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Visões do Futuro

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Telemóveis
Visitas: 2
Comentários: 2
Visões do Futuro

Há muitos anos que se fala da questão de fusão quase que impercetível do ser humano com a tecnologia. Pode parecer que não mas já vivemos dessa forma. Com os telemóveis a tornarem-se cada vez mais parte integral da nossa vida, chegamos mesmo ao ponto de nos sentirmos incompletos se não tivermos o nosso smartphone à mão em muitos casos.

Assim, o que podemos esperar do futuro das telecomunicações?
Bem, a Nokia e a Google são alguns das primeiras empresas ligadas às telecomunicações a dar-nos os primeiros vislumbres sobre o que será muito provavelmente as tecnologias que vamos começar a usar dentre em breve.



Tanto uma companhia como a outra acreditam em produtos que permitam ao utilizador de telemóveis e redes sociais fazer tudo aquilo que fazemos atualmente com um smartphone, mas com as mãos totalmente livres, usando apenas sistemas de reconhecimento de voz, isto tudo usando um visor que é nada mais, nada menos que um par de óculos.

A Google apresentou em junho deste ano, na Google I/O os seus Google Glasses (Óculos Google). Este além de terem a capacidade de funcionar como um telemóvel na sua aplicação mais simples (receber chamadas e enviar de mensagens), permite também usando a tecnologia de realidade aumentada, receber informação acerca de locais onde nos encontremos, enviar vídeo, imagens e texto para as nossas redes sociais em tempo real, isto tudo ao longo da nossa rotina diária. A Google está almejar por um lançamento em 2013.

A Nokia apresentou também um protótipo para a sua versão do telemóvel do futuro. Este funciona também com a tecnologia de realidade aumentada em conjunto como um sistema de leitura de movimentos muito parecido ao Kinetic da Microsoft, que lendo o movimento da nossa mão consegue concluir qual a função ou operação que estamos a escolher ou aplicação a iniciar. Tal como os óculos da Google, esta invenção da Nokia, possui todas as funções de um smartphone.



Porém é um protótipo e ainda não está estipulada uma data de lançamento.
A questão é, este tipo de tecnologia será bem pelas massas? Poderá ser vista como um pouco intrusiva uma vez que obriga a que tenhamos de usar um acessório estranho a nós constantemente ou pelo menos enquanto queremos estar contactáveis. O futuro o dirá.


Bruno Jorge

Título: Visões do Futuro

Autor: Bruno Jorge (todos os textos)

Visitas: 2

613 

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Comentários     ( 2 )    recentes

  • Luene ZarcoLuene

    04-11-2014 às 10:22:59

    Quando que iríamos imaginar uma tecnologia tão avançada como a de hoje? Nunca! Então, temos que aproveitar muito e nos beneficiar de tudo que ela poderá nos fornecer.

    ¬ Responder
  • SophiaSophia

    02-06-2014 às 17:21:51

    Pode-se observar que essas empresas desempenham um papel de grande responsabilidade, visando a produzir telemóveis mais modernos e chamativos, com o fim único de lucrar. Como são inteligentes!
    Cumprimentos,
    Sophia

    ¬ Responder

Comentários - Visões do Futuro

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Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: DVD Filmes
Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.\"Rua
Este texto irá falar sobre o filme Ex_Machina, nele podem e vão ocorrer Spoillers, então se ainda não viram o filme, vejam e voltem depois para lê-lo.

Impressões iniciais:

Ponto para o filme. Já que pela sinopse baixei a expectativa ao imaginar que era apenas mais um filme de robôs com complexo de Pinóquio, mas evidentemente que é muito mais que isso.

Desde as primeiras cenas é possível perceber que o filme tem algo de especial, pois não vemos uma cena de abertura com nenhuma perseguição, explosão ou ação sem propósito, típica em filmes hollywoodianos.
Mais um ponto, pois no geral o filme prende mais nos diálogos cerebrais do que na história em si, e isso é impressionante para o primeiro filme, como diretor, de Alex Garland (também roteirista do filme). O filme se mostrou eficiente em criar um ambiente de suspense, em um enredo, aparentemente sem vilões ou perigos, que prende o espectador.

