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Restaurantes de fast-food

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Restaurantes
Comentários: 5
Restaurantes de fast-food

Os restaurantes de fast-food, como o próprio nome indica são restaurantes de comida rápida.

Este conceito tem vindo a crescer continuamente nos últimos anos, e o seu sucesso deve-se também em parte à forma como as pessoas vivem o seu dia a dia atualmente – o stress, a falta de tempo, a pressão do trabalho fizeram com que as pessoas passassem a fazer todas as tarefas do dia a dia em “modo de sprint”, e isso também incluiu as refeições. Os restaurantes de fast-food aproveitaram esta onda e as pessoas aderiram e continuam cada vez mais a fazer as suas refeições nesses locais, principalmente as que vivem e trabalham nas grande metrópoles.

O facto de os restaurantes de fast-food também terem uma forte implementação em centros comerciais foi outro fator decisivo para o sucesso que hoje têm. Tanto as pessoas que trabalham nos centros comerciais como as que os visitam têm um sítio para comer “ali mesmo à mão”. Além disso, existem também casos de famílias em que a ida a um centro comercial é sempre um bom pretexto para uma paragem nos fast-food.

Apesar de atualmente as pessoas estarem melhor informadas sobre os malefícios que esse tipo de comidas rápidas e hiper-calóricas trazem à sua saúde, a verdade é que a faturação e o negócio dos restaurantes de fast-food continuam a crescer, ao passo que os restaurantes tradicionais têm vindo a sofrer quebras.

Principalmente entre os mais jovens, tornou-se moda ir aos fast-food. Festas de aniversário, jantares de fim de semana, entre outros – deixaram de ser feitos em restaurantes tradicionais e passaram para os fast-food. É “cool” ir aos restaurantes fast-food.

Como todas as modas a tendência é que passe, e lá virá o dia em que bom será ir a um belo de um restaurante com comida tradicional.

Por outro lado, já existem muitas pessoas que boicotam este tipo de estabelecimentos, tentando alertar para os malefícios que a chamada “comida de plástico” traz para a saúde e recusando-se também contribuir para o enriquecimento das grandes multinacionais que dominam o setor dos fast-food.


Carlos Vieira

Título: Restaurantes de fast-food

Autor: Carlos Vieira (todos os textos)

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Imagem por: Ashycat

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Comentários     ( 5 )    recentes

  • Rafaela CoronelRafaela

    14-09-2014 às 19:04:43

    Não curto muito, mas naquelas horas de aperto sempre é bom recorrer a esses tipos de restaurantes de fast-food. Mas, apenas de vez em quando.

    ¬ Responder
  • SophiaSophia

    19-05-2014 às 03:23:05

    Os fast-food tem sido bastante abordado em questão da má saúde das pessoas. Apesar da rapidez que eles proporcionam, as pessoas tem ficado mais sedentárias, com uma baixa qualidade e propensas a terem muitas doenças.
    Cumprimentos,
    Sophia

    ¬ Responder
  • aline

    25-01-2013 às 13:17:37

    qual e um bom nome para abri uma empresa de fast dood

    ¬ Responder
  • André BelacorçaAndré Belacorça

    17-09-2012 às 17:00:41

    faz mal, pessimamente mal, mas é o refúgio da pressa de comer, e é muito bom.

    ¬ Responder
  • Sofia NunesSofia Nunes

    14-09-2012 às 18:01:49

    O fast-food é, como refere no seu artigo, um tipo de “comida” especialmente consumida pelos jovens. Assim sendo, tal como todos a maioria da população jovem também eu consumi muito fast-food. Não diariamente, mas sempre que fazia refeições fora de casa fazia-os em restaurantes deste género. Mantive-me magra porque não tenho propensão para engordar, mas ainda assim reconheci os malefícios futuros que esse tipo de alimentação inevitavelmente me traria, e alterei radicalmente a minha dieta.

    ¬ Responder

Comentários - Restaurantes de fast-food

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Os descendentes de Eça

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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