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Albert Einstein

Categoria: Biografias
Comentários: 1
Albert Einstein

Uma mente brilhante

A teoria da relatividade tornou-o famoso a nível mundial e apesar de já ter falecido há mais de meio século é a pessoa mais conhecida a nível internacional. Falar-se em génio, é falar e imaginar Einstein.

Nasce a 14 de Março de 1879 em Ulm, Alemanha, no seio de uma família judaica, que não cumpre os rituais judeus, por os considerar obsoletos. Com 3 anos de idade, ainda não falava, mas tornou-se um aluno exemplar.Em 1914 instala-se em Berlim, para dirigir um Instituto de Física e ser professor na Universidade de Berlim e torna-se novamente cidadão alemão.

Em 1919, divorcia-se e casa com uma prima. Dois anos depois recebe o prémio Nobel de Física pela explicação do efeito fotoeléctrico, onde deduz a famosa equação E=mc2, que veio a estar na base de construção de bombas atómicas.
Faleceu a 18 de Abril de 1955, com 76 anos, com um aneurisma.

Passa uma infância triste ao ser gozado pelos colegas. Aos 5 anos, começa a ter aulas em casa. Um ano depois, aprende a tocar violino, instrumento que inicialmente repudia, mas que se torna o seu passatempo preferido, tocando sonatas de Mozart.

Como não era judeu praticante, entrou para uma escola católica e passou a frequentar a catequese. Curioso, é que decide ir contra as crenças da família e começa a cumprir os rituais judeus. Sempre foi dos melhores alunos da turma, principalmente a latim e matemática.

Com 10 anos, ao tornar-se amigo de um jovem estudante de medicina, começa a ler importantes obras cientificas filosóficas, acabando por abandonar a fé judaica com 12 anos.

Daqui até aos 16 anos estuda cálculo diferencial e integral. O pai queria que ele estudasse engenharia eléctrica, para ajudar no negócio de família, empresa de sistemas eléctricos, mas Einstein tinha outros projectos e não acreditava no regime escolar, acusando-o de levar a uma aprendizagem por memorização.

Entretanto a família muda-se para Itália, já que o negócio de família acaba por falir. Einstein tinha 15 anos e decide ficar em Munique, só que as saudades da família são mais fortes e junta-se a eles.
Uma mente brilhante que tornou possível controlar uma das melhores e piores energias disponíveis ao Ser Humano.


Bruno Jorge

Título: Albert Einstein

Autor: Bruno Jorge (todos os textos)

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Comentários     ( 1 )    recentes

  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoDaniela Vicente

    09-09-2012 às 22:13:25

    É bem verdade que Albert Einstein era um verdadeiro génio. Mas também um auto didacta, daí a sua demora na fala e o facto de não ser um aluno brilhante, apenas se dedicava às disciplinas pelo qual tinha interesse. Tornou-se muito conhecido pela Teoria da Relatividade a qual permitiu inovar em muitas áreas, sendo uma delas a da aviação.

    ¬ Responder

Comentários - Albert Einstein

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Os descendentes de Eça

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Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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