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Como escalfar um ovo

Categoria: Alimentação
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Como escalfar um ovo

Os ovos trazem imensos benefícios para a saúde. Apesar de a sua gema conter colesterol as suas gorduras são na maioria monoinsaturadas e protectoras do coração. Deve ter-se em atenção às gorduras que o acompanham. Pode ser cozinhado de várias maneiras desde cozido, escalfado, mexido e estrelado. Pode acompanhar em saladas, com ervilhas, estrelado com batatas fritas e tantos outros. È muito bom escalfado sendo o melhor modo de o escalfar em àgua com vinagre.

Deve ser metido em água com 1dl de vinagre e levar ao lume.

Deixar ferver e coloque o ovo o mais próximo possível do nível da água. Deixar cozer com a água a borbulhar durante quatro minutos, depois escorrer o ovo numa escumadeira e passá-lo por água rapidamente para retirar o sabor do vinagre.

Após este processo deve aparar-se as pontas das claras com uma tesoura ou faca para ficar redondo. A aparência de um ovo bem escalfado deve ter a clara sólida e a gema líquida.

Os seus benefícios são inúmeros pois ele é uma boa fonte de proteínas e vitaminas. Possui antioxidantes como a luteina que ajuda a prevenir na degeneração muscular. A sua gema é rica em colina que influencia na saúde do cérebro e formação dos neurónios. Esta faz tanta falta para o cérebro como o ácido fólico na gravidez. Faz bem para a doença de Parkinson e Alzheimer. Também há em cápsulas e está presente nas barras de cereais e bebidas energéticas. Contem ácido fólico, vitamina B12 e B2, faz bem aos ossos porque tem vitamina D e fósforo, Fortalece o sistema imunológico devido ao Zinco. Tem vitamina A e albumina que preserva a saúde das células e ajuda a aumentar a massa muscular. Assim deve ingerir-se quase ou diariamente para repor as necessidades das proteínas e outras substâncias benéficas.

Para quem tem colesterol deve moderar ou ter cuidado com as gorduras que associa ao ovo dos outros alimentos que consome. Enquanto um ovo tem 130 miligramas de colina um posta de salmão tem apenas cinquenta e seis. É pouco calórico e ao consumir-se quatro gemas por semana obtêm-se todos os benefícios para a saúde. Por ser um alimento magro é ainda aconselhado para dietas de emagrecimento. Contrariamente aos malefícios que lhe são atribuídos é muito indicado na alimentação ao contrário de outros alimentos com gorduras polinsaturadas que lhe são associadas. Deve assim incluir-se com frequência na alimentação diária.


Teresa Maria Batista Gil

Título: Como escalfar um ovo

Autor: Teresa Maria Gil (todos os textos)

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Comentários     ( 3 )    recentes

  • SophiaSophia

    15-06-2014 às 21:06:27

    Adorei seu texto em como escalfar um ovo. Obrigada mesmo!
    Cumprimentos,
    Sophia

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoAugusto

    03-01-2012 às 22:32:02

    @LUCY MARY
    Frite à mineira! Sal no fundo da frigideira e o ovo deve "nadar" no óleo. Com o auxílio de uma colher deve-se ir banhando a parte superior da gema. Retire com cuidado.

    ¬ Responder
  • LUCY MARYLUCY MARY

    29-06-2011 às 01:09:09

    Adorei todas as dicas sobre o ovo e gostaria de saber como fritar o mesmo sem que grude na panela,adoro um ovinho frito com pão mas sempre gruda na panela e eu gosto dele inteirinho.

    ¬ Responder

Comentários - Como escalfar um ovo

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Os descendentes de Eça

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Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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