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Estrelas em restaurantes

Categoria: Restaurantes
Visitas: 2
Comentários: 1
Estrelas em restaurantes

A escolha de um restaurante recai muitas vezes sobre o que tem melhor relação qualidade-preço. Mas, outras vezes há, em que o preço não é factor impeditivo e procura-se o melhor cotado em termos de qualidade. Mas como saber o que define a qualidade de um restaurante?

Uma das possibilidade é procurar restaurantes de apresentem Estrelas Michelin. O guia Michelin foi publicado pela primeira vez em 1900 por André Michelin, cujo negócio principal se prendia com o fabrico de pneus. Com a criação dos guias, o seu objectivo era promover o turismo para o crescente mercado automobilístico. Actualmente, o Guia Michelin está presente na maioria dos países europeus e em vários de todo o mundo. Apresenta-se em duas cores: vermelho e verde, com objectivos e especificações distintas.

Os guias verdes são guias turísticos que se concentram na divulgação do património natural e cultural dos vários países. Já os vermelhos referenciam hotéis e restaurantes.

As estrelas atribuídas por este guia são o sonho e pesadelo de qualquer grande chef. Podem ser atribuídas 1, 2 ou 3 estrelas, sendo que quando maior o número, melhor o restaurante em causa. Ganhar uma estrela do guia significa a ascensão do restaurante e dos seus chefs. É de tal forma creditado e aclamado entre a classe gastronómica, que perder um dos galardões pode induzir desfechos inesperados, como o suicídio do chef Bernard Loiseau em 2003, após rumores de que o seu estabelecimento perderia a classificação de “Três Estrelas Michelin”.

Portugal, bem como outros países europeus, tem vários restaurantes com Estrelas Michelin. No total são 10 os que apresentam esta distinção. Em Lisboa, apenas um se destaca – o Eleven, junto ao Parque Eduardo Sétimo. Na Madeira, apenas o “Il Gallo d’Oro” teve também esta atribuição. Já Almancil possui vários, como o “São Gabriel”, o “Henrique Leis” e o “Amadeus”. Em Coimbra, o “Arcadas da Capela”, na Quinta das Lágrimas faz as delícias dos seus clientes.

Em Albufeira podemos apreciar o “Villa Joya” e em Cascais o “Fortaleza do Guincho”. Já na Quarteira, não podemos deixar de visitar o “Wilie´s”. Por fim, em Amarante, “A Casa da Calçada” foi um dos mais recentes galardoados.

Se para os donos e chefs dos restaurantes eleitos, tal distinção traz clientes e distinção, para Portugal traz reputação e notoriedade, apresentando ainda mais razões para estrangeiros visitarem o nosso país.



Cláudia Bandeira

Título: Estrelas em restaurantes

Autor: Cláudia Bandeira (todos os textos)

Visitas: 2

798 

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Comentários     ( 1 )    recentes

  • Yuri SilvaYuri

    16-09-2014 às 05:17:20

    Essa classificação é muito boa, pois assim saberemos o tipo se lugar que queremos ir e que esteja dentro do que podemos pagar.

    ¬ Responder

Comentários - Estrelas em restaurantes

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Os descendentes de Eça

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Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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