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O prazer de um crepe caseiro

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Alimentação
Comentários: 1
O prazer de um crepe caseiro

A primeira vez que se ouviu falar de crepes foi no século I, pelo gastrónomo romano Apicius. Contudo os italianos dizem que esta doçaria apenas surgiu no Sec.V, quando os peregrinos francesas guiados pela fé dirigiram-se a Roma para a festa Della Canderala. Ao chegaram a Roma, o Papa Gelásio comovido pela fome destes, mandou abastecer a cozinha do palácio com ovos, farinha e leite.
Assim surgiram os crepes que posteriormente foram levados para França pelos próprios peregrinos.

Desta forma apareceram várias histórias e superstições relacionadas com os crepes. Umas delas consiste em levar o convidado a preparar o seu crepe, no qual tem que pedir um desejo antes de mandar o crepe ao ar, se este cair aberto e do lado certo o deseje realizasse, se não, o desejo só poderá ser novamente pedido no inverno seguinte.
É na Bretanha, uma península a noroeste de França onde esta prática é mais utilizada, acompanhada com uma bebida à base de maça.

Agora já não precisa de sair de casa para comer um crepe com os seus amigos, nos dias de hoje temos à disponibilidade de cada um as máquinas de crepes caseiras, que estão à venda em qualquer loja de eletrodomésticos. Estas máquinas são práticas e fáceis de usar.

Sugestão de um crepe com molho de chocolate

Massa
100 gr de farinha
30 gr de açúcar
1 colher de sopa de manteiga
1 dl de Leite
1 ovo
Raspa de limão q.b.
Sal q.b.

Molho chocolate
150 gr de chocolate (tablete p/culinária)
1 colher de sopa de manteiga
2 dl de leite
2 colheres de mel

Preparação
Misture todos os ingredientes necessários para fazer a massa numa taça e mexa com uma vara de arames.
Deixe a massa repousar cerca de 20m e comece a preparar o molho de chocolate. Misture todos os ingredientes, leve ao lume brando e deixe ferver durante 5 minutos.
Depois de retirar a massa da máquina de fazer crepes, é só servir o crepe com o molho barrado. Pode acompanhar com uma bola de gelado.

Divirta-se ao mesmo tempo que coloca em prática a sua originalidade e crie os mais diversos tipos de crepes. Bom apetite!


Rua Direita

Título: O prazer de um crepe caseiro

Autor: Rua Direita (todos os textos)

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Comentários     ( 1 )    recentes

  • Sofia NunesSofia Nunes

    16-09-2012 às 17:17:29

    Desconhecia totalmente a antiguidade da invenção dos crepes, pensando-os uma inovação mais ou menos recente. Os crepes (mas também as panquecas, que confeciono quando disponho de menos tempo) são um dos meus pratos favoritos, confeccionando-os frequentemente à hora do lanche. Com chocolate, frutas ou simplesmente com açúcar e canela, os crepes suzette são uma refeição fácil e rápida de preparar. Gostei especialmente, nesta receita, da adição de mel ao molho de chocolate. Irei decerto experimentar!

    ¬ Responder

Comentários - O prazer de um crepe caseiro

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Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Literatura
Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal\"Rua
Gertrude Stein foi uma escritora de peças de teatro, de peças de opera, de ficção, de biografia e de poesia, nascida nos Estados Unidos da América, e escreveu a Autobiografia de Alice B. Toklas, vestindo a pele, e ouvindo pela viva voz da sua companheira de 25 anos de vida, os relatos da historia de ambas, numa escrita acessível, apresentando situações caricatas ou indiscretas de grandes vultos da arte e da escrita da sua época. Alice B. Toklas foi também escritora, apesar de ter vivido sempre um pouco na sombra de Stein. Apesar de ambas terem crescido na Califórnia, apenas se conheceram em Paris, em 1907.


Naquela altura, Gertrude vivia há quatro anos com o seu irmão, o artista Leo Stein, no numero 27 da rue de Fleurus, num apartamento que se tinha transformado num salão de arte, recebendo exposições de arte moderna, e divulgando artistas que viriam a tornar-se muito famosos. Nestes anos iniciais em Paris, Stein estava a escrever o seu mais importante trabalho de início de carreira, Three Lives (1905).


Quando Gertrude e Alice se conheceram, a sua conexão foi imediata, e rapidamente Alice foi viver com Gertrude, tornando-se sua parceira de escrita e de vida. A casa, como se referiu atrás, tornou-se um local de reunião para escritores e artistas da vanguarda da época. Stein ajudou a lançar as carreiras de Matisse, e Picasso, entre outros, e passou a ser uma espécie de teórica de arte, aquela que descrevia os trabalhos destes artistas. No entanto, a maior parte das críticas que Stein recebia, acusavam-na de utilizar uma escrita demasiado densa e difícil, pelo que apenas em 1933, com a publicação da Autobiografia de Alice B. Toklas, é que o trabalho de Gertrude Stein se tornou de facto reconhecido e elogiado.


Alice foi o apoio de Gertrude, foi a dona de casa, a cozinheira, grande cozinheira aliás, vindo mais tarde a publicar algumas das suas receitas, e aquela que redigia e corrigia o que Gertrude lhe ditava. Assim, Toklas fundou uma pequena editora, a Plain Editions, onde publicava o trabalho de Gertrude. Aliás, é reconhecido nesta Autobiografia, que o papel de Gertrude, no casal, era o de marido, escrevendo e discutindo arte com os homens, enquanto Alice se ocupava da casa e da cozinha, e de conversar sobre chapéus e roupas com as mulheres dos artistas que visitavam a casa. Depois da morte de Gertrude, Alice continuou a promover o trabalho da sua companheira, bem como alguns trabalhos seus, de culinária, e um de memórias da vida que ambas partilharam.


Assim, este livro que inspirou o filme “Meia noite em Paris”, de Woody Allen, é um livro a não perder, já nas livrarias em Portugal, pela editora Ponto de Fuga.

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Liliana Félix Leite

Título:Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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