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Bola, raquete e campo- Padel

Categoria: Desporto
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Bola, raquete e campo- Padel

O padel tem vindo a conquistar, a ritmo surpreendente, gente de todas as idades, por quase toda a Europa. O motivo é de se fácil, divertido, pouco exigente e quase uma novidade a despertar cada vez mais interesse.

Cerca de vinte minutos ou meia hora chegam para se dominar a tácnica básica do jogo de raquetes, que quando é jogado, se torna um sucesso.

Pode ser jogado entre amigos, pois não necessita própriamente de aulas.
Este é um jogo que se torna cativante, por ser jogado aos pares, num campo de dimensões mais pequenas do que as do ténis, pelo que é bastante mais fácil.

Na verdade este jogo é oriundo já do séc XIX, surgindo de uma adaptação do ténis, praticando-se batendo com uma raquete de madeira, a bola contra as paredes dos navios ingleses.

Há quem aponte o início desta modalidade Por Eurique Corcuera, que jogava na propriedade da sua casa em Acapulco.

Atualmente é jogado especialmente em em Espanha e na América Latina, ganhando terreno em toda a Europa,em virtude da influência dos turistas que passam férias nestes países.
Este é um jogo que tem ganho muitos adeptos nos últimos anos, e conta já com oito milhões de praticantes em todo o mundo.

A vantagem é que apresenta um leque etário, muito abrangente, material e aluguer de campo repartido por quatro jogadores e não exige grandes gastos.

Apresenta uma grande similaridadre com o ténis, mas apesar de tudo as diferenças são evidentes, tais como , o campo menor, as raquetes de madeira, disputa-se em pares e é dividido entre três e cinco sets e a mesma pontuação.

Os benefícios têm a ver com a melhoria das condições física, em especial para a coordenação de movimentos, tanto das pernas como dos braços e te eficácia no equilíbrio do organismo.
No entanto, este é um desporto que tal como outros exige cuidados básicos, como exercícios de aquecimento, antes de iniciar o jogo, hidratar o corpo com água e nunca iniciar o jogo sem avaliar a condição física, com um médico.

Para qualquer prática de jogos desportivos é imprescindível fazer exames de coração e resistência física, para não se correr os riscos associados a todos. A alimentação também deve ser adequada ao desporto, sendo por vezes necessário tomar suplementos, em jogos mais agressivos.


Pedro gil Ferreira

Título: Bola, raquete e campo- Padel

Autor: Pedro gil Ferreira (todos os textos)

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Comentários     ( 5 )    recentes

  • Yuri SilvaYuri

    07-10-2014 às 11:57:44

    Não conhecia como padel, apenas como raquete. É uma atividade bem prazerosa, divertida e que movimenta bem o corpo. Quando estamos com os amigos é ainda melhor!

    ¬ Responder
  • SophiaSophia

    26-04-2014 às 22:34:49

    Muito bom o texto sobre bola raquete, amei!

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoCarlos

    09-07-2012 às 11:13:41

    Eu já pratico esta modalidade a imenso tempo. Desde que comecei que me sinto muito melhor a nível físico e mental...

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoCarla Sofia

    09-07-2012 às 11:09:02

    Eu sempre tive curiosidade em jogar, onde será que poderia começar a praticar este desporto?
    Obrigada

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoSara

    09-07-2012 às 11:06:02

    Eu costumo jogar agora no verão, pois aproveitamos a praia para jogar um pouco, e diferente, mas dá para manter o físico com as amigas.

    ¬ Responder

Comentários - Bola, raquete e campo- Padel

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Os descendentes de Eça

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Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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