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O Forno a que temperatura?

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Electrodomésticos
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O Forno a que temperatura?

Cozinhar é uma arte, assim como jardinar,
fazer bricolage e outras atividades que podem constituir uma grande fonte de prazer.
O forno é um instrumento muito utilizado na culinária, por isso há que saber manuseá-lo. Conhecer as temperaturas a que os alimentos devem ser preparados torna-se assim essencial.

Dependendo do que se cozinha, a temperatura diverge. Por exemplo, se estiver a preparar um assado de porco deve colocar o forno a 220º c, enquanto que se estiver a preparar um bolo de maçã é sugerido que o coloque apenas a 170-180º c.

Normalmente, existe um livro de instruções que o informa sobre estas alternâncias, não hesite em consultá-lo. Outro fator a ter em conta quando utilizar este instrumento é o tempo de confeção do alimento. Tal como a temperatura, este também varia de prato para prato. Assim, um pato assado demora cerca de 180 minutos a ser cozinhado, já um roast beef pede somente por 50 minutos. Nos modelos equipados com relógio analógico, o tempo pode ser programado, o que o liberta da incómoda tarefa de estar de olho nas horas, podendo concentrar a sua atenção em outras funções.

O tipo de cozedura é ainda outro fator que deve ter em atenção, existindo quatro posições primordiais, cada uma delas representada por um determinado símbolo. Para este efeito, aconselhamo-lo também a consultar o livro de instruções, que além de fornecer algumas tabelas de pratos com as respetivas posições explica em que é que estas consistem.

<b>O Forno e os seus acessórios</b>

Os fornos dispõem de alguns acessórios: tabuleiro esmaltado, tabuleiro de alumínio e grelha, entre outros. O primeiro serve para cozinhar pastéis e assados, bem como para recuperar gordura quando se gratina diretamente sobre a grelha. O segundo é usado para tartes e bolos. O terceiro é utilizado para assados e gratinados.

<b>Conselhos úteis</b>

• Quando assar peixe ou carne escolha recipientes resistentes a temperaturas elevadas
• Dê a volta às peças a metade do tempo de cozedura
• Quando os condimentos estão preparados deixe-os repousar durante dez minutos, com o forno apagado e fechado
• Faça pequenos buracos nas tartes e verta sumo ou licor lá para dentro, de modo a não as deixar secar
• Gratine sempre com a porta fechada
• Deite 2 ou 3 colheres de sopa de líquido sobre as carnes gordas e 8 ou 10 sobre as peças de boi
• Pique os bolos ou as tardes com um palito. Se este sair seco, sem resto de massa, então o cozinhado está pronto


Rua Direita

Título: O Forno a que temperatura?

Autor: Rua Direita (todos os textos)

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Os descendentes de Eça

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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