Entrando um pouco no enredo, não é difícil imaginar que tem alguma coisa errada com Nathan Bateman (Oscar Isaac), que é o criador do android Ava (Alicia Vikander), pois ele vive isolado, está trabalhando num projeto de Inteligência Artificial secreto e quando o personagem orelha, Caleb Smith (Domhnall Gleeson), é introduzido no seu ambiente, o espectador fica esperando que em algum momento ele (Nathan) se mostrará como vilão. No entanto isso ocorre de uma forma bastante interessante no filme, logo chegaremos nela.

Falando um pouco da estética do filme, ponto para ele de novo, pois evita a grande cidade (comum nos filmes de FC) como foco e se concentra mais na casa de Nathan, que fica nas montanhas cercadas de florestas e bastante isolado. Logo de cara já é possível perceber que a estética foi pensada para ser lembrada, e não apenas um detalhe no filme. A pesar do ambiente ser isolado era preciso demonstras que os personagens estão em um mundo modernizado, por isso o cineasta opta por ousar na arquitetura da casa de Nathan.

A casa é nesses moldes novos onde a construção se mistura com o ambiente envolta. Usando artifícios como espelhos, muitas paredes de vidro, estruturas de madeira e rochas, dando a impressão de camuflagem para a mesma, coisa que os ambientalistas julgam favorável à natureza. Por dentro se pode ver de forma realista como podem ser as smart-house, não tenho certeza se o termo existe, mas cabe nesse exemplo. As paredes internas são cobertas com fibra ótica e trocam de cor, um efeito que além de estético ajuda a criar climas de suspense, pois há momentos onde ocorrem quedas de energia, então fica tudo vermelho e trancado.

O papel de Caleb á ajudar Nathan a testar a IA de AVA, mas com o desenrolar da história Nathan revela que o verdadeiro teste está em saber se Ava é capaz de “usar”, ou “se aproveitar” de Caleb, que se demonstra ser uma pessoa boa.

Caleb é o típico nerd introvertido, programador, sem amigos, sem família e sem namorada. Nathan também representa a evolução do nerd. O nerd nos dias de hoje. Por fora o cara é careca, barbudão com uns traços orientais (traços indianos, pois a Índia também fica no Oriente), bebê bastante e ao mesmo tempo malha e mantém uma dieta saudável pra compensar. E por dentro é um gênio da programação que criou, o google, o BlueBook, que é um sistema de busca muito eficiente.

Destaque para um diálogo sobre o BlueBook, onde Nathan fala para Caleb:
“Sabe, meus concorrentes estavam tão obcecados em sugar e ganhar dinheiro por meio de compras e mídia social. Achavam que ferramenta de pesquisa mapeava O QUE as pessoas pensavam. Mas na verdade eles eram um mapa de COMO as pessoas pensavam”.

Impulso. Resposta. Fluido. Imperfeição. Padronização. Caótico.

A questão filosófica vai além disso esbarrando no conceito de “vontade de potência”, de Nietzche, mas sobre isso não irei falar aqui, pois já há textos muito bons por aí.

Tem outra coisa que o filme me lembrou, que eu não sei se é referência ou se foi ocasional, mas o local onde Ava está presa e a forma como ela fica deitada num divã, e questiona se Caleb a observa por detrás das câmeras, lembra o filme “A pele que habito” de Almodóvar, um outro filme excelente que algum dia falarei por aqui.

Talvez seja uma versão “O endoesqueleto de metal e silicone que habito”, ou “O cérebro positrônico azul que habito”, mesmo assim não podia deixar de citar a cena por que é muito interessante.

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Jhon Erik Voese

Título:Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

Autor:Jhon Erik Voese(todos os textos)

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Comentários

  • Suassuna 11-09-2015 às 02:03:47

    Gostei do texto, irei conferir o filme.

    ¬ Responder
  • Jhon Erik VoeseJhon Erik Voese

    15-09-2015 às 15:51:02

    Que bom, obrigado! Espero que goste do filme também!

    ¬ Responder

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