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Buenna pasta!!

Categoria: Alimentação
Visitas: 4
Comentários: 2
Buenna pasta!!

Adoro jantar fora, de preferência bem acompanhada! Considero-me “um bom garfo” e poucas são as especialidades de que não gosto.
Uma das minhas favoritas é a cozinha italiana! Adoro as pastas e os molhos especiais que cozinham! Mas ao percorrer a ementa de um bom restaurante italiano, podem surgir dúvidas, tantos são os tipos de massas! Deixo-vos uma pequena descrição das mais famosas, de forma a prevenir embaraços no próximo jantar!

Campanelle – sinos com bordas onduladas;
Capelli d’angelo ou cabelos de anjo – fios muito longos e finos;
Canneloni – tubos grandes para rechear e zozinhar no forno;
Casarecce – massas dobradas com as pontas em forma de S.
Conchiglie - búzios ou conchas;
Ditali – dedais; Ditalini são dedais pequeninos;
Farfalle - borboletas ou lacinhos;
Fettucine – tiras compridas e achatadas com 5mm de largura;
Fusilli ou rotini - espirais ou saca-rolhas, compridos ou curtos;
Gemelli – espirais estreitas e ocas;
Gnocchi ou cavatelli - conchinhas compridas e estriadas;
Lasagne ou lasanha - folhas recatangulares ou quadradas;
Linguine - tiras achatadas e mais estreitas que o Fettucine;
Lumache ou tubarões – massas em forma de caracol;
Macaroni ou macarrão – tubos grossos e lisos. Podem ser compridos ou curtos, direitos ou curvos (cotovelos).
Orecchiette - massas pequenas em forma de orelha;
Pappardelle – tiras achatadas com cerca de 2cm de lagura.
Penne ou penas – massas curtas em forma de tubo, com pontas cortadas diagonalmente. Podem ser estriadas ou lisas.
Radiatori – massas curtas semelhantes a radiadores de água;
Spaghetti ou esparguete – a mais popular fora de Itália; é uma massa comprida, redonda e fina. Os Spaghettini são ainda mais finos;
Tagliatelle – tiras compridas e achatadas em ninho;
Vermicelli – variedade de esparguete extremamente fina.
As terminações dos nomes das massas ajudam a identificar o seu tamanho. Tente recordar-se desta regra: “oni” indica massa grande; “ette” ou “etti”, massa pequena e “ini”, massa mais pequena.

Quanto a massas recheadas, podemos reter estas designações:

Agnolotti – almofadinhas em forma de meia-lua ou rectangulares, tradicionalmente recheadas com carne;
Capelletti – massas pequenas em forma de chapéu;
Ravioli – almofadas quadradas, redondas ou ovais, pequenas ou grandes;
Tortelloni – quadrados grandes recheados;
Tortellini – pequenos anéis recheados.

Lembre-se que Pasta di semola grano duro é uma massa feita de farinha de trigo-duro e all’uova significa que é enriquecida com ovos. Por curiosidade fique ainda a saber que o espinefre torna a massa verde; a massa com beterraba é alla bietola ou rossa (vermelha); a massa seppia ou neroli é preta devido à adição de tinta de chocos.

E pronto! Vai fazer um “brilharete” na próxima ida ao Italiano!



Cláudia Bandeira

Título: Buenna pasta!!

Autor: Cláudia Bandeira (todos os textos)

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Comentários     ( 2 )    recentes

  • Daiany Nascimento

    18-09-2012 às 10:44:38

    Muito interessante essas dicas! Realmente é importante entender da maneira correta o que esta escrito no menu para não acabar pedindo uma comida que você nem sabe o que é kkkk também gosto bastante de pasta, além de vários outros pratos típicos aqui do Brasil. Até me deu fome kkk

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoJose

    06-04-2009 às 14:24:31

    Sempre fui um grande apreciador de pasta. Alimentação sem pasta não é alimentação.

