Bem vindo à Rua Direita!
Eu sou a Sophia, a assistente virtual da Rua Direita.
Em que posso ser-lhe útil?

Email

Questão

a carregar
Textos | Produtos                                                    
|
Top 30 | Categorias

Email

Password


Esqueceu a sua password?
Início > Textos > Categoria > Restaurantes > Sabores tipicamente Portugueses

Sabores tipicamente Portugueses

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Restaurantes
Visitas: 6
Comentários: 1
Sabores tipicamente Portugueses

Quando se trata de gastronomia Portuguesa, existe tanto para se falar. Os Portugueses são bom garfo e os sabores trazidos dos quatro cantos do mundo, são hoje sinónimo de iguarias sem igual. Já experimentou perguntar a um turista se gosta da comida Portuguesa? Mesmo que saiba que ele vai responder de forma positiva, vai ficar espantado com a alegria e agrado com que lhe responde.

Como nem só de pão vive o homem, os Portugueses criaram e inventaram, mesmo que com algumas influências alguns partos especiais. Prova disso são os restaurantes típicos que por esse Portugal fora se podem encontrar.

Se pegarmos no carro e decidirmos descobrir as gastronomias mais típicas nos mais famosos sítios tipicamente Portugueses, vamos encontrar gostos únicos e memoráveis que jamais conseguiremos esquecer. Será um gosto lembrá-los, aconselhá-los e repeti-los. Aqui vão umas ideias.

Na zona de Sarilhos Grandes – Montijo, podemos encontrar a melhor casa das enguias. Encontram-se também em zonas como o Algarve e o Alentejo, mas se quer desfrutar de um ensopado acompanhado por pão torrado ou frito, viaje até á zona da Lançada. É um prato de comer e chorar por mais.

Na zona da Mealhada, encontramos o famoso leitão à Bairrada. Acompanhado por umas batatinhas fritas e de pickles envinagrados, este pequeno porquinho faz as delicias de quem o prova. A pele estaladiça engorda um bocadinho, mas é super saborosa.

Os rojões à minhota, não precisam de apresentações nem de indicações de onde se pode comer. Peça que seja servido com coentros frescos picadinhos por cima da travessa. O bacalhau á minhota também é especial por aqui.

Se for ao Porto, apesar de muitas outras coisas apetitosas, não saia de lá sem comer um Francesinha. Deliciosas, mas calóricas. Aposto que não vai ter fome nas próximas horas.

No Alentejo não perca o chouriço assado e o pão regional, e na zona da Serra da Estrela, prove o Cozido à Portuguesa com alimentos acabados de sair da terra. Se for ao Algarve, uma sardinhada vão fazê-lo recordar o melhor que pode existir da gastronomia Portuguesa.

Outras tantas zonas muito têm para oferecer, e era de todo impossível falar de todos eles. O ideal será começar no Algarve e subir por esse Portugal fora. Vai engordar no mínimo 20 quilos e precisar de pelo menos um mês para comer de tudo, mas aposto que será uma temporada inesquecível.


Carla Horta

Título: Sabores tipicamente Portugueses

Autor: Carla Horta (todos os textos)

Visitas: 6

705 

Imagem por: iwona_kellie

Deixe o seu comentárioDeixe o seu comentário

Comentários     ( 1 )    recentes

  • Yuri SilvaYuri

    16-09-2014 às 05:06:47

    Amo muito o bacalhau! Hum, já me dá até água na boca! Estes sabores tipicamente portugueses são excelentes e nos faz pensar o quão bom é a variedade da culinária no mundo inteiro.

    ¬ Responder

Comentários - Sabores tipicamente Portugueses

voltar ao texto
  • Avatar *     (clique para seleccionar)


  • Nome *

  • Email

    opcional - receberá notificações

  • Mensagem *

  • Os campos com * são obrigatórios


  • Notifique-me de comentários neste texto por email.

  • Notifique-me de respostas ao meu comentário por email.

Os descendentes de Eça

Ler próximo texto...

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

Pesquisar mais textos:

Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

Imagem por: iwona_kellie

Alerta

Tipo alerta:

Mensagem

Conte-nos porque marcou o texto. Essa informação não será publicada.

Pesquisar mais textos:

Deixe o seu comentário

  • Nome *

  • email

    opcional - receberá notificações

  • mensagem *

  • Os campos com * são obrigatórios