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Não resista aos frutos secos!

Categoria: Alimentação
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Não resista aos frutos secos!

Os frutos secos são, em geral, bastante apreciados. Embora com tradição em alguns períodos específicos do ano, nomeadamente o Natal e a Páscoa, aconselham os especialistas que se vão sendo consumidos com alguma regularidade, dadas as suas características nutritivas e benéficas para o organismo.

Não obstante o inegável carácter salutar destes alimentos, há que não esquecer a sua componente oleaginosa, cujo excesso será prejudicial, tanto à saúde como à linha. Trincados sozinhos ou em cocktail, quiçá acompanhando um aperitivo ou um refrescante sumo natural, os frutos secos integram, também, na perfeição alguns pratos, conferindo-lhes um toque de requinte e um paladar especial.

As castanhas, por exemplo, ficam muito bem com carne estufada ou assada no forno, tornando o molho mais aveludado e forte. Possuem uma quantidade residual de gordura e são deveras ricas em vitaminas B e C.

O caju, que combina com pimentão, caril, cordeiro e truta, contém doses elevadas de magnésio, que contribui para o fortalecimento da medula óssea, e ferro (em proporção similar ao arroz).

As nozes, cujas cascas podem ser aproveitadas em belíssimos trabalhos manuais, que se costumam ver juntas com figos e queijo, fornecem ómega 3, que combate a hipertensão arterial e o colesterol. São, igualmente, uma fonte de cálcio, em porção idêntica à do queijo fresco.

As amêndoas, por incrível que pareça, contêm mais cálcio e proteínas por grama do que os ovos. São ideais com maçãs, pêras, gelados e peixe azul.

Os pinhões, apesar de férteis em proteínas e magnésio, e de se harmonizarem com porco, cordeiro, espinafres e alfavaca, devem ser ingeridos de forma comedida, por se tratar de uma semente extremamente rica em lípidos.

Os pistachos são os mais abundantes em fibras, assim como em potássio, proteínas e ferro. Combinam soberbamente com truta, cordeiro, citrinos, damascos, figos, mel e menta.

Os amendoins, porventura mais baratos e usuais, apresentam altos índices de gorduras mono-insaturadas, protectoras do coração, sais minerais (potássio, ferro, enxofre e iodo) e vitaminas do complexo B. São excelentes com diversos sabores de diferentes naturezas, tais como frango, porco, bananas, …

As avelãs, abonadas em cálcio, ácido fólico e vitamina E, e que caem esplendidamente com maçãs, cogumelos e framboesas, ajudam a prevenir o colesterol HDL.

As nozes macadâmias, quando não guarnecidas de gelado (!), contêm poucos hidratos de carbono e níveis consideráveis de gorduras mono-insaturadas. Ameixas, gengibre, limão e chocolate podem constituir opções de ligação.

Os figos secos apresentam um valor calórico muitíssimo superior ao dos frescos. Fornecem potássio, ferro, magnésio e cálcio. As suas fibras solúveis auxiliam na redução do colesterol em circulação, evitando, de igual modo, a prisão de ventre e outras complicações intestinais. Apesar das propriedades laxantes, não devem ser comidos com muita frequência, por causa das cáries dentárias, motivadas pela abastança de açúcar que encerram. Atenção, igualmente, ao bolor, que criam com tremenda facilidade, susceptível de albergar toxinas cancerígenas!



Maria Bijóias

Título: Não resista aos frutos secos!

Autor: Maria Bijóias (todos os textos)

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Martelos e marrettas

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Tema: Ferramentas
Martelos e marrettas\"Rua
Os martelos e as marretas são, digamos assim, da mesma família. As marretas poderiam apelidar-se de “martelos com cauda”. Elas são bastante mais robustas e mantêm as devidas distâncias: o cabo é maior.

Ambos constituem, na sua génese, amplificadores de força destinados a converter o trabalho mecânico em energia cinética e pressão.

Com origem no latim medieval martellu, o martelo é um instrumento utilizado para “cacetear” objectos, com propósitos vários, pelo que o seu uso perpassa áreas como o Direito, a medicina, a carpintaria, a indústria pesada, a escultura, o desporto, as manifestações culturais, etcétera, variando, naturalmente, de formas, tamanhos e materiais de composição.

A diversidade dos martelos é, realmente, espantosa. O mascoto, por exemplo, é um martelo grande empregue no fabrico de moedas. Com a crise económica que assola o mundo actualmente, já se imaginam os governantes, a par dos banqueiros, de martelo em punho para que não falte nada às populações…

Há também o marrão que, mais do que o “papa-livros” que tira boas notas a tudo, constitui um grande martelo de ferro, adequado para partir pedra. Sempre poupa trabalho à pobre água mole…

O martelo de cozinha serve para amaciar carne. Daquela que se vai preparar, claro está, e não da de quem aparecer no entretanto para nos martelar a paciência…!

Já no âmbito desportivo, o lançamento do martelo representa uma das provas olímpicas, tendo sido recentemente adoptado na modalidade feminina. Imagine-se se, em vez do martelo, se lançasse a marreta… seria, certamente, mesmo sem juiz nem tribunal, a martelada que sentenciaria a sorte, ou melhor, o azar de alguém!

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