Bem vindo à Rua Direita!
Eu sou a Sophia, a assistente virtual da Rua Direita.
Em que posso ser-lhe útil?

Email

Questão

a carregar
Textos | Produtos                                                    
|
Top 30 | Categorias

Email

Password


Esqueceu a sua password?
Início > Textos > Categoria > Máquinas > Rolos compressores, compactadores e vibradores

Rolos compressores, compactadores e vibradores

Categoria: Máquinas
Visitas: 221
Comentários: 1
Rolos compressores, compactadores e vibradores

O rolo compressor é uma máquina pesada, rebocada ou de autopropulsão, que rola sobre cilindros. Ele é utilizado como auxiliar na construção de estradas, praças, urbanizações, galerias e para a compactação de solos em geral e em locais delimitados.

O rolo liso-cilindro liso é mais usado na compactação de acabamento e em terrenos com mistura de argila e areia, onde há plasticidade média ou baixa.

O rolo pneumático consiste em vários pneus de borracha, todos com eixos individuais e acabamento liso. Utilizado em solos de granulação fina e arenosa e em acabamentos de asfalto.

Rolo pé de carneiro é um cilindro metálico com saliências que penetram no solo. Ele é ideal para solos argilosos, pois propicia um ótimo entrosamento entre as camadas compactadas.

Compactadores são máquinas movidas por um motor elétrico, a diesel ou a gasolina, que geram movimentos oscilatórios ou de percussão em uma chapa de aço em sua parte inferior. Suas utilizações são em compactação de valas, de esgoto, aterros em geral e calçamento.

O compactador de percussão, também conhecido como “sapo”, é um equipamento portátil, composto por um motor que aciona um soquete cuja sapata percussiona o solo. É usado em pequenas obras.

O compactador vibratório tem uma chapa de aço sobre a qual se apóia um mecanismo vibratório de grande potencia. Ele é manuseado por um operador através de uma grande alça. Fora as aplicações usuais de um compactador, ela também permite vibrar pisos de concreto.

O rolo compactador vibratório é um rolo autopropelido parecido com um rolo compressor, mas em dimensões menores. Seu rolo vibratório pode ser carregado com água para aumentar seu peso total. Ele serve para a compactação de solos granuladores em geral.

Já o soquete é uma ferramenta composta de uma haste de madeira com peso engastado na extremidade. Normalmente consiste em ser uma lata cheia de concreto com um cabo engastado. É usada para compactar terrenos e dar-lhes consistência ao redor de postes, moirões e etc. Também é utilizado para firmar pedras lajes e nos calçamentos.

Vibrador é um mecanismo normalmente elétrico e destinado a gerar por meio de movimento excêntrico de uma peça as vibrações necessárias ao adensamento do concreto. Os vibradores são usados para vibrar o concreto e assim obter melhor adensamento e distribuição homogênea dos agregados, assegurando desta forma um concreto de boa qualidade, sem vazios ou falhas.

O vibrador de imersão é um equipamento composto por um motor, um bulbo e um mangote. No interior do bulbo gira uma peça excêntrica que produz a vibração. O vibrador de imersão é o mais utilizado. Introduz-se o bulbo no concreto que acabou de ser lançado, para obter o adensamento em vigas, lajes e pilares.


Fabiane Martello

Título: Rolos compressores, compactadores e vibradores

Autor: Fabiane Martello (todos os textos)

Visitas: 221

784 

Imagem por: JoshuaDavisPhotography. COM

Deixe o seu comentárioDeixe o seu comentário

Comentários     ( 1 )    recentes

  • ROSEROSE

    24-06-2010 às 17:45:07

    OLÁ. SOU ESTUDANTE DE EDIFIÇÕES E SEU TEMA ME AJUDOU MUITO NO MEU TRABALHO...
    OBRIGADA

    ¬ Responder

Comentários - Rolos compressores, compactadores e vibradores

voltar ao texto
  • Avatar *     (clique para seleccionar)


  • Nome *

  • Email

    opcional - receberá notificações

  • Mensagem *

  • Os campos com * são obrigatórios


  • Notifique-me de comentários neste texto por email.

  • Notifique-me de respostas ao meu comentário por email.

Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

Ler próximo texto...

Tema: DVD Filmes
Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.\"Rua
Este texto irá falar sobre o filme Ex_Machina, nele podem e vão ocorrer Spoillers, então se ainda não viram o filme, vejam e voltem depois para lê-lo.

Impressões iniciais:

Ponto para o filme. Já que pela sinopse baixei a expectativa ao imaginar que era apenas mais um filme de robôs com complexo de Pinóquio, mas evidentemente que é muito mais que isso.

