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Desvele os encantos da cebola!

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Alimentação
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Comentários: 4
Desvele os encantos da cebola!

A cebola, juntamente com o alho, é um dos condimentos mais usados em todo o mundo. Dá sabor crua, cozida, refogada.

Trata-se de um vegetal cuja parte comestível, o bolbo, se desenvolve debaixo da terra, e é composto por folhas carnudas sobrepostas, de cor branca ou roxa. Outras, mais finas, de tom avermelhado, fazem a cobertura. Quando espiga, as folhas verdes também se podem comer. O odor é forte e o sabor picante e adocicado.

A cebola é natural do Sudoeste da Ásia. A sua utilização estendeu-se à Índia, China, Médio Oriente e Norte de África. Os Egípcios consideravam-na sagrada e, com o inseparável alho, constituía o alimento dos escravos que construíram as pirâmides (Que outros insondáveis segredos terão sido levados para aqueles túmulos?...). Havia povos que lhe punham sal e comiam com pão. Os Mediterrânicos também ficaram rendidos ao seu paladar. Adquiriu elevado valor comercial e chegou a servir de moeda de pagamento de rendas na Europa medieval. Os soldados, em plena frente de batalha, consumiam-na, por ser fonte de vigor.

Muitas pessoas desenvolveram uma certa aversão à cebola, porque o seu manuseamento provoca lágrimas. Contudo, e apesar desse inconveniente do processo de debulhar e cortar, não se pode prescindir dela para a maioria dos pratos que se confeccionam, mesmo os mais simples.

As cebolas, cientificamente denominadas de Allium Cepa, possuem grande diversidade de tamanhos, cores e paladares, e podem encontrar-se frescas, congeladas, em conserva, enlatadas e até desidratadas. Existem variedades de cebolas fortes, subtis, picantes ou doces.

Independentemente da “raça”, a cebola é rica em fósforo, ferro, cálcio e vitaminas A e dos complexos B e C. Quando crua, apresenta vários benefícios: purifica o sangue e o fígado de substâncias tóxicas, que são eliminadas através dos rins; abre o apetite (bem, isto só é uma vantagem para alguns…); age contra a prisão de ventre; protege contra as infecções do aparelho digestivo; diminui o nível de açúcar (glicose) em circulação, pelo que é aconselhável a diabéticos; ajuda em casos de asma brônquica e problemas respiratórios; reduz o índice de triglicéridos; é boa para o coração, e, deste modo, favorece quem padece de doenças do foro coronário; auxilia em situação de enfermidades renais ou hepáticas, e constitui um elemento preventivo do cancro do estômago.

Se for colocada sobre um nariz a sangrar, estanca a hemorragia. Por outro lado, o chá de cebola com mel revela eficácia contra constipações, tosse, bronquite e asma. Já o sumo, aplicado directamente na pele, cura as picadas de insectos em geral. Lá vão as indústrias farmacêuticas encabeçar um protesto contra a concorrência desleal da cebola…



Maria Bijóias

Título: Desvele os encantos da cebola!

Autor: Maria Bijóias (todos os textos)

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Comentários     ( 4 )    recentes

  • SophiaSophia

    15-06-2014 às 18:29:46

    A comida fica muito saborosa com a cebola, eu adoro! Mas, já conhecia também seu grande poder de tratamento para algumas doenças, muito bom!
    Cumprimentos,
    Sophia

    ¬ Responder
  • SueliSueli

    10-12-2011 às 10:45:46

    Adorei a dica para tirar o bafo de cebola. Eu adoro cebola de qualquer maneira , mas evito comer pq fica um hálito horrível. Como muita, mas somente no tempero e com essa dica com certeza vou passar comer mais na salada e no pão. Obrigado.

    ¬ Responder
  • Veriane Monteirodurvapaula

    27-02-2011 às 22:52:00

    Se quiserem experimentar, temperem cebola fatiada com azeite de oliva e um pouquinho de sal. Deixem um pouco de molho e depois comam com pão. É uma delícia. Aprendi com meu amor esloveno. Pra disfarçar o bafinho, coma salsinha ou tome água com limão. É bom para comer em churrascos. Falta cebola e sobra carne (risos).

    ¬ Responder
  • Printme PublicidadeAdriano

    30-06-2010 às 13:07:36

    Excelente comer cebola crua, mas quem suporta o bafo depois????

