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Os benefícios das vitaminas

Categoria: Alimentação
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Comentários: 5
Os benefícios das vitaminas

Em qualquer idade e etapa da vida é importante andar bem “vitaminado”, mas é na adolescência que esta necessidade se torna mais premente. De facto, as vitaminas e os minerais realizam no organismo funções de extrema relevância, sobretudo nesta fase de desenvolvimento.

A vitamina A coadjuva o crescimento das células, a reprodução e a integridade do sistema imunológico. Encontra-se presente em vegetais de côr amarelo-alaranjada: cenoura, abóbora, manga, papaia, …; vegetais verde-escuros: couves, espinafres; fígado; manteiga; leite integral e gema de ovo.

A vitamina B1, também conhecida como tiamina, está no arroz integral, no feijão, nos frutos do mar e nos grãos integrais. Já a B2, ou riboflavina, tem como fontes alimentares o leite, o queijo, os iogurtes, os vegetais verdes com folhas, as frutas, os cereais e as carnes. A niacina, por seu lado, advém de carnes magras, peixes e ovos. Todas elas são precisas para o metabolismo energético.

A vitamina C ajuda a regular o organismo e é sua aliada na luta contra infecções. Os mananciais, por excelência, deste escudo são os citrinos (laranja, limão, toranja, …), o caju, a goiaba, o abacaxi, a couve, os espinafres e os tomates.

A vitamina D colabora com o cálcio no crescimento esquelético e é proporcionada pelo leite integral, a manteiga, o fígado, a gema de ovo e por peixes gordos.

O cálcio é responsável pela formação de ossos e dentes fortes, contribuindo também para a contracção muscular. É fornecido pelos lacticínios, brócolos, feijão, peixe e nozes.

O ferro, por seu turno, é um mineral que desempenha o papel de transportador de oxigénio para os tecidos, o que no caso dos adolescentes representa um esforço suplementar, visto existir maior precisão. E, se nos homens diz respeito à construção da massa muscular, nas mulheres está mais relacionado com a perda de sangue nos ciclos menstruais. O ferro auxilia a capacidade de trabalho, a resistência ao cansaço e o rendimento escolar. As iscas, de que normalmente os mais novos não gostam, as carnes vermelhas, a gema de ovo, as folhas mais escuras das couves e o feijão, contêm elevados índices deste mineral.

Há, contudo uma ressalva que interessa referir: o organismo tem mais facilidade em absorver o ferro de origem animal do que o de origem vegetal. É indispensável que o ferro faça parte da alimentação. Nas raparigas, ele ajuda a repor os níveis de sangue perdidos com a menstruação; nos rapazes, reduz o volume sanguíneo necessário para a formação muscular.

O zinco, incorporado em produtos integrais, farelo e germe de trigo, frutos do mar e carnes, subsidia o processo de maturação sexual.

Como se pode verificar, encetar uma amizade com as vitaminas e os minerais só traz vantagens!



Maria Bijóias

Título: Os benefícios das vitaminas

Autor: Maria Bijóias (todos os textos)

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Comentários     ( 5 )    recentes

  • SophiaSophia

    15-06-2014 às 15:41:38

    As vitaminas (todas) devem fazer parte de nosso dia a dia e se não é possível consumi-lo nos alimentos, você pode ingeri-la em cápsulas. O importante é tê-la no organismo.
    Cumprimentos,
    Sophia

    ¬ Responder
  • laura lagahas

    30-08-2012 às 15:52:24

    ooo!!!

    ¬ Responder
  • adriano fischeradriano fischer

    27-04-2012 às 13:01:06

    bhhaah! entendi tudo?

    ¬ Responder
  • mikaelymikaely

    26-10-2011 às 20:46:08

    gente presciso urgentemente de todas as vitaminas de A a Z ate quinta-feira dia 27/10 quem poder me ajudar sera um prazer

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de Climatizaçãomariana Gonsalves

    18-03-2011 às 13:15:24

    gostei
    muito
    fala das coisas que nós
    precisamos no dia-dia

    ¬ Responder

Comentários - Os benefícios das vitaminas

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Os descendentes de Eça

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Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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