    Italia é bonita, deu-nos a pasta!

    ¬ Responder

Comentários - Buenna pasta!!

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A história da fotografia

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Tema: Fotografia
A história da fotografia\"Rua
A história e princípios básicos da fotografia e da câmara fotográfica remontam à Grécia Antiga, quando Aristóteles verificou que os raios de luz solar e com o uso de substâncias químicas, ao atravessarem um pequeno orifício, projetavam na parede de um quarto escuro a imagem do exterior. Este método recebeu o nome de câmara escura.

A primeira fotografia reconhecida foi uma imagem produzida em 1826 por Niepce. Esta fotografia foi feita com uma câmara e assente numa placa de estanho coberta com um derivado de petróleo, tendo estado exposta à luz solar por oito horas, esta encontra-se ainda hoje preservada.

Niepce e Louis –Jacques Mandé Daguerre inciaram em 1829 as suas pesquisas, sendo que dez anos depois foi oficializado o processo fotográfico o nome de daguerreótipo. Este processo consistia na utilização de duas placas, uma dourada e outra prateada, que uma vez expostas a vapores de iodo, formando uma pelicula de iodeto de prata sobre a mesma, ai era a luz que entrava na camara escura e o calor gerado pela luz que gravava a imagem/fotografia na placa, sendo usado vapor de mercúrio para fazer a revelação da imagem. Foi graças á investigação realizada por Friedrich Voigtlander e John F. Goddard em 1840, que os tempos de exposição e revelação foram encurtados.




Podemos dizer que o grande passo (não descurando muitas outras mentes brilhantes) foi dado por Richard Leach Maddox, que em 1871 fabricou as primeiras placas secas com gelatina, substituindo o colódio. Três anos depois, as emulsões começaram a ser lavadas com água corrente para eliminar resíduos.

A fotografia digital


Com o boom das novas tecnologias e com a capacidade de converter quase tudo que era analógico em digital, sendo a fotografia uma dessas mesmas áreas, podemos ver no início dos anos 90, um rápido crescimento de um novo mercado, a fotografia digital. Esta é o ideal para as mais diversas áreas do nosso dia a dia, seja a nível profissional ou pessoal.

As máquinas tornaram-se mais pequenas, mais leves e mais práticas, ideais para quem não teve formação na área e que não tem tempo para realizar a revelação de um rolo fotográfico, sem necessidade de impressão. Os melhores momentos da nossa vida podem agora ser partilhados rapidamente com os nossos amigos e familiares rapidamente usando a internet e sites sociais como o Facebook e o Twitter .

A primeira câmara digital começou a ser comercializada em 1990, pela Kodak. Num instante dominou o mercado e hoje tornou-se produto de consumo, substituindo quase por completo as tradicionais máquinas fotográficas.

Sendo que presentemente com o aparecimento do FullHD, já consegue comprar uma máquina com sensores digitais que lhe permitem, além de fazer fotografia, fazer vídeo em Alta-Definição, criando assim não só fotografias quase que perfeitas em quase todas as condições de luz bem como vídeo com uma qualidade até agora impossível no mercado do vídeo amador.

Tirar fotografias já é acessível a todos e como já não existe o limite que era imposto pelos rolos, “dispara-se” por tudo e por nada. Ter uma máquina fotográfica não é mais um luxo, até já existem máquinas disponíveis para as crianças. Muitas vezes uma fotografia vale mais que mil palavras e afinal marca um momento para mais tarde recordar.

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Título:A história da fotografia

Autor:Bruno Jorge(todos os textos)

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Comentários

  • Rua DireitaRua Direita

    05-05-2014 às 03:48:18

    Como é bom viver o hoje e saber da história da fotografia. Isso nos dá a ideia de como tudo evoluiu e como o mundo está melhor a cada dia produzindo fotos mais bonitas e com qualidade!

    ¬ Responder

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