Bem vindo à Rua Direita!
Eu sou a Sophia, a assistente virtual da Rua Direita.
Em que posso ser-lhe útil?

Email

Questão

a carregar
Textos | Produtos                                                    
|
Top 30 | Categorias

Email

Password


Esqueceu a sua password?
Início > Textos > Categoria > Alimentação > Coma bastante ferro! Salvo seja…

Coma bastante ferro! Salvo seja…

Categoria: Alimentação
Visitas: 4
Comentários: 1
Coma bastante ferro! Salvo seja…

O ferro é um dos nutrientes imprescindíveis ao regular funcionamento do organismo. Trata-se de um mineral que, entre outras tarefas, permite o transporte de oxigénio no sangue e concorre para a eficácia do sistema imunológico. Paralelamente, é sugerido, pelos especialistas, o seu envolvimento no desempenho cognitivo e na capacidade de aprendizagem, memorização, atenção e competências sensorial e motora de crianças e adolescentes.

Não obstante a sua indispensabilidade e a presença marcante em diversos alimentos, a anemia, decorrente do défice de ferro, perdura como a enfermidade nutricional mais vulgar em todo o mundo.

Os bebés com idade inferior a dois anos, as adolescentes, as grávidas e os idosos integram os grupos em que existe um risco acrescido desta carência nutricional. As fontes mais recomendáveis de ferro na alimentação incluem o peixe, o rim, o fígado, o coração, a carne magra e as aves. O ferro de origem animal, denominado hémico, tem uma taxa de absorção bastante superior ao ferro de origem vegetal (não-hémico), existente nas leguminosas, hortaliças, batata assada com a pele, gérmen de trigo, arroz enriquecido, espinafres, cereais integrais e frutos secos. Ainda assim, é possível que pessoas radicalmente vegetarianas ingiram ferro em quantidade suficiente, mediante alguns cuidados suplementares.

Na realidade, cerca de dez por cento do ferro é excretado do nosso corpo, numa base diária, e os seus níveis têm de ser repostos, numa perspectiva de acautelar carecimentos nutricionais. As mulheres, por causa das perdas sanguíneas associadas ao ciclo menstrual, manifestam necessidades de ferro superiores aos homens.

Para além dos alimentos ricos em ferro, devem consumir-se com frequência outros que sejam abundantes em vitamina C, entre os quais se encontram os brócolos, os pimentos, o agrião, as couves, os coentros e a salsa. Esta vitamina, também conhecida como ácido ascórbico, é o mais poderoso intensificador da absorção de ferro, mormente o de procedência vegetal.

A utilização de suplementos de ferro não é indicada para homens com alguma idade e mulheres após a menopausa, sob pena de que uma ingestão deste mineral acima do que é aconselhável eleve o risco de doença cardiovascular e de cancro.

No que se refere à amamentação, o leite materno é sempre preferível ao de vaca, porque, embora possua menor porção de ferro, revela atributos que tornam o ferro grandemente biodisponível (de fácil absorção).

Na preparação desportiva de alto nível e exigência, como são os casos do triatlo, do ciclismo ou da maratona, é comum verificar-se, em atletas do sexo feminino, uma deficiência em ferro. Nestas circunstâncias, sugere-se uma dieta rica neste mineral e, se o nutricionista assim o entender, algum suplemento.



Maria Bijóias

Título: Coma bastante ferro! Salvo seja…

Autor: Maria Bijóias (todos os textos)

Visitas: 4

667 

Deixe o seu comentárioDeixe o seu comentário

Comentários     ( 1 )    recentes

  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoMauro

    14-08-2009 às 11:18:26

    Muito interessante não imaginava que o ferro tivesse na constituição de tantos alimentos..

    ¬ Responder

Comentários - Coma bastante ferro! Salvo seja…

voltar ao texto
  • Avatar *     (clique para seleccionar)


  • Nome *

  • Email

    opcional - receberá notificações

  • Mensagem *

  • Os campos com * são obrigatórios


  • Notifique-me de comentários neste texto por email.

  • Notifique-me de respostas ao meu comentário por email.

A história da fotografia

Ler próximo texto...

