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Paté - Prático, Saboroso e Requintado

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Alimentação
Paté - Prático, Saboroso e Requintado

As visitas inesperadas, por vezes, são bem-vindas e até agradáveis. Nesses dias, é costume termos sempre algum petisco e alguma bebida especial para oferecer. Quando a conversa se alonga, o mais provável é adiarmos os nossos compromissos para recebermos as visitas com mais calma. Depois segue-se o almoço ou oferecemos o jantar a pensar que, nem sempre temos esta oportunidade, temos que aproveitar! Nesta hora uma entrada saborosa e requintada é necessária.

O paté é uma ótima forma de resolver este problema. Pode ser uma entrada saborosa e requintada, se bem preparada e bem servida. Poderá ser servida acompanhada com tostas de trigo e tostas integrais, dentro de um recipiente de vidro em cima de um prato decorado com folhas de alface. Pode optar por colocar folhas de alface a cobrir o prato e depois colocar o paté em cima das folhas, abdicando assim do recipiente.

Pode utilizar atum, frango, delícias do mar, peru,… pode colocar como ingrediente principal quase tudo de que gosta, ou o que tiver na sua despensa!
Se utilizar frango ou peru, cozinhe e desfie-o. É importante que não utilize temperos se necessitar de cozinhar o ingrediente principal. Se utilizar delícias do mar, descongele-as e desfie-as.

De seguida, num recipiente coloque:
- Pato, atum, peru ou delícias…;
- Maionese;
- Pimenta Kaiena;
- Couve flor cortada em pedacinhos (pickle);
- Azeitona preta às rodelas;
- Ketchup para dar cor (muito pouco);
- Molho inglês;
- Salsa;
- Sal q.b.

Qualquer ingrediente que combine com estes pode ser adicionado. Tudo o que for adicionado deve ser em quantidades pequenas, cortado em pedaços pequenos para que a pasta se mantenha fina.
A intenção desta mistura é proporcionar ao degustador uma sensação de provar imensos sabores em cima de uma tosta pequena sem perder a leveza.

A qualidade da maionese que vai utilizar para esta receita é muito importante, visto que este ingrediente é utilizado em grande quantidade. Deve ter em atenção a qualidade da carne e a qualidade das delícias do mar, visto que o ingrediente principal interfere no sucesso da receita.

Quantos mais ingredientes frescos e caseiros utilizar mais sabor terá a sua receita. A maionese, pode ser feita por si, não precisa comprá-la já feita. Se estiver com pressa escolha uma de boa qualidade e utilize.

Bom apetite!


Rua Direita

Título: Paté - Prático, Saboroso e Requintado

Autor: Rua Direita (todos os textos)

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Os descendentes de Eça

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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