Bem vindo à Rua Direita!
Eu sou a Sophia, a assistente virtual da Rua Direita.
Em que posso ser-lhe útil?

Email

Questão

a carregar
Textos | Produtos                                                    
|
Top 30 | Categorias

Email

Password


Esqueceu a sua password?
Início > Textos > Categoria > Alimentação > Viva a bela da sardinha assada!

Viva a bela da sardinha assada!

Categoria: Alimentação
Visitas: 8
Comentários: 2
Viva a bela da sardinha assada!

O tempo quente está ai a chegar e não há quem não se pele por uma boa da sardinha assada. A verdade é que com o calor a apertar, sabe bem comidas frescas e mais equilibradas.
A sardinha acaba por ser a rainha das refeições, mas outras variedades de peixe, seja grelhado ou cozido, acompanhado por uma salada variada, faz as delicias de qualquer um.

É interessante perceber a riqueza gastronómica de um pais pequeno como Portugal, em que as determinados pratos vão surgindo e desaparecendo, consoante a estação do ano. E por ser um pais à beira mar, aposta fortemente no peixe fresco, temperado só com sal, bem trabalhado na grelha, regado por fim com um fio de bom azeite português. Isto com a batatinha de cultivo, cozida mesmo com casca, acompanhada ainda por uma salada, quer seja ela de pimento assado na brasa, quer seja de outro legume fresco, atraem os amantes da boa culinária e não só. Principalmente no Verão, as esplanadas enchem-se de pessoas e ninguém olha à crise, estando dispostos a pagar qualquer preço por um peixe fresquinho.
Muitas vezes acaba por ser exorbitante o preço que alguns restaurantes cobram por um peixe tão simples como a sardinha, mas a lei da oferta e da procura é forte e face a tanta publicidade, a sardinha é paga a preço de cherne… Mas quando se está de férias tudo é permitido, ou se não é, devia ser.

Mas não é só a comida que muda consoante as estações do ano. Nas épocas quentes e porque o nosso corpo se precisa de hidratar, há que apostar fortemente na água mineral, a melhor companheira que se pode ter nestas alturas. Além disso, como o convívio social alarga, aumenta a tendência para beber, mas isso não implica que se abuse no álcool, devendo sim apostar em bebidas com pouco nível de álcool e em composições diluídas com sumos. Os vinhos brancos e rosados são os mais consumidos, por serem ligeiros e de aroma expressivo. Fora das refeições, a caipirinha, uma bebida tipicamente brasileira, é a mais apreciada, até porque actualmente existe dos mais variados sabores de fruta e de álcool. A receita original de cachaça, lima, gelo picado e açúcar amarelo, aos poucos tem sido desvirtuada por invenções que têm surgido.

É certo que a vida nos proporciona diversos prazeres, mas se há coisa que sabe bem, é comer e beber, ou será que estou errada?

Catarina Guedes Duarte

Título: Viva a bela da sardinha assada!

Autor: Catarina Guedes Duarte (todos os textos)

Visitas: 8

655 

Deixe o seu comentárioDeixe o seu comentário

Comentários     ( 2 )    recentes

  • M.L.E.- Soluções de Climatizaçãowalter

    06-04-2009 às 00:06:34

    Não gosto de sardinhas . Dão trabalho para comer.

    Li uma vez , tambem, que as sardinhas são muito boas para uma alimentação pura e saudavel.

    Eu nõa como sardinhas e sou saudavel.

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoDuarte Faria

    05-04-2009 às 19:49:12

    Sou pescador desde os meus 13 anos e o meu prato preferido é sardinhas assadas. Na minha alimentação o peixe têm um papel fundamental

    ¬ Responder

Comentários - Viva a bela da sardinha assada!

voltar ao texto
  • Avatar *     (clique para seleccionar)


  • Nome *

  • Email

    opcional - receberá notificações

  • Mensagem *

  • Os campos com * são obrigatórios


  • Notifique-me de comentários neste texto por email.

  • Notifique-me de respostas ao meu comentário por email.

Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

Ler próximo texto...

Tema: DVD Filmes
Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.\"Rua
Este texto irá falar sobre o filme Ex_Machina, nele podem e vão ocorrer Spoillers, então se ainda não viram o filme, vejam e voltem depois para lê-lo.

Impressões iniciais:

Ponto para o filme. Já que pela sinopse baixei a expectativa ao imaginar que era apenas mais um filme de robôs com complexo de Pinóquio, mas evidentemente que é muito mais que isso.

