Bem vindo à Rua Direita!
Eu sou a Sophia, a assistente virtual da Rua Direita.
Em que posso ser-lhe útil?

Email

Questão

a carregar
Textos | Produtos                                                    
|
Top 30 | Categorias

Email

Password


Esqueceu a sua password?
Início > Textos > Categoria > Máquinas > Máquinas de Etiquetar

Máquinas de Etiquetar

Categoria: Máquinas
Visitas: 2
Máquinas de Etiquetar

Muitos são os materiais indispensáveis ao funcionamento de uma empresa. Alguns de uso corrente, outros nem por isso e enquanto alguns são dispensáveis, outros há que fazem parte do trabalho, como se do ar empresarial se tratasse.

Canetas e blocos, computadores e faxes, secretarias e cadeiras, enfim, um sem número de coisas de que nos lembramos que fazem parte do dia-a-dia das empresas. Existem depois, alguns utensílios que são impensáveis para um ramo, mas que para outros são imprescindíveis. Caso disso são as máquinas de etiquetar.

As máquinas de etiquetar podem, ao contrário do que possa julgar à partida ter uma funcionalidade dentro de um escritório, ter uma utilidade única.

Quando um ramo empresarial obriga a registos em pastas em número substancial, ou até mesmo para identificar documentos, a máquina de etiquetar torna a função muito mais fácil, rápida e eficaz.

Dependo do ramo, as máquinas de etiquetar podem ser diferentes.

Existem máquinas, cuja única função é fazer salientar datas, e aqui os números podem ser alterados à mão e de forma simples, bastando para isso rodar os dígitos uma vez por dia.

Embora à partida julguemos que as máquinas de etiquetar são básicas, a realidade é que podem ser muito complexas. Se anteriormente foi dado um exemplo de máquinas simples e manuais, posso apresentar-lhe um exemplo de uma máquina bastante sofisticada.

Imagine que uma empresa tem de registar milhares de impressos por dia e que todos os impressos têm obrigatoriamente de ter um número sequencial. Aqui, uma máquina electrónica que se encarrega de entregar a cada etiqueta um número único e seguido, consegue transformar uma tarefa complicada e muito exaustiva, numa atitude perfeitamente normal e do quotidiano no trabalho.

As máquinas dependem, sendo electrónicas de um rolo de etiquetas que é impresso e que sai pronto a colar no local necessário.

Os rolos são comprados à parte e podem conter até 1000 etiquetas. Naturalmente que saindo impressas de forma automática, estas maquinas requerem um pequeno deposito de tinta que pode ser em formato de dispositivo (tipo tinteiro) ou através de recarga de tinta.

Apesar do valor de uma maquina de etiquetar ser mais cara e do seu uso ser também mais dispendioso, certo é que nada como um bom utensílio de trabalho que poupe dores de cabeça aos colaboradores.

Há venda em grandes superfícies comerciais especializadas em materiais de escritório, estas máquinas requerem atenção na altura da compra, pelo que o melhor é fazer um pequeno estudo antes da compra e pedir ajuda na própria loja.


Carla Horta

Título: Máquinas de Etiquetar

Autor: Carla Horta (todos os textos)

Visitas: 2

Comentários - Máquinas de Etiquetar

voltar ao texto
  • Avatar *     (clique para seleccionar)


  • Nome *

  • Email

    opcional - receberá notificações

  • Mensagem *

  • Os campos com * são obrigatórios


  • Notifique-me de comentários neste texto por email.

  • Notifique-me de respostas ao meu comentário por email.

A história da fotografia

Ler próximo texto...

Tema: Fotografia
A história da fotografia\"Rua
A história e princípios básicos da fotografia e da câmara fotográfica remontam à Grécia Antiga, quando Aristóteles verificou que os raios de luz solar e com o uso de substâncias químicas, ao atravessarem um pequeno orifício, projetavam na parede de um quarto escuro a imagem do exterior. Este método recebeu o nome de câmara escura.

A primeira fotografia reconhecida foi uma imagem produzida em 1826 por Niepce. Esta fotografia foi feita com uma câmara e assente numa placa de estanho coberta com um derivado de petróleo, tendo estado exposta à luz solar por oito horas, esta encontra-se ainda hoje preservada.

Niepce e Louis –Jacques Mandé Daguerre inciaram em 1829 as suas pesquisas, sendo que dez anos depois foi oficializado o processo fotográfico o nome de daguerreótipo. Este processo consistia na utilização de duas placas, uma dourada e outra prateada, que uma vez expostas a vapores de iodo, formando uma pelicula de iodeto de prata sobre a mesma, ai era a luz que entrava na camara escura e o calor gerado pela luz que gravava a imagem/fotografia na placa, sendo usado vapor de mercúrio para fazer a revelação da imagem. Foi graças á investigação realizada por Friedrich Voigtlander e John F. Goddard em 1840, que os tempos de exposição e revelação foram encurtados.




Podemos dizer que o grande passo (não descurando muitas outras mentes brilhantes) foi dado por Richard Leach Maddox, que em 1871 fabricou as primeiras placas secas com gelatina, substituindo o colódio. Três anos depois, as emulsões começaram a ser lavadas com água corrente para eliminar resíduos.

A fotografia digital


Com o boom das novas tecnologias e com a capacidade de converter quase tudo que era analógico em digital, sendo a fotografia uma dessas mesmas áreas, podemos ver no início dos anos 90, um rápido crescimento de um novo mercado, a fotografia digital. Esta é o ideal para as mais diversas áreas do nosso dia a dia, seja a nível profissional ou pessoal.

As máquinas tornaram-se mais pequenas, mais leves e mais práticas, ideais para quem não teve formação na área e que não tem tempo para realizar a revelação de um rolo fotográfico, sem necessidade de impressão. Os melhores momentos da nossa vida podem agora ser partilhados rapidamente com os nossos amigos e familiares rapidamente usando a internet e sites sociais como o Facebook e o Twitter .

A primeira câmara digital começou a ser comercializada em 1990, pela Kodak. Num instante dominou o mercado e hoje tornou-se produto de consumo, substituindo quase por completo as tradicionais máquinas fotográficas.

Sendo que presentemente com o aparecimento do FullHD, já consegue comprar uma máquina com sensores digitais que lhe permitem, além de fazer fotografia, fazer vídeo em Alta-Definição, criando assim não só fotografias quase que perfeitas em quase todas as condições de luz bem como vídeo com uma qualidade até agora impossível no mercado do vídeo amador.

Tirar fotografias já é acessível a todos e como já não existe o limite que era imposto pelos rolos, “dispara-se” por tudo e por nada. Ter uma máquina fotográfica não é mais um luxo, até já existem máquinas disponíveis para as crianças. Muitas vezes uma fotografia vale mais que mil palavras e afinal marca um momento para mais tarde recordar.

Pesquisar mais textos:

Bruno Jorge

Título:A história da fotografia

Autor:Bruno Jorge(todos os textos)

Alerta

Tipo alerta:

Mensagem

Conte-nos porque marcou o texto. Essa informação não será publicada.

Deixe o seu comentárioDeixe o seu comentário

Comentários

  • Rua DireitaRua Direita

    05-05-2014 às 03:48:18

    Como é bom viver o hoje e saber da história da fotografia. Isso nos dá a ideia de como tudo evoluiu e como o mundo está melhor a cada dia produzindo fotos mais bonitas e com qualidade!

    ¬ Responder

Pesquisar mais textos:

Deixe o seu comentário

  • Nome *

  • email

    opcional - receberá notificações

  • mensagem *

  • Os campos com * são obrigatórios