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Utilidades do aluminio

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Comentários: 6
Utilidades do aluminio

O alumínio é um material leve, durável e bonito que, devido às suas características, tem uma diversa gama de aplicações, sendo um dos metais mais utilizados em todo o mundo.

A excelente performance do alumínio pode ser comprovada na construção civil em portas (cartão de visita de uma casa), janelas (o embelezamento destas sobressai) e divisórias (cujo baluarte é a garantia de privacidade).

No sector naval, têm aumentado significativamente o número e as dimensões das embarcações construídas em alumínio, que se verificam mais leves, rápidas e económicas, relativamente à madeira, ao aço e à fibra de vidro, por exemplo.

Esta leveza subentenderá um menor esforço por parte das ondas para impulsionar o barco? Tudo é poupança…

O alumínio é empregue ainda na indústria dos transportes (proporcionando menor consumo de combustível, desgaste inferior e maior eficiência e capacidade de carga) e no ramo das embalagens (apresentando peso reduzido e não permitindo a passagem de humidade, oxigénio e luz, evitando deste modo a deterioração de medicamentos, alimentos e outros produtos consumíveis).

Adicionalmente, constitui um excelente meio de transmissão de energia, tanto eléctrica como térmica.

Vamos lá a ver se os dentistas descobrem os benefícios do alumínio na “construção dentária” e começam a cobrar alumínio por prata…

Nestes tempos de crise, não seria descabido pensar, igualmente, em usar metais menos preciosos no fabrico de medalhas. Assim, em vez de se exibirem com ouro, prata ou bronze, os atletas ostentariam umas fantásticas insígnias de alumínio! Poupavam dinheiro e preveniam problemas de coluna, porque o esforço de carrego é mínimo.

Para além de tudo, o alumínio é reciclável, o que representa uma mais-valia para o Ambiente, pela redução de resíduos e economia de matérias-primas propiciadas pela reciclagem. Mas se é fácil transportar uma medalha ao ecoponto para reciclar, um barco já é muito mais complicado…


Rua Direita

Título: Utilidades do aluminio

Autor: Rua Direita (todos os textos)

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Imagem por: Patrick Hoesly

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Comentários     ( 6 )    recentes

  • M.L.E.- Soluções de Climatizaçãoabssany

    19-05-2015 às 14:16:06

    achei legal

    ¬ Responder
  • lourdes

    14-03-2013 às 10:29:29

    legal saber a utilidade do aluminio

    ¬ Responder
  • ingrid

    18-09-2012 às 19:55:22

    MUITO LEGAL SABER UM POUCO SOBRE O ALUMINIO...

    ¬ Responder
  • joão pedro

    11-06-2012 às 13:40:10

    esse relatorio me ajodou um pouco na minha tarefa ecolar

    ¬ Responder
  • julliana alfeujulliana alfeu

    21-05-2011 às 03:26:02

    o sait de voces e uma porcaria nao tem nada etou pedindo coisas que podemos utilizar com o aluminio

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de Climatizaçãoisrael

    19-05-2015 às 14:16:37

    gostei

    ¬ Responder

Comentários - Utilidades do aluminio

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Os descendentes de Eça

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Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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