Bem vindo à Rua Direita!
Eu sou a Sophia, a assistente virtual da Rua Direita.
Em que posso ser-lhe útil?

Email

Questão

a carregar
Textos | Produtos                                                    
|
Top 30 | Categorias

Email

Password


Esqueceu a sua password?
Início > Textos > Categoria > Telemóveis > Telemóvel dá-nos o mundo para a mão

Telemóvel dá-nos o mundo para a mão

Categoria: Telemóveis
Visitas: 20
Comentários: 2
Telemóvel dá-nos o mundo para a mão

À distância de um toque, estamos perto de quem gostamos, do trabalho, dos produtos e serviços que necessitamos, da informação e do conhecimento que pretendemos em determinado momento. Pressionar teclas será coisa do passado, pois o telemóvel será activado pelo simples toque (ou até pela vibração da voz, dispensando os actuais pin de acesso como medida de segurança).

Graças aos avanços desenvolvidos em multiplas tecnologias, vários serviços e equipamentos, desde a Internet e a televisão, ao nosso computador, passam a encontrar-se no nosso telemóvel, que os reúne numa forma, o mais pequena e leve possível.

Esta evolução assenta na tendência do novo século: encurtar as distâncias espácio-temporais; desenvolver múltiplos tipos de relações afectivas; optimizar as tarefas; e, fundamentalmente, atribuir ao utilizador, o domínio e a responsabilidade de gerir o seu tempo e o seu universo psico-afectivo.

Nada como ilustrar uns minutos pessoais com o telemóvel do futuro...

Ao mesmo tempo que vejo e organizo o e-mail, respondo às mensagens mais urgentes, encomendo e pago a pizza que me trarão a casa para o jantar, envio um fax que, por esquecimento, não seguiu do escritório, actualizo as últimas notícias do dia de acordo com os meus interesses, pesquiso novas informações sobre o projecto que tenho em mãos, converso com a minha amiga de infância que está na Austrália, dou um sorriso ao seu filho de 6 anos e envio-lhe o vídeo que fiz com o telemóvel no último Natal em família.

Antes que o jantar me bata à porta, e para acompanhá-lo, faço o download de um som árabe que entretanto descobri no meio das minhas pesquisas e ainda de um filme muito em voga, que pretendo ver no fim-de-semana, algures em Espanha, que irei visitar recorrendo ao GPS e aos locais aconselhados como pontos turísticos de interesse.

Chegada a hora do futebol, e usufruindo da televisão interactiva, escolho o ângulo que mais gosto para ver o jogo, enquanto gravo o documentário que passa noutro canal, para ver quando tiver oportunidade.

O sentimento de liberdade e de autocontrolo que o uso deste telemóvel liberta é indefinevível. No último jogo de Portugal pude gritar bem alto “Goooollllooo” no cima da Serra da Estrela e partilhar com meio mundo essa alegria, por palavras, voz e imagens.

O lema do futuro será: “diz-me como usas o telemóvel e dir-te-ei quem és”.



Carla Santos

Título: Telemóvel dá-nos o mundo para a mão

Autor: Carla Santos (todos os textos)

Visitas: 20

735 

Deixe o seu comentárioDeixe o seu comentário

Comentários     ( 2 )    recentes

  • Rafaela CoronelRafaela

    10-11-2014 às 11:42:13

    Vivemos essa realidade e o quanto o mundo tornou-se acessível a qualamquer pessoa. O celular é uma grande ferramenta de comunicação. Muito bom!

    ¬ Responder
  • SophiaSophia

    03-06-2014 às 23:29:04

    Não há distância que separe quando temos um celular. Agora, que é possível ver face a face, tornou-se muito melhor!
    Cumprimentos,
    Sophia

    ¬ Responder

Comentários - Telemóvel dá-nos o mundo para a mão

voltar ao texto
  • Avatar *     (clique para seleccionar)


  • Nome *

  • Email

    opcional - receberá notificações

  • Mensagem *

  • Os campos com * são obrigatórios


  • Notifique-me de comentários neste texto por email.

  • Notifique-me de respostas ao meu comentário por email.

Os descendentes de Eça

Ler próximo texto...

Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

Pesquisar mais textos:

Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

Alerta

Tipo alerta:

Mensagem

Conte-nos porque marcou o texto. Essa informação não será publicada.

Pesquisar mais textos:

Deixe o seu comentário

  • Nome *

  • email

    opcional - receberá notificações

  • mensagem *

  • Os campos com * são obrigatórios