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Comer para ser feliz

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Alimentação
Comentários: 3
Comer para ser feliz

Uma alimentação de forma equilibrada e com produtos naturais e ricos em nutrientes não só faz bem à saúde física, como tem impacto na nossa mente ,e favorece o humor.Básicamente, trata-se de comer para ser feliz, dando total razão à expressão "mente sã em corpo são".

Normalmente ouve-se dizer que o peixe é o alimento do cérebro, mas essa realidade vai mais além porque se reflete nos níveis de boa disposição que sentimos.Há estudos que comparam as desordens de humor nos diferentes países onde há mais consumo de peixe, onde concluem que têm taxas mais baixas de depressão, desordens sazonais, doença bipolar e depressão pós-parto.

A culpa é da boa gordura que está presente no peixe, que é também responsável pelos níveis de agressão.As pesquisas indicam que os jovens que têm menos concentração de ácidos grdos òmega 3, presente em mais quantidade em peixes de água fria, como a sardinha, salmão, truta, atum, têm mais oscilações de humor e dmais dificuldades em adormecer.Na realidade, os óleeos de peixe têm um efeito no cérebro comparável ao de medicamentos destinados à regulação de humor, para tratar a depressão.Deste modo, consumir ómegas 3 alivia muito os sintomas de depressão, inclusive das grávidas.Mas, nem só do peixe vive a boa disposição.

O toamate também é muito bom para o humor. O responsável por isso é o licopeno que contêm, o fotoquimico que dá a sua cor vermelha, e que ajuda a manter o bom humor e a prevenir a formação de compostos que favorecem a inflamação e que estão associados á depressão, como a interleucina 6.O licopeno ainda vai mais longe pois protege contra uma série de cancros, como o do seio, da próstata e do pâncreas.No caso do tomate vale a pena escolher os de produção orgânica, porque isso significa muito mais concentração de licopeno.

Além destes, o tomate ainda possui outras potencialidades do bom humor, como o folato, magnésio, ferro, vitamina B6triptofano, todos ingredientes importantes para o cérebro produzir serotonima, dopanima e norepinefrina, neurotransmissores que regulam o humor.

A nicina, vitamina K e C, crómio e potássio, presentes ainda no tomate, protegem de doenças crónicas como a diabetes e problemas cardíacos.Uma das formas de atuação destes nutrientes é diminuir a concentração de homocistina no sangue, grande fator de risco para a depressão, e AVC.A suculenta polpa da melancia está também repleta de licopeno, ainda em mais quantidade. Assim, é uma fruta excelente para a época de sol e praia, porque o licopeno protege a pele e destrói as células cancerígenas.Contudo, se a malancia for deixada fora do frigorífico, os seus níveis de betacaroteno e licopeno, aumentam a sua concentração até quarenta por cento.Estes são, alguns dos bons alimentos que protegem e aumentam o humor.

Mas, fazer uma alimentação rica em vegetais, peixe e salada, é a melhor forma para mantermos um excelente nível de saúde , não só física como mental.

E, com o tempo a aquecer nada melhor do que ua boa salada, muita fruta e água em abundância.Para complemento não esquecer os antioxidantes, presentes no mirtilo, bagas inca e mangostão.


Teresa Maria Batista Gil

Título: Comer para ser feliz

Autor: Teresa Maria Gil (todos os textos)

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Comentários     ( 3 )    recentes

  • SophiaSophia

    15-06-2014 às 19:38:30

    Adorei o texto comer para ser feliz! É isso mesmo! Quando nos alimentamos bem, com esses que você colocou podemos sentir o seu reflexo no nosso humor. Gosto muito de tomate e ainda mais sabendo de todo esse cenário que ele dá. Obrigada!
    Cumprimentos,
    Sophia

    ¬ Responder
  • Jose da SilvaJose da Silva

    01-09-2012 às 01:02:47

    Comer para ser feliz, original, muito simples mas de facil leitura
    Teresa que ganhe o melhor texto, boa sorte!

    ¬ Responder
  • Edu da SilvaEdu da Silva

    31-08-2012 às 19:15:46

    Adorei... Boa

    ¬ Responder

Comentários - Comer para ser feliz

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Os descendentes de Eça

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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