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Coma bastante ferro! Salvo seja…

Categoria: Alimentação
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Comentários: 1
Coma bastante ferro! Salvo seja…

O ferro é um dos nutrientes imprescindíveis ao regular funcionamento do organismo. Trata-se de um mineral que, entre outras tarefas, permite o transporte de oxigénio no sangue e concorre para a eficácia do sistema imunológico. Paralelamente, é sugerido, pelos especialistas, o seu envolvimento no desempenho cognitivo e na capacidade de aprendizagem, memorização, atenção e competências sensorial e motora de crianças e adolescentes.

Não obstante a sua indispensabilidade e a presença marcante em diversos alimentos, a anemia, decorrente do défice de ferro, perdura como a enfermidade nutricional mais vulgar em todo o mundo.

Os bebés com idade inferior a dois anos, as adolescentes, as grávidas e os idosos integram os grupos em que existe um risco acrescido desta carência nutricional. As fontes mais recomendáveis de ferro na alimentação incluem o peixe, o rim, o fígado, o coração, a carne magra e as aves. O ferro de origem animal, denominado hémico, tem uma taxa de absorção bastante superior ao ferro de origem vegetal (não-hémico), existente nas leguminosas, hortaliças, batata assada com a pele, gérmen de trigo, arroz enriquecido, espinafres, cereais integrais e frutos secos. Ainda assim, é possível que pessoas radicalmente vegetarianas ingiram ferro em quantidade suficiente, mediante alguns cuidados suplementares.

Na realidade, cerca de dez por cento do ferro é excretado do nosso corpo, numa base diária, e os seus níveis têm de ser repostos, numa perspectiva de acautelar carecimentos nutricionais. As mulheres, por causa das perdas sanguíneas associadas ao ciclo menstrual, manifestam necessidades de ferro superiores aos homens.

Para além dos alimentos ricos em ferro, devem consumir-se com frequência outros que sejam abundantes em vitamina C, entre os quais se encontram os brócolos, os pimentos, o agrião, as couves, os coentros e a salsa. Esta vitamina, também conhecida como ácido ascórbico, é o mais poderoso intensificador da absorção de ferro, mormente o de procedência vegetal.

A utilização de suplementos de ferro não é indicada para homens com alguma idade e mulheres após a menopausa, sob pena de que uma ingestão deste mineral acima do que é aconselhável eleve o risco de doença cardiovascular e de cancro.

No que se refere à amamentação, o leite materno é sempre preferível ao de vaca, porque, embora possua menor porção de ferro, revela atributos que tornam o ferro grandemente biodisponível (de fácil absorção).

Na preparação desportiva de alto nível e exigência, como são os casos do triatlo, do ciclismo ou da maratona, é comum verificar-se, em atletas do sexo feminino, uma deficiência em ferro. Nestas circunstâncias, sugere-se uma dieta rica neste mineral e, se o nutricionista assim o entender, algum suplemento.



Maria Bijóias

Título: Coma bastante ferro! Salvo seja…

Autor: Maria Bijóias (todos os textos)

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Comentários     ( 1 )    recentes

  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoMauro

    14-08-2009 às 11:18:26

    Muito interessante não imaginava que o ferro tivesse na constituição de tantos alimentos..

    ¬ Responder

Comentários - Coma bastante ferro! Salvo seja…

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Os descendentes de Eça

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Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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