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Amplificadores de Guitarra

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Amplificadores de Guitarra

Para quem toca guitarra, um amplificador não é novidade. Para quem quer um som alto e limpo que traduz em excelente quantidade o que está a tocar, então tem de ter um amplificador.

Quem se limite a ouvir musica sem reparar sequer como são emitidos os sons, um amplificador de guitarra pode não dizer-lhe muito, mas para quem gosta realmente de música, mesmo que não toque nenhum instrumento, o amplificador é hiper importante.

Mas qual é a função essencial de um amplificador? O nome diz tudo, um amplificador, amplifica o som. Isto significa que um som que entra, sai num tom muito mais elevado.

Os componentes principais dos amplificadores eléctricos de guitarras são as válvulas e os transmissores. Neste caso, o amplificador eleva os níveis de tensão dos sinais de áudio emitidos pela guitarra.

Além dos amplificadores eléctricos, existem ainda os amplificadores de válvulas (mais antigos) e os transistorizados, cuja energia consumida é em muito inferior a qualquer outro tipo de amplificador de guitarra.

Os custos de um amplificador podem variar, dependendo da potência, marca e ano de fabrico.

Naturalmente que um amplificador novo tem um custo superior e pode rondar umas dezenas de euros (sem ser necessário ser muito grande). Em lojas de música e de instrumentos musicais, pode encontrar-se uma variedade fantástica de amplificadores.

Se o seu poder de compra não é dos melhores, pode sempre comprar um amplificador usado. Não só em lojas da especialidade os poderá encontrar, pois uma breve busca em sites de anúncios na internet, vai encontrar uma imensidão de ofertas.

No entanto, deve sempre pedir aconselhamento. Mesmo que seja um entendido, pedir a opinião, não custa. Se for um iniciante no assunto, uma companhia entendida é essencial, pois poderá fazer uma má compra e nunca conseguirá perceber de onde vem o problema, se da guitarra, se do amplificador.

Para os amantes do bom som de uma guitarra, nada seria igual sem um amplificador. O som estridente de uma guitarra, gosta-se alto e em muito bom som e só graças a um amplificador de som, isso pode acontecer.

Diz-se que Les Paul, na sua tão extraordinária busca e invenção dos sons perfeitos de uma guitarra, inventou o amplificador. Na expectativa de que conseguia aumentar de forma muito própria o som que tocava, crê-se que Les Paul tenha não só destabilizado as guitarras, mas também a forma como a ouvimos hoje em dia. Em som extraordinariamente alto.


Carla Horta

Título: Amplificadores de Guitarra

Autor: Carla Horta (todos os textos)

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Comentários     ( 2 )    recentes

  • adcardadcard

    22-01-2012 às 17:27:29

    olá , procuro um amplificador de guitarra para uso caseiro e relaticamente barato sem descurar a qualidade , podes-me dar algum conselho ?

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoRoberto

    28-04-2010 às 15:20:28

    legal !

    ¬ Responder

Comentários - Amplificadores de Guitarra

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Os descendentes de Eça

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Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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