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A arte marcial Aikido

Categoria: Desporto
Visitas: 4
Comentários: 3
A arte marcial Aikido

O aikido é uma arte marcial que engloba o combate a mãos vazias, bastão e espada. É uma forma de combate dinâmico e enérgico que permite ao praticante dominar vários atacantes ao mesmo tempo sem – no entanto – se não quiser – provocar danos à saúde destes esta é uma das ideias principais do aikido – a resolução do conflito sem destruição).

No campo físico o aikido compõe-se de esquivas torções, atemis (golpes traumáticos) , projecções (arremesso do adversário) e imobilizações.

É também um desporto vantajoso a nível espiritual, buscando uma profunda espiritualização do praticante através da prática de diversas formas de meditação, técnicas de respiração e harmonização com o próximo e com a natureza (universo).

No combate uma força nunca é oposta à outra. O atacante efectua o seu ataque, há a esquiva, a condução e a conclusão do golpe. Esta conclusão pode ser a torção, a projecção, ou o aprisionamento. Ou a combinação destes três.

Existe na natureza e em todos nós uma energia: bioenergia. O aikido busca controlar e desenvolver esta energia, que dá origem a um estado pleno de harmonia.

Dica relevante: mantenha as mãos, quadris e pés numa linha recta; a sua mente e corpo centrados. As sua mãos são a chave para guiar e controlar o seu parceiro: se ele puxa deixe-o puxar, mas torne-se uno com o movimento. No treino veja o que o oponente não tem e supra-o com isto. Isto é o aikido.

Estilos: tomiki – combinação de judo e aikido, yoseikan – rigoroso sistema de auto-defesa, yoshinkan – o aikido “duro” - tem os movimentos mais tácticos e utiliza muito atemi. O treino é mais ao estilo militar.

Os princípios, movimentos e métodos básicos do kendo e do aikido têm muito em comum. Não por acaso, desde o início que as artes de manejar a espada foram sendo incorporadas no aikido. 



Rua Direita

Título: A arte marcial Aikido

Autor: Rua Direita (todos os textos)

Visitas: 4

791 

Imagem por: TheAlieness GiselaGiardino²³

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Comentários     ( 3 )    recentes

  • Vicente SilvaVicente

    07-10-2014 às 12:23:33

    Brutal essa arte marcial chamada de Aikido! É muito bom praticar pois também é uma forma de defesa. Qualquer arte marcial vale a pena!

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de Climatizaçãoricardo carrico

    07-05-2014 às 00:12:50

    A arte marcial Aikido foi a minha arte durante 5 anos e salvou me a vida. Era uma tarde de inverno em que eu e minha namorrada iamos ao ....


    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de Climatizaçãojulio antunes silva

    07-05-2014 às 00:05:31

    A arte marcial Aikido onde se pode fazer no Rio?

    ¬ Responder

Comentários - A arte marcial Aikido

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Os descendentes de Eça

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Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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