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Tratamento da febre e doenças de fígado

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Alimentação
Tratamento da febre e doenças de fígado

A febre é a elevação da temperatura do corpo. Há três tipos de febre: de baixa intensidade, moderada e alta. A febre pode ser boa, visto que é a resposta do corpo a algo que ale não gostou. Contudo, febre com mais de 41º grau já pode causar danos. Os sintomas são: calafrios, dores musculares, dores de cabeça, mal-estar permanente, falta de apetite, convulsões, entre outros. A febre pode ser originada por várias doenças como: a amigdalite, a cistite, a dor de garganta, a tuberculose, gripe, escarlatina, entre muitas outras doenças. Deve-se colocar em doentes com febre panos húmidos e sacos de água fria durante algum um tipo, e depois recolher estes e agasalhá-lo bem. O doente deve beber muita água para não ter mais um problema adjacente: a nutrição. Evite alimentos processados e com gordura. Tome sumo de cebola diluída em água, sumo de rabanete diluído em água, sumo de amora diluído em água (pode ser adoçado com mel), sumo concentrado de laranja, chá de camomila (folhas e flores) e eucalipto (folhas). Faça fricções com uma toalha molhada com água fria. Pode também fazer uma compressa fria na região do ventre. Faça um preparado com 3 limões, cozinhe-los em 500 ml de água, deixe ferver e tome morno (pode adoçar com mel).

As doenças de fígado é uma glândula que quando adoece provoca doenças como a cirrose hepática, hemorroidas, a peritonite, a icterícia, entre outras. Deve eliminar da sua alimentação as bebidas alcoólicas, diminuir o consumo de gorduras e controlar o seu colesterol, indo com frequência à farmácia medir os seus níveis. Beba muita água e tenha uma alimentação saudável. Beba chá de almeirão (raiz), chá de chicória (raiz), sumo de chicória mas das folhas, sumo de espinafre (folhas e talos), chá de salsa (raiz), chá de alfazema (folhas), chá de carqueja (folhas), entre outros. Faça uma compressa com chá de camomila, carqueja e picão, aplique na zona do fígado e deixe repousar cerca de 30 minutos. Tome um banho sentado na banheira com alecrim e carqueja. Faça refeições exclusivas de abacaxi, maçã e melão pelo menos 3 vezes por semana.

Daniela Vicente

Título: Tratamento da febre e doenças de fígado

Autor: Daniela Vicente (todos os textos)

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Os descendentes de Eça

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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