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Como fazer pão caseiro recheado

Categoria: Alimentação
Como fazer pão caseiro recheado

Quem não gosta de pão, bom sujeito não é. Pão me faz recordar de tempos antigos. Jesus mesmo comeu pão e compartilhou com os seus discípulos. Afinal, ele é o pão da vida que desceu do céu para salvar os homens. Com certeza, há muitos tipos de pães. Ninguém fica sem o seu pãozinho de manhã, rsrs. Ele é alimento consumido por todas as classes sociais.

O dicionário diz assim “É alimento feito de farinha amassada, geralmente fermentada, e cozida no forno”. Com diria Sherlock Homes: “Isso é elementar, meu caro Watson”! O que quero dizer é que o pão evoluiu ganhando novos ingredientes e alterações no sabor. Mas vamos ao que interessa? Ultimamente tenho assistido a vários vídeos sobre culinária e estudado bastante sobre o assunto. Converso com as pessoas buscando informações. Sabedoria popular, compreende?

Aprecio muito a comidinha caseira da minha esposa. Recentemente, juntos fizemos um delicioso pão caseiro recheado. E, como não somos egoístas, tivemos a idéia de postar a receita aqui no blog. É só seguir o passo a passo, ok?

Ingredientes:
3 xícaras: farinha de trigo
1 xícara: óleo
1 xícara: leite ou água (à sua escolha)
3 ovos (2 p/ massa – 1 p/ pincelar o pão)
1 colher de sopa de açúcar
1 pitada de sal
2 colheres de fermento de pão

Ingredientes do recheio
250 g de queijo parmesão fatiado
250: presunto
100 g: tomate seco
1 pitada de orégano

1) Misture os ingredientes secos: farinha, açúcar. Depois acrescente coloque os ovos e o óleo.

2) Pegue o fermento e misture na água (morna) ou leite morno.

3) Coloque o leite ou a água na massa e misture bem sovando até ficar fofa e desgrudada.

4) Reserve-a numa vasilha. O tempo deverá ser de 15 minutos.

5) Ligue o forno, pegue a massa dividindo-a em duas partes. Abra a massa com um rolo, mas não a deixe muito fina. Pegue os recheios e coloque uma camada de parmesão, uma de presunto e outra de tomate seco. Salpique por cima o orégano.

6) Enrole a massa até a metade. E repita o processo novamente com o recheio e termine de enrolar. Pegue uma gema, mexa e pincele o pão. Coloque-o pra assar em forno de 200 graus. Em torno de 25 a 30 minutos, estará pronto.

Dicas

Se você quiser poderá substituir os recheios: salsicha picada, sardinha, peito de frango desfiado, cereais (castanha de caju, do Pará, linhaça.)

Obs.: os molhos devem estar, levemente, úmidos. Sem líquido nenhum para não furar a massa.
Concluindo, siga o passo a passo com atenção. Muito cuidado com o tempo de descanso da massa (15 minutos). Observar a quantidade de cada ingrediente da receita também é relevante. Depois é só chamar os amigos para degustar.

Abraço


Elcias Monteiro do Nascimento

Título: Como fazer pão caseiro recheado

Autor: Elcias Monteiro Nascimento (todos os textos)

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Comentários - Como fazer pão caseiro recheado

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Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

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Tema: DVD Filmes
Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.\"Rua
Este texto irá falar sobre o filme Ex_Machina, nele podem e vão ocorrer Spoillers, então se ainda não viram o filme, vejam e voltem depois para lê-lo.

Impressões iniciais:

Ponto para o filme. Já que pela sinopse baixei a expectativa ao imaginar que era apenas mais um filme de robôs com complexo de Pinóquio, mas evidentemente que é muito mais que isso.

Desde as primeiras cenas é possível perceber que o filme tem algo de especial, pois não vemos uma cena de abertura com nenhuma perseguição, explosão ou ação sem propósito, típica em filmes hollywoodianos.
Mais um ponto, pois no geral o filme prende mais nos diálogos cerebrais do que na história em si, e isso é impressionante para o primeiro filme, como diretor, de Alex Garland (também roteirista do filme). O filme se mostrou eficiente em criar um ambiente de suspense, em um enredo, aparentemente sem vilões ou perigos, que prende o espectador.