Desde as primeiras cenas é possível perceber que o filme tem algo de especial, pois não vemos uma cena de abertura com nenhuma perseguição, explosão ou ação sem propósito, típica em filmes hollywoodianos.
Mais um ponto, pois no geral o filme prende mais nos diálogos cerebrais do que na história em si, e isso é impressionante para o primeiro filme, como diretor, de Alex Garland (também roteirista do filme). O filme se mostrou eficiente em criar um ambiente de suspense, em um enredo, aparentemente sem vilões ou perigos, que prende o espectador.

Entrando um pouco no enredo, não é difícil imaginar que tem alguma coisa errada com Nathan Bateman (Oscar Isaac), que é o criador do android Ava (Alicia Vikander), pois ele vive isolado, está trabalhando num projeto de Inteligência Artificial secreto e quando o personagem orelha, Caleb Smith (Domhnall Gleeson), é introduzido no seu ambiente, o espectador fica esperando que em algum momento ele (Nathan) se mostrará como vilão. No entanto isso ocorre de uma forma bastante interessante no filme, logo chegaremos nela.

Falando um pouco da estética do filme, ponto para ele de novo, pois evita a grande cidade (comum nos filmes de FC) como foco e se concentra mais na casa de Nathan, que fica nas montanhas cercadas de florestas e bastante isolado. Logo de cara já é possível perceber que a estética foi pensada para ser lembrada, e não apenas um detalhe no filme. A pesar do ambiente ser isolado era preciso demonstras que os personagens estão em um mundo modernizado, por isso o cineasta opta por ousar na arquitetura da casa de Nathan.

A casa é nesses moldes novos onde a construção se mistura com o ambiente envolta. Usando artifícios como espelhos, muitas paredes de vidro, estruturas de madeira e rochas, dando a impressão de camuflagem para a mesma, coisa que os ambientalistas julgam favorável à natureza. Por dentro se pode ver de forma realista como podem ser as smart-house, não tenho certeza se o termo existe, mas cabe nesse exemplo. As paredes internas são cobertas com fibra ótica e trocam de cor, um efeito que além de estético ajuda a criar climas de suspense, pois há momentos onde ocorrem quedas de energia, então fica tudo vermelho e trancado.

O papel de Caleb á ajudar Nathan a testar a IA de AVA, mas com o desenrolar da história Nathan revela que o verdadeiro teste está em saber se Ava é capaz de “usar”, ou “se aproveitar” de Caleb, que se demonstra ser uma pessoa boa.

Caleb é o típico nerd introvertido, programador, sem amigos, sem família e sem namorada. Nathan também representa a evolução do nerd. O nerd nos dias de hoje. Por fora o cara é careca, barbudão com uns traços orientais (traços indianos, pois a Índia também fica no Oriente), bebê bastante e ao mesmo tempo malha e mantém uma dieta saudável pra compensar. E por dentro é um gênio da programação que criou, o google, o BlueBook, que é um sistema de busca muito eficiente.

Destaque para um diálogo sobre o BlueBook, onde Nathan fala para Caleb:
“Sabe, meus concorrentes estavam tão obcecados em sugar e ganhar dinheiro por meio de compras e mídia social. Achavam que ferramenta de pesquisa mapeava O QUE as pessoas pensavam. Mas na verdade eles eram um mapa de COMO as pessoas pensavam”.

Impulso. Resposta. Fluido. Imperfeição. Padronização. Caótico.

A questão filosófica vai além disso esbarrando no conceito de “vontade de potência”, de Nietzche, mas sobre isso não irei falar aqui, pois já há textos muito bons por aí.

Tem outra coisa que o filme me lembrou, que eu não sei se é referência ou se foi ocasional, mas o local onde Ava está presa e a forma como ela fica deitada num divã, e questiona se Caleb a observa por detrás das câmeras, lembra o filme “A pele que habito” de Almodóvar, um outro filme excelente que algum dia falarei por aqui.

Talvez seja uma versão “O endoesqueleto de metal e silicone que habito”, ou “O cérebro positrônico azul que habito”, mesmo assim não podia deixar de citar a cena por que é muito interessante.

Pesquisar mais textos:

Jhon Erik Voese

Título:Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

Autor:Jhon Erik Voese(todos os textos)

Alerta

Tipo alerta:

Mensagem

Conte-nos porque marcou o texto. Essa informação não será publicada.

Deixe o seu comentárioDeixe o seu comentário

Comentários

  • Suassuna 11-09-2015 às 02:03:47

    Gostei do texto, irei conferir o filme.

    ¬ Responder
  • Jhon Erik VoeseJhon Erik Voese

    15-09-2015 às 15:51:02

    Que bom, obrigado! Espero que goste do filme também!

    ¬ Responder

Pesquisar mais textos:

Deixe o seu comentário

  • Nome *

  • email

    opcional - receberá notificações

  • mensagem *

  • Os campos com * são obrigatórios