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Fragmentadora de papel

Categoria: Máquinas
Visitas: 8
Fragmentadora de papel

As fragmentadoras de papel são ideais para ter num escritório particular ou de empresa e em todos os serviços que necessitem de fragmentar papel. Os seus préstimos são inúmeros o que faz com que muita gente compre este aparelho para seu trabalho particular ou de geral.

A sua utilidade reveste-se cada vez mais de grande importância porque permite cruzar informações de documentos falsos, de tipo fraude.

Há uma grande variedade de modelos e preços diferentes que permite a escolha da fragmentadora ideal para o uso que se lhe quer atribuir.

Para escritório de casa deve optar-se por um aparelho de pequeno mas seguro e com um design atractivo. Se não houver necessidade de fragmentar grande quantidade de papel, pode usar-se este também no departamento comercial ou outro.

Há fragmentadoras mais potentes que se enquadram nas necessidades de serviços que precisem de muito papel fragmentado, e que seja destruído rápido. Aplica-se nas empresas com grande volume de documentos financeiros e que tenham que ser destruídos no próprio local.

Deste modo a escolha do melhor equipamento tem a ver com o tipo de documentos que se quer fragmentar bem como a voltagem do local onde esta se vai instalar. Deve ainda atender-se ao tipo e corte de papel e à confidencialidade dos documentos, por exemplo cartões de crédito, cheques, registos médicos, relatórios, ou extractos bancários. Para estes exige-se muita confidencialidade porque de contrário pode acarretar grandes problemas para os serviços.

Há modelos que suportam um maior número de papel, como por exemplo o equipamento que tem corte em partículas, dado que em fragmentos a lixeira suporta mais papel. Estes são considerados mais seguros, porque permitem uma maior dificuldade na montagem do papel fragmentado nele.

Existe um padrão internacional que é o DIN 32757 que permite determinar os tempos máximos das partículas ou tiras, e são classificadas em níveis (desde a largura máxima da tira ao tamanho máximo de fragmento).

Há também a opção de equipamento de corte em tiras que são avaliados pela largura do corte que permite efectuar, sendo o tamanho do corte a medida de largura de cada tira e o comprimento o tamanho do papel. Estes são ideais para folhas A4.

Quanto à velocidade de fragmentação, depende do número máximo de folhas que tira por vez.

Não se deve fazer mau uso deste equipamento como por exemplo inserir folhas a mais do que a capacidade permite, inserir folhas com clipe, fora do alinhamento e outras.


Teresa Maria Batista Gil

Título: Fragmentadora de papel

Autor: Teresa Maria Gil (todos os textos)

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Imagem por: tamakisono

Comentários - Fragmentadora de papel

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Os descendentes de Eça

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Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

Imagem por: tamakisono

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