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Plantas medicinais que não devem faltar em casa

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Alimentação
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Comentários: 5
Plantas medicinais que não devem faltar em casa

Sou grande apreciadora de chá. É uma bebida fantástica para todos os gostos e paladares, consoante a infusão escolhida. Bebo-o durante todo o ano, quente no inverno e frio no verão. Para além de me deliciar com a sua degustação, procuro tirar partido das suas propriedades medicinais.

A utilização de plantas medicinais remonta ao início da civilização. Desde sempre o homem soube valer-se os bens que a natureza lhe oferecia, utilizando-os da melhor forma.

Normalmente tenho em casa algumas plantas medicinais, previamente colhidas e secas nas melhores condições, às quais recorro para o tratamento de pequenos males, evitando o consumo despropositado de medicamentos. Deixo-vos alguns exemplos que facilmente podem adquirir e ter sempre por perto:

Erva cidreira – utilizo-o essencialmente em problemas de estômago, como má digestão ou sensação de enfartamento, sendo também eficaz como calmante;

Lúcia-Lima –pode ser utilizada para tratamentos de estados nervosos, casos de insónias, palpitações, náuseas, indigestões e úlceras;

Salsa – o seu chá é bastante eficaz para problemas de fígado e hipertensão;

Erva-de-São-João – um estudo americano indicou que a erva-de-são-joão é tão eficaz quanto os anti-depressivos comuns e melhor do que os placebos no tratamento de depressões leves a moderadas;

Camomila – utilizo-a vulgarmente para acalmar os nervos, mas também é utilizada nas dores de estômago e cólicas;

Tília – para além de acalmar problemas de estômago, é ótima no combate de bronquites e gripe;

Cebola – apesar de não ser uma planta medicinal propriamente dita, não podia deixar de referir as propriedades fantásticas das cascas exteriores da cebola. O seu chá, ao qual se pode incorporar mel e limão, tem excelentes propriedades contra a tosse seca;

Poejo – também esta planta tem ação curativa no tratamento da tosse;

Alecrim – para além de o utilizar como erva aromática, recorro a esta grande planta medicinal para pequenos males de depressão.

Aproveito também estas linhas para explicar as diferentes formas de obtenção de bebidas a partir de plantas medicinais. Lembre-se que a forma como as prepara influenciam as suas propriedades medicinais.

Infusão - A infusão é preparada regando-se as partes ativas do vegetal (folhas ou flores) com água a ferver. Este é o modo tradicional de preparar chá.

Decocção - Na decocção, geralmente coloca-se a planta em água fria, em seguida aquece-se a mesma num recipiente fechado até à ebulição, deixando ferver por alguns minutos.

Maceração - É um preparo que requer longa imersão. Coloca-se a planta em água fria, cobre-se o recipiente e deixa-se repousar num lugar fresco durante uma noite.


Cláudia Bandeira

Título: Plantas medicinais que não devem faltar em casa

Autor: Cláudia Bandeira (todos os textos)

Visitas: 6

763 

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Comentários     ( 5 )    recentes

  • SophiaSophia

    15-06-2014 às 15:34:33

    É muito importante e saudável ter algumas plantas medicinais em casa, ainda mais quando estamos com algum tipo de dor. Recorrer aos remédios não é uma boa saída, por isso, devemos ter essas plantas em nosso lar sempre.
    Cumprimentos,
    Sophia

    ¬ Responder
  • Marcela

    24-03-2013 às 07:33:01

    Gostaria de saber sobre a babosa e o capim limáo

    ¬ Responder
  • Daiany Nascimento

    18-09-2012 às 10:50:18

    Olá! Muito interessante e legal as informações que você passou nesse texto, esses chás proporcionam diversos benefícios para todos nós e as receitas deveriam ser de conhecimento de todos. Eu gosto mais desses: “Erva cidreira – utilizo-o essencialmente em problemas de estômago, como má digestão ou sensação de enfartamento, sendo também eficaz como calmante;” e “Camomila – utilizo-a vulgarmente para acalmar os nervos, mas também é utilizada nas dores de estômago e cólicas;” São Ótimos!

    ¬ Responder
  • alanakarolinav.alanakarolinav.

    03-11-2010 às 22:36:34

    Ooie... este site é bom, mas poderia ter mais exemplos de Plantas Medicinais... são muitas poucas Plantas citada de exemplo... Boom, fora isso, tudo está ótimo em seu site...

    ¬ Responder
  • maria diasmaria dias

    14-03-2010 às 17:56:48

    Cláudia Bandeira, boa tarde:

    Gostei muito do seu site, muito claro, objetivo. Dá para complementar alguns já conhecidos. Parabéns. By.

    ¬ Responder

Comentários - Plantas medicinais que não devem faltar em casa

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Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Literatura
Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal\"Rua
Gertrude Stein foi uma escritora de peças de teatro, de peças de opera, de ficção, de biografia e de poesia, nascida nos Estados Unidos da América, e escreveu a Autobiografia de Alice B. Toklas, vestindo a pele, e ouvindo pela viva voz da sua companheira de 25 anos de vida, os relatos da historia de ambas, numa escrita acessível, apresentando situações caricatas ou indiscretas de grandes vultos da arte e da escrita da sua época. Alice B. Toklas foi também escritora, apesar de ter vivido sempre um pouco na sombra de Stein. Apesar de ambas terem crescido na Califórnia, apenas se conheceram em Paris, em 1907.


Naquela altura, Gertrude vivia há quatro anos com o seu irmão, o artista Leo Stein, no numero 27 da rue de Fleurus, num apartamento que se tinha transformado num salão de arte, recebendo exposições de arte moderna, e divulgando artistas que viriam a tornar-se muito famosos. Nestes anos iniciais em Paris, Stein estava a escrever o seu mais importante trabalho de início de carreira, Three Lives (1905).


Quando Gertrude e Alice se conheceram, a sua conexão foi imediata, e rapidamente Alice foi viver com Gertrude, tornando-se sua parceira de escrita e de vida. A casa, como se referiu atrás, tornou-se um local de reunião para escritores e artistas da vanguarda da época. Stein ajudou a lançar as carreiras de Matisse, e Picasso, entre outros, e passou a ser uma espécie de teórica de arte, aquela que descrevia os trabalhos destes artistas. No entanto, a maior parte das críticas que Stein recebia, acusavam-na de utilizar uma escrita demasiado densa e difícil, pelo que apenas em 1933, com a publicação da Autobiografia de Alice B. Toklas, é que o trabalho de Gertrude Stein se tornou de facto reconhecido e elogiado.


Alice foi o apoio de Gertrude, foi a dona de casa, a cozinheira, grande cozinheira aliás, vindo mais tarde a publicar algumas das suas receitas, e aquela que redigia e corrigia o que Gertrude lhe ditava. Assim, Toklas fundou uma pequena editora, a Plain Editions, onde publicava o trabalho de Gertrude. Aliás, é reconhecido nesta Autobiografia, que o papel de Gertrude, no casal, era o de marido, escrevendo e discutindo arte com os homens, enquanto Alice se ocupava da casa e da cozinha, e de conversar sobre chapéus e roupas com as mulheres dos artistas que visitavam a casa. Depois da morte de Gertrude, Alice continuou a promover o trabalho da sua companheira, bem como alguns trabalhos seus, de culinária, e um de memórias da vida que ambas partilharam.


Assim, este livro que inspirou o filme “Meia noite em Paris”, de Woody Allen, é um livro a não perder, já nas livrarias em Portugal, pela editora Ponto de Fuga.

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Liliana Félix Leite

Título:Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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