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Jogue com as almofadas na decoração

Categoria: Decoração
Jogue com as almofadas na decoração

A decoração da casa ou de outro ambiente é fundamental para o bem - estar emocional e físico das crianças, jovens e adultos. No entanto é fundamental decorar os espaços tendo em conta o estilo presente na casa.

As almofadas são um óptimo complemento de decoração e contribuem para dar harmonia, conforto e cor ao ambiente. Deste modo devem ser usadas com diferentes padrões, textura, cores e motivos.

Existe uma enorme variedade de padrões nas lojas artesanais que podem ser combinadas com cores para dar um ar mais exuberante a qualquer ambiente. A par das almofadas deve ainda decorar-se com quadros nas paredes, jarras, vasos sobre as mesas e plantas. O conforto aumenta com paletas de almofadas de várias cores, seja nos sofás, quartos, escritório e inclusive terraços e jardim. Suaves, coloridas, lisas, com ou sem textura, são um óptimo acessório decorativo multifuncional. Com vários tamanhos e formatos, não precisam de muito para renovar completamente o ambiente. Às vezes basta trocá-las de lugar ou de fronha para alterar o visual. Deve escolher-se um número impar para ficarem mas apelativas, bem como grupinhos variados quadradas e redondas. Assim para uma combinação perfeita o ideal na decoração deve escolher-se tecidos de algodão, linho, cores fortes e padrões geométricos inspirados na natureza, motivos florais e botânicos.

Na decoração clássica deve dar-se uma certa simetria e formalidade.

As almofadas em número par são ideais e com um tamanho adequado à peça; motivos florais, adamascados, listadas, monogramas; tecidos combinados, veludos, sedas, redondas e quadradas.

Para um estilo mais moderno: expostas em número ímpar, por exemplo duas num lado do sofá e uma no outro lado, para um look mais descontraído.

Para um estilo mais excêntrico: combinar grupos de cinco, diferentes em textura, padrões e escolher uma cor como elo de ligação.

No verão deve optar-se por cores mais claras, tecidos frescos e leves. Por outro lado no inverno o melhor é optar-se por tons mais escuros, tecidos fortes e aconchegantes.

Deve ainda decorar-se consoante as cores das paredes, contrastar com cores e modelos para um toque mais exuberante.

Devem ainda ser colocadas no chão junto á lareira, no escritório e no quarto. Elas servem ainda para mudar cores quando estas fartarem.

Nas cadeiras da cozinha, sofás, camas, cadeirões, maples e bancos do jardim mudam o ambiente, aconchegam e vislumbram.

As suas cores vibrantes animam qualquer espaço de dentro ou fora da casa.


Teresa Maria Batista Gil

Título: Jogue com as almofadas na decoração

Autor: Teresa Maria Gil (todos os textos)

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Imagem por: karen horton

Comentários - Jogue com as almofadas na decoração

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Os descendentes de Eça

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Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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