Desde as primeiras cenas é possível perceber que o filme tem algo de especial, pois não vemos uma cena de abertura com nenhuma perseguição, explosão ou ação sem propósito, típica em filmes hollywoodianos.
Mais um ponto, pois no geral o filme prende mais nos diálogos cerebrais do que na história em si, e isso é impressionante para o primeiro filme, como diretor, de Alex Garland (também roteirista do filme). O filme se mostrou eficiente em criar um ambiente de suspense, em um enredo, aparentemente sem vilões ou perigos, que prende o espectador.

Entrando um pouco no enredo, não é difícil imaginar que tem alguma coisa errada com Nathan Bateman (Oscar Isaac), que é o criador do android Ava (Alicia Vikander), pois ele vive isolado, está trabalhando num projeto de Inteligência Artificial secreto e quando o personagem orelha, Caleb Smith (Domhnall Gleeson), é introduzido no seu ambiente, o espectador fica esperando que em algum momento ele (Nathan) se mostrará como vilão. No entanto isso ocorre de uma forma bastante interessante no filme, logo chegaremos nela.

Falando um pouco da estética do filme, ponto para ele de novo, pois evita a grande cidade (comum nos filmes de FC) como foco e se concentra mais na casa de Nathan, que fica nas montanhas cercadas de florestas e bastante isolado. Logo de cara já é possível perceber que a estética foi pensada para ser lembrada, e não apenas um detalhe no filme. A pesar do ambiente ser isolado era preciso demonstras que os personagens estão em um mundo modernizado, por isso o cineasta opta por ousar na arquitetura da casa de Nathan.

A casa é nesses moldes novos onde a construção se mistura com o ambiente envolta. Usando artifícios como espelhos, muitas paredes de vidro, estruturas de madeira e rochas, dando a impressão de camuflagem para a mesma, coisa que os ambientalistas julgam favorável à natureza. Por dentro se pode ver de forma realista como podem ser as smart-house, não tenho certeza se o termo existe, mas cabe nesse exemplo. As paredes internas são cobertas com fibra ótica e trocam de cor, um efeito que além de estético ajuda a criar climas de suspense, pois há momentos onde ocorrem quedas de energia, então fica tudo vermelho e trancado.

O papel de Caleb á ajudar Nathan a testar a IA de AVA, mas com o desenrolar da história Nathan revela que o verdadeiro teste está em saber se Ava é capaz de “usar”, ou “se aproveitar” de Caleb, que se demonstra ser uma pessoa boa.

Caleb é o típico nerd introvertido, programador, sem amigos, sem família e sem namorada. Nathan também representa a evolução do nerd. O nerd nos dias de hoje. Por fora o cara é careca, barbudão com uns traços orientais (traços indianos, pois a Índia também fica no Oriente), bebê bastante e ao mesmo tempo malha e mantém uma dieta saudável pra compensar. E por dentro é um gênio da programação que criou, o google, o BlueBook, que é um sistema de busca muito eficiente.

Destaque para um diálogo sobre o BlueBook, onde Nathan fala para Caleb:
“Sabe, meus concorrentes estavam tão obcecados em sugar e ganhar dinheiro por meio de compras e mídia social. Achavam que ferramenta de pesquisa mapeava O QUE as pessoas pensavam. Mas na verdade eles eram um mapa de COMO as pessoas pensavam”.

Impulso. Resposta. Fluido. Imperfeição. Padronização. Caótico.

A questão filosófica vai além disso esbarrando no conceito de “vontade de potência”, de Nietzche, mas sobre isso não irei falar aqui, pois já há textos muito bons por aí.

Tem outra coisa que o filme me lembrou, que eu não sei se é referência ou se foi ocasional, mas o local onde Ava está presa e a forma como ela fica deitada num divã, e questiona se Caleb a observa por detrás das câmeras, lembra o filme “A pele que habito” de Almodóvar, um outro filme excelente que algum dia falarei por aqui.

Talvez seja uma versão “O endoesqueleto de metal e silicone que habito”, ou “O cérebro positrônico azul que habito”, mesmo assim não podia deixar de citar a cena por que é muito interessante.

Pesquisar mais textos:

Jhon Erik Voese

Título:Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

Autor:Jhon Erik Voese(todos os textos)

Alerta

Tipo alerta:

Mensagem

Conte-nos porque marcou o texto. Essa informação não será publicada.

Deixe o seu comentárioDeixe o seu comentário

Comentários

  • Suassuna 11-09-2015 às 02:03:47

    Gostei do texto, irei conferir o filme.

    ¬ Responder
  • Jhon Erik VoeseJhon Erik Voese

    15-09-2015 às 15:51:02

    Que bom, obrigado! Espero que goste do filme também!

    ¬ Responder

Pesquisar mais textos:

Deixe o seu comentário

  • Nome *

  • email

    opcional - receberá notificações

  • mensagem *

  • Os campos com * são obrigatórios