Entrando um pouco no enredo, não é difícil imaginar que tem alguma coisa errada com Nathan Bateman (Oscar Isaac), que é o criador do android Ava (Alicia Vikander), pois ele vive isolado, está trabalhando num projeto de Inteligência Artificial secreto e quando o personagem orelha, Caleb Smith (Domhnall Gleeson), é introduzido no seu ambiente, o espectador fica esperando que em algum momento ele (Nathan) se mostrará como vilão. No entanto isso ocorre de uma forma bastante interessante no filme, logo chegaremos nela.

Falando um pouco da estética do filme, ponto para ele de novo, pois evita a grande cidade (comum nos filmes de FC) como foco e se concentra mais na casa de Nathan, que fica nas montanhas cercadas de florestas e bastante isolado. Logo de cara já é possível perceber que a estética foi pensada para ser lembrada, e não apenas um detalhe no filme. A pesar do ambiente ser isolado era preciso demonstras que os personagens estão em um mundo modernizado, por isso o cineasta opta por ousar na arquitetura da casa de Nathan.

A casa é nesses moldes novos onde a construção se mistura com o ambiente envolta. Usando artifícios como espelhos, muitas paredes de vidro, estruturas de madeira e rochas, dando a impressão de camuflagem para a mesma, coisa que os ambientalistas julgam favorável à natureza. Por dentro se pode ver de forma realista como podem ser as smart-house, não tenho certeza se o termo existe, mas cabe nesse exemplo. As paredes internas são cobertas com fibra ótica e trocam de cor, um efeito que além de estético ajuda a criar climas de suspense, pois há momentos onde ocorrem quedas de energia, então fica tudo vermelho e trancado.

O papel de Caleb á ajudar Nathan a testar a IA de AVA, mas com o desenrolar da história Nathan revela que o verdadeiro teste está em saber se Ava é capaz de “usar”, ou “se aproveitar” de Caleb, que se demonstra ser uma pessoa boa.

Caleb é o típico nerd introvertido, programador, sem amigos, sem família e sem namorada. Nathan também representa a evolução do nerd. O nerd nos dias de hoje. Por fora o cara é careca, barbudão com uns traços orientais (traços indianos, pois a Índia também fica no Oriente), bebê bastante e ao mesmo tempo malha e mantém uma dieta saudável pra compensar. E por dentro é um gênio da programação que criou, o google, o BlueBook, que é um sistema de busca muito eficiente.

Destaque para um diálogo sobre o BlueBook, onde Nathan fala para Caleb:
“Sabe, meus concorrentes estavam tão obcecados em sugar e ganhar dinheiro por meio de compras e mídia social. Achavam que ferramenta de pesquisa mapeava O QUE as pessoas pensavam. Mas na verdade eles eram um mapa de COMO as pessoas pensavam”.

Impulso. Resposta. Fluido. Imperfeição. Padronização. Caótico.

A questão filosófica vai além disso esbarrando no conceito de “vontade de potência”, de Nietzche, mas sobre isso não irei falar aqui, pois já há textos muito bons por aí.

Tem outra coisa que o filme me lembrou, que eu não sei se é referência ou se foi ocasional, mas o local onde Ava está presa e a forma como ela fica deitada num divã, e questiona se Caleb a observa por detrás das câmeras, lembra o filme “A pele que habito” de Almodóvar, um outro filme excelente que algum dia falarei por aqui.

Talvez seja uma versão “O endoesqueleto de metal e silicone que habito”, ou “O cérebro positrônico azul que habito”, mesmo assim não podia deixar de citar a cena por que é muito interessante.

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Jhon Erik Voese

Título:Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

Autor:Jhon Erik Voese(todos os textos)

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Comentários

  • Suassuna 11-09-2015 às 02:03:47

    Gostei do texto, irei conferir o filme.

    ¬ Responder
  • Jhon Erik VoeseJhon Erik Voese

    15-09-2015 às 15:51:02

    Que bom, obrigado! Espero que goste do filme também!

    ¬ Responder

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