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Vá pelo cheiro de um restaurante

Categoria: Restaurantes
Comentários: 2
Vá pelo cheiro de um restaurante

Quando a barriga começa a “dar horas” é sinal de que o organismo entrou em deficit calórico e que é preciso repor as energias. Pode optar-se por uma sandes e uma bebida no local de trabalho, por levar a marmita de casa ou pelo “dois em um”: abandonar, por momentos, a cadeira que acolheu o traseiro toda a manhã, e deslocar-se ao restaurante mais próximo, numa perspectiva de espairecer ao mesmo tempo que se supre uma necessidade básica.

A menor disponibilidade financeira afecta toda a gente e não há negócio que não se ressinta. Todavia, muitos restaurantes optam por praticar preços mais acessíveis, elaborando, por exemplo, menus completos ou recorrendo ao sistema de buffet. Embora a margem de lucro per capita não seja tão elevada, asseguram uma maior constância e atingem alguma estabilidade, e, como diz a sabedoria popular «mais vale um pássaro na mão do que dois a voar» …

Por falar em aves, estas acabam por integrar grande número dos pedidos efectuados, não apenas por se tratar de uma carne branca e, portanto, mais saudável, pelo facto de serem bastante saborosas, por existirem mil e um pratos de galináceos, mas, acima de tudo, porque tornam a conta final substancialmente mais suave. E, verdade seja dita, os dentes também agradecem não ser sujeitos ao suplício de estar uma hora a mastigar o mesmo bife! Ainda que o restaurante só feche à meia-noite…

De facto, com o frango não existe esse problema. Sendo de aviário, até os ossos quase derretem com a cozedura. Não obstante, não é de todo conveniente pô-los muito à vista… Se determinado cliente pedir um frango à caçador, não aceitará que lhe sirvam um frango à raio-X… em que do bicho só se vêem os ossos!

Os jantares, românticos, de aniversário, de comemoração de alguma data especial, de motivações intimamente ligadas à preguiça ou outras igualmente válidas, levam aos restaurantes outro tipo de comilões. Estes vão com mais calma e buscam, por alguns instantes, o prazer da mesa, o desfrute do ócio, o saborear de uma rara tranquilidade, um convívio familiar não interrompido pelo chamamento de tachos, panelas e demais trens utilitários do lar.

Nestas ocasiões, e visto que os olhos são os primeiros a comer, talvez constitua uma mais-valia o responsável pela cozinha esmerar-se na decoração dos pratos. Esta estratégia pouco ou nada acrescenta ao trabalho e despesa na confecção, mas contribui grandemente para a valorização deste verdadeiro cartão de visita. São pequenos incentivos de uma publicidade mais caseira do que, muitas vezes, a comida…



Maria Bijóias

Título: Vá pelo cheiro de um restaurante

Autor: Maria Bijóias (todos os textos)

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Comentários     ( 2 )    recentes

  • Yuri SilvaYuri

    16-09-2014 às 02:43:19

    Muito legal saber que o cheiro tem total influência sobre a escolha do restaurante. É fato que somos atraídos por isso!

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de Climatizaçãoguida

    17-05-2009 às 19:24:41

    Sim o teu texto foi muito interressante e apelativo. Por vezes é tão agradavel ler com sentido de humor. Pararbens por transformares um topico , normalmente chato em algo alegre.

    Adoro restaurantes , adoro sentido de humor.

    Alegria e comida.

    ¬ Responder

Comentários - Vá pelo cheiro de um restaurante

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A história da fotografia

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Tema: Fotografia
A história da fotografia\"Rua
A história e princípios básicos da fotografia e da câmara fotográfica remontam à Grécia Antiga, quando Aristóteles verificou que os raios de luz solar e com o uso de substâncias químicas, ao atravessarem um pequeno orifício, projetavam na parede de um quarto escuro a imagem do exterior. Este método recebeu o nome de câmara escura.

A primeira fotografia reconhecida foi uma imagem produzida em 1826 por Niepce. Esta fotografia foi feita com uma câmara e assente numa placa de estanho coberta com um derivado de petróleo, tendo estado exposta à luz solar por oito horas, esta encontra-se ainda hoje preservada.

Niepce e Louis –Jacques Mandé Daguerre inciaram em 1829 as suas pesquisas, sendo que dez anos depois foi oficializado o processo fotográfico o nome de daguerreótipo. Este processo consistia na utilização de duas placas, uma dourada e outra prateada, que uma vez expostas a vapores de iodo, formando uma pelicula de iodeto de prata sobre a mesma, ai era a luz que entrava na camara escura e o calor gerado pela luz que gravava a imagem/fotografia na placa, sendo usado vapor de mercúrio para fazer a revelação da imagem. Foi graças á investigação realizada por Friedrich Voigtlander e John F. Goddard em 1840, que os tempos de exposição e revelação foram encurtados.




Podemos dizer que o grande passo (não descurando muitas outras mentes brilhantes) foi dado por Richard Leach Maddox, que em 1871 fabricou as primeiras placas secas com gelatina, substituindo o colódio. Três anos depois, as emulsões começaram a ser lavadas com água corrente para eliminar resíduos.

A fotografia digital


Com o boom das novas tecnologias e com a capacidade de converter quase tudo que era analógico em digital, sendo a fotografia uma dessas mesmas áreas, podemos ver no início dos anos 90, um rápido crescimento de um novo mercado, a fotografia digital. Esta é o ideal para as mais diversas áreas do nosso dia a dia, seja a nível profissional ou pessoal.

As máquinas tornaram-se mais pequenas, mais leves e mais práticas, ideais para quem não teve formação na área e que não tem tempo para realizar a revelação de um rolo fotográfico, sem necessidade de impressão. Os melhores momentos da nossa vida podem agora ser partilhados rapidamente com os nossos amigos e familiares rapidamente usando a internet e sites sociais como o Facebook e o Twitter .

A primeira câmara digital começou a ser comercializada em 1990, pela Kodak. Num instante dominou o mercado e hoje tornou-se produto de consumo, substituindo quase por completo as tradicionais máquinas fotográficas.

Sendo que presentemente com o aparecimento do FullHD, já consegue comprar uma máquina com sensores digitais que lhe permitem, além de fazer fotografia, fazer vídeo em Alta-Definição, criando assim não só fotografias quase que perfeitas em quase todas as condições de luz bem como vídeo com uma qualidade até agora impossível no mercado do vídeo amador.

Tirar fotografias já é acessível a todos e como já não existe o limite que era imposto pelos rolos, “dispara-se” por tudo e por nada. Ter uma máquina fotográfica não é mais um luxo, até já existem máquinas disponíveis para as crianças. Muitas vezes uma fotografia vale mais que mil palavras e afinal marca um momento para mais tarde recordar.

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Título:A história da fotografia

Autor:Bruno Jorge(todos os textos)

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Comentários

  • Rua DireitaRua Direita

    05-05-2014 às 03:48:18

    Como é bom viver o hoje e saber da história da fotografia. Isso nos dá a ideia de como tudo evoluiu e como o mundo está melhor a cada dia produzindo fotos mais bonitas e com qualidade!

    ¬ Responder

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