    ¬ Responder

Comentários - Desvele os encantos da cebola!

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Os descendentes de Eça

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Literatura
Os descendentes de Eça\"Rua
Recentemente, por via da comunicação social, soubemos da entrega do prémio Leya, a um trineto de Eça de Queirós. Julgo que bastou essa noticia, para que todos ficássemos curiosos sobre os seus descendentes…esse mistério, como o Mistério da Estrada de Sintra, começou a adensar-se entre quem se interessa por estas coisas da literatura e da genealogia…então aqui deixo algumas notas que poderão ser importantes para quiçá, um dia, um qualquer jornalista, ou editor, se lembre, de conseguir reunir todos os seus descendentes vivos e se tire uma fotografia de família.

José Maria Eça de Queirós, escritor pródigo da nossa nação, contraiu matrimónio em 1886, com Emília de Castro Pamplona Resende, condessa de Resende, deixando à data de sua morte, em Paris, quatro filhos como seus descendentes e herdeiros diretos; foram eles António Eça de Queirós, Maria Eça de Queirós, Alberto Eça de Queirós e José Maria Eça de Queirós; portanto três meninos e uma menina.
Através do site Geneall.net, foi possível perceber as linhas genealógicas que se seguiram aos seus filhos. No entanto, nem todos os nomes dos seus bisnetos e trinetos estão aí presentes, com certeza por motivos de ordem pessoal, de resguardo da privacidade, motivos que não podemos questionar. Porém, é possível, pelo menos determinar a existência desses membros da família queirosiana.

De antemão sabemos que não houve descendência por parte de dois dos seus filhos, António Eça de Queirós e de Alberto Eça de Queirós.
Maria Eça de Queirós teve dois filhos, uma menina e um menino, porém a menina morreu muito nova, ficando apenas o menino, de seu nome Manuel Pedro Benedito de Castro, que mais tarde casou com Maria da Graça Salema de Castro, a mulher que se tornou a primeira diretora da Fundação Eça de Queirós, na casa de Tormes, pertença da família da esposa de Eça de Queirós. Como Manuel Pedro Benedito de Castro não teve filhos, sabemos que por este ramo, terminou a descendência do escritor.

Convém, entretanto, acrescentar aqui uma curiosidade. Depois do regresso a Portugal da viúva de Eça, ela e os filhos, foram residir para a casa da Granja, pertencente à família de Sophia de Mello Breyner. Inicialmente como esta casa costumava ser arrendada pela família de Sophia, Emília de Castro, arrendou-a, vindo a compra-la uns anos depois. Portanto, é aqui nesta casa que ela cria os seus filhos, e é onde, José Maria Eça de Queirós, um dos seus filhos, permanece após a sua morte, tendo criado aqui os seus filhos e netos, e tendo aqui também falecido.

Podemos então seguramente afirmar que a sua grande linha de descendência parte do seu filho, com o mesmo nome, José Maria Eça de Queirós, que teve também ele, atente-se à curiosidade, quatro filhos, neste caso, ao inverso, um menino, e três meninas, respetivamente de seus nomes, Manuel Eça de Queirós, Maria das Dores Eça de Queirós, Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós e Emília Maria de Castro Eça de Queirós. Esta ultima, Emília, teve ao que consta nove filhos, sendo que um deles, Afonso Maria Eça de Queirós Cabral, é quem atualmente preside à Fundação acima citada, depois da morte da primeira presidente, referida atrás, Maria da Graça Salema de Castro.

Manuel Eça de Queirós por sua vez teve seis filhos, Maria das Dores Eça de Queirós teve três filhos, e Matilde Maria de Castro de Eça de Queirós, dois filhos. Somados, contabilizamos vinte, os bisnetos do famoso escritor. Seria interessante avançar um pouco mais nos ramos genealógicos e aflorar quem são ou pelo menos, quantos são os trinetos e tetranetos de Eça, por conseguinte fica aqui o desafio, pois é certo que porventura alguns destes descendentes não se conhecem, e nunca terão trocado qualquer impressão sobre o seu ascendente, para uns, bisavô, para outros trisavô, e ainda para outros, tetravô.

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Liliana Félix Leite

Título:Os descendentes de Eça

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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