Tema: Fotografia
A história da fotografia\"Rua
A história e princípios básicos da fotografia e da câmara fotográfica remontam à Grécia Antiga, quando Aristóteles verificou que os raios de luz solar e com o uso de substâncias químicas, ao atravessarem um pequeno orifício, projetavam na parede de um quarto escuro a imagem do exterior. Este método recebeu o nome de câmara escura.

A primeira fotografia reconhecida foi uma imagem produzida em 1826 por Niepce. Esta fotografia foi feita com uma câmara e assente numa placa de estanho coberta com um derivado de petróleo, tendo estado exposta à luz solar por oito horas, esta encontra-se ainda hoje preservada.

Niepce e Louis –Jacques Mandé Daguerre inciaram em 1829 as suas pesquisas, sendo que dez anos depois foi oficializado o processo fotográfico o nome de daguerreótipo. Este processo consistia na utilização de duas placas, uma dourada e outra prateada, que uma vez expostas a vapores de iodo, formando uma pelicula de iodeto de prata sobre a mesma, ai era a luz que entrava na camara escura e o calor gerado pela luz que gravava a imagem/fotografia na placa, sendo usado vapor de mercúrio para fazer a revelação da imagem. Foi graças á investigação realizada por Friedrich Voigtlander e John F. Goddard em 1840, que os tempos de exposição e revelação foram encurtados.




Podemos dizer que o grande passo (não descurando muitas outras mentes brilhantes) foi dado por Richard Leach Maddox, que em 1871 fabricou as primeiras placas secas com gelatina, substituindo o colódio. Três anos depois, as emulsões começaram a ser lavadas com água corrente para eliminar resíduos.

A fotografia digital


Com o boom das novas tecnologias e com a capacidade de converter quase tudo que era analógico em digital, sendo a fotografia uma dessas mesmas áreas, podemos ver no início dos anos 90, um rápido crescimento de um novo mercado, a fotografia digital. Esta é o ideal para as mais diversas áreas do nosso dia a dia, seja a nível profissional ou pessoal.

As máquinas tornaram-se mais pequenas, mais leves e mais práticas, ideais para quem não teve formação na área e que não tem tempo para realizar a revelação de um rolo fotográfico, sem necessidade de impressão. Os melhores momentos da nossa vida podem agora ser partilhados rapidamente com os nossos amigos e familiares rapidamente usando a internet e sites sociais como o Facebook e o Twitter .

A primeira câmara digital começou a ser comercializada em 1990, pela Kodak. Num instante dominou o mercado e hoje tornou-se produto de consumo, substituindo quase por completo as tradicionais máquinas fotográficas.

Sendo que presentemente com o aparecimento do FullHD, já consegue comprar uma máquina com sensores digitais que lhe permitem, além de fazer fotografia, fazer vídeo em Alta-Definição, criando assim não só fotografias quase que perfeitas em quase todas as condições de luz bem como vídeo com uma qualidade até agora impossível no mercado do vídeo amador.

Tirar fotografias já é acessível a todos e como já não existe o limite que era imposto pelos rolos, “dispara-se” por tudo e por nada. Ter uma máquina fotográfica não é mais um luxo, até já existem máquinas disponíveis para as crianças. Muitas vezes uma fotografia vale mais que mil palavras e afinal marca um momento para mais tarde recordar.

Pesquisar mais textos:

Bruno Jorge

Título:A história da fotografia

Autor:Bruno Jorge(todos os textos)

Alerta

Tipo alerta:

Mensagem

Conte-nos porque marcou o texto. Essa informação não será publicada.

Deixe o seu comentárioDeixe o seu comentário

Comentários

  • Rua DireitaRua Direita

    05-05-2014 às 03:48:18

    Como é bom viver o hoje e saber da história da fotografia. Isso nos dá a ideia de como tudo evoluiu e como o mundo está melhor a cada dia produzindo fotos mais bonitas e com qualidade!

    ¬ Responder

Pesquisar mais textos:

Deixe o seu comentário

  • Nome *

  • email

    opcional - receberá notificações

  • mensagem *

  • Os campos com * são obrigatórios