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Serviços de restauração

Categoria: Antiguidades
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Comentários: 1
Serviços de restauração

A memória cultural de um povo, de uma nação, depende do acervo, dos objetos que são guardados e catalogados que compõe a história. Não importa quais os tipos de objetos, podem ser livros, quadros, esculturas, peças de artesanato, documentos, edifícios, monumentos, etc, são verdadeiros bens culturais que ajudam a contar e a entender a história e a cultura dos povos que viveram no local onde foi encontrado o acervo ou construído o patrimônio.

O serviço de restauração tem como prioridade, conservar e restaurar através de técnicas, parte da história cultural. As técnicas utilizadas pelos restauradores variam de acordo com objeto a ser restaurado, trabalho que exige muita cautela para não danificar e alterar a identidade do objeto a ser preservado.

Quando vem a mente o serviço de restauração, se pensa primeiramente em patrimônio cultural mas o patrimônio também pode ser pessoal. Se a pessoa tem livros, quadros ou quem sabe; uma escultura de cunho familiar que é passado de geração em geração, o serviço de restauração executa esse trabalho com a mesma presteza que por exemplo, em grandes patrimônios, o que conta é tratar da coservação e para isso fazer a restauração.

Para executar o serviço de restauração, é necessário antes, o restaurador fazer uma análise do que será preciso recuperar, verificar e identificar qual o material utilizado na matéria prima da obra.

As condições do ambiente estão diretamente ligada a conservação de cada obra, livros e quadros tendem a sofrer muito com o ataque de fungos e umidades. O restaurador zela para que a obra não sofra interferências pessoais durante a restauração e com isso venha a alterar sua originalidade.

É importante ter como base que tais critérios para que a autenticidade não seja adulterada e passe a prevalecer a escolha estética de quem estiver restaurando, por isso, embora algumas pessoas possam ter algum conhecimento de conservação e restauração, não é o mais recomendável, fazer por conta própria seria fazer da mesma forma que era feito tempos atras em que a pessoa habilidosa nas artes manuais, era contratada por se acreditar que tratando-se de um artista, digamos assim; entederia outro artista e recuperaria o objeto em questão. Mesmo sem a intenção de alterar a originalidade, ao contrário, o objetivo era restaurar, muitas obras sofreram alterações devido ao tratamento destinado durante o processo de restauração.

O serviço de restauração, nos tempos atuais, além de utilizar técnicas específicas e mais confiáveis de restauração, não se limita a um pequeno grupo, tratando da memória cultural tangível e intangivel do enriquecimento cultural.


Sílvia Baptista

Título: Serviços de restauração

Autor: Sílvia Baptista (todos os textos)

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Comentários     ( 1 )    recentes

  • Adriana

    07-04-2014 às 17:10:27

    Sou restauradora e concordo plenamente com o que esta sendo dito. Restauração e preservação cultural e respeito ao artista que o fez.Temos que juntar técnica e sensibilidade para podermos fazer belos trabalhos.

    ¬ Responder

Comentários - Serviços de restauração

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Os descendentes de Eça

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Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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