieval martellu, o martelo é um instrumento utilizado para “cacetear” objectos, com propósitos vários, pelo que o seu uso perpassa áreas como o Direito, a medicina, a carpintaria, a indústria pesada, a escultura, o desporto, as manifestações culturais, etcétera, variando, naturalmente, de formas, tamanhos e materiais de composição.

A diversidade dos martelos é, realmente, espantosa. O mascoto, por exemplo, é um martelo grande empregue no fabrico de moedas. Com a crise económica que assola o mundo actualmente, já se imaginam os governantes, a par dos banqueiros, de martelo em punho para que não falte nada às populações…

Há também o marrão que, mais do que o “papa-livros” que tira boas notas a tudo, constitui um grande martelo de ferro, adequado para partir pedra. Sempre poupa trabalho à pobre água mole…

O martelo de cozinha serve para amaciar carne. Daquela que se vai preparar, claro está, e não da de quem aparecer no entretanto para nos martelar a paciência…!

Já no âmbito desportivo, o lançamento do martelo representa uma das provas olímpicas, tendo sido recentemente adoptado na modalidade feminina. Imagine-se se, em vez do martelo, se lançasse a marreta… seria, certamente, mesmo sem juiz nem tribunal, a martelada que sentenciaria a sorte, ou melhor, o azar de alguém!

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