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O gato e o cão

Categoria: Animais Estimação
Comentários: 4
O gato e o cão

A maioria das pessoas tem gosto em possuir, pelo menos, um animal de estimação. Claro que depois também há as exageradas que quase se vêem na iminência de ter tirar uma licença de constituição de um jardim zoológico, dado serem portadoras de inúmeros exemplares de diferentes espécies. Esta opção visará promover a igualdade entre as castas, decorrente de uma educação aprimorada contra a “animalofobia”, ou traduzirá uma tentativa desesperada de combate à atroz solidão?

É muito bom e útil, do ponto de vista do equilíbrio emocional, dar carinho a um bicho e recebê-lo dele, juntamente com a incondicionalidade no seu estado mais puro. Ainda por cima porque ele não reclama, não impõe reciprocidade (bem, alguns, já que outros são mesmo chatos, mas, em todo o caso, muito queridos), não exige comida de marca.

Ainda assim, há quem opte por casar. Não que se possa estabelecer uma analogia perfeita, mas muita gente dá este passo um pouco na linha de um (a) esposo (a) de estimação. De uma forma, por vezes, precipitada e inconsciente, avança-se para tal compromisso com o firme propósito de colocar uma “coleira” na cara-metade a dizer: «Propriedade privada». O pior é que na actuação diária se age como se a outra parte fosse mesmo inerte, sem vontade própria, perfeitamente moldável aos nossos caprichos e unicamente destinada a cumprir os nossos desejos e ordens. Nem um animal de estimação admitiria uma anulação tão completa…!

Os cães e os gatos lideram as preferências das companhias que as pessoas escolhem. Talvez pela sua fácil adaptabilidade, os gastos relativamente reduzidos que comportam, comparativamente a outras alternativas, a docilidade e capacidade de comunicação, entre outras. No caso dos caninos, acresce ainda a função de protecção e guarda.

Dizem que o cão é «o melhor amigo do Homem» e parece não haver grandes dúvidas quanto a isso.
Ouvem-se relatos de feitos espectaculares destes animais na defesa dos seus donos e de uma relação que, para eles, vale mais do que a vida. Os gatos, pelo contrário, costumam ser considerados mais independentes, traiçoeiros, calculistas e frios (embora ronronem quando são acariciados ou lhes propiciem momentos de prazer). Revelam grande destreza e umas unhas que constituem autênticas lâminas afiadas, as quais não se coíbem de usar sempre que pressintam perigo. Trata-se de personalidades bastante distintas, tanto que, quando duas crianças estão a brigar, se diz que parecem o gato e o cão, numa clara alusão aos opostos. Independentemente, a cada um devem ser proporcionadas condições para uma existência harmoniosa., para não se chegar ao cúmulo de ter um gato com vida de cão...!

Maria Bijóias

Título: O gato e o cão

Autor: Maria Bijóias (todos os textos)

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Comentários     ( 4 )    recentes

  • SophiaSophia

    16-06-2014 às 07:57:05

    Até hoje meu cão não pode ver um gato que já quer avançar...srrsrs...Prefiro criar os cães!
    Cumprimentos,
    Sophia

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoHilda Rosa

    28-10-2012 às 04:19:06

    Amar o próximo e não desprezar os animais também é muito importante.
    Parabens.

    ¬ Responder
  • Eliane S.prEliane Saldanha Pires

    05-10-2012 às 03:43:29

    Eu concordo que cães e gatos tem uma função de proteger o ser humano de formas diferentes.Os gatos já existem desde os faraós e no inicio eles eram assados e comidos pelo povo.Devido a uma praga de ratos em um povoado notaram que as pessoas estavam morrendo pelas doenças que os ratos causavam.Porém, apareceram os gatos e exterminaram os ratos. Então foi aí q o povo começou a valorizar os felinos que matavam ratos e cobras e mantiveram o ser humano livre de doenças.Por este motivo o reis estabeleceram uma lei para não matarem mais os gatos pois tinham uma função suprema...(Faz parte do texto de Eliane Saldanha Pires )

    ¬ Responder
  • M.L.E.- Soluções de ClimatizaçãoClarice Falcão

    15-04-2009 às 00:28:34

    Tenho a tendência d. humanizar meus animaizinhos e soro mto. ao perder algum. Já tive mtos. cães,atualmente,crio gatos e castro.Discordo d. q. gatos são calculistas e frios.São dóceis, gentís e carinhosos, apenas diferentes dos cães.Amam seus donos e sua casa. Gatos são monges portáteis,quem tem sabe o que estou falando!Amo meus gatinhos,ñ os escolho,eles vem p/mim,tdos da rua.E ñ os troco nem por parentes humanos.Desses sim, há q. se ter cuidados.Um abraço e adote 1 gatinho!

    ¬ Responder

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Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal

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Tema: Literatura
Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal\"Rua
Gertrude Stein foi uma escritora de peças de teatro, de peças de opera, de ficção, de biografia e de poesia, nascida nos Estados Unidos da América, e escreveu a Autobiografia de Alice B. Toklas, vestindo a pele, e ouvindo pela viva voz da sua companheira de 25 anos de vida, os relatos da historia de ambas, numa escrita acessível, apresentando situações caricatas ou indiscretas de grandes vultos da arte e da escrita da sua época. Alice B. Toklas foi também escritora, apesar de ter vivido sempre um pouco na sombra de Stein. Apesar de ambas terem crescido na Califórnia, apenas se conheceram em Paris, em 1907.


Naquela altura, Gertrude vivia há quatro anos com o seu irmão, o artista Leo Stein, no numero 27 da rue de Fleurus, num apartamento que se tinha transformado num salão de arte, recebendo exposições de arte moderna, e divulgando artistas que viriam a tornar-se muito famosos. Nestes anos iniciais em Paris, Stein estava a escrever o seu mais importante trabalho de início de carreira, Three Lives (1905).


Quando Gertrude e Alice se conheceram, a sua conexão foi imediata, e rapidamente Alice foi viver com Gertrude, tornando-se sua parceira de escrita e de vida. A casa, como se referiu atrás, tornou-se um local de reunião para escritores e artistas da vanguarda da época. Stein ajudou a lançar as carreiras de Matisse, e Picasso, entre outros, e passou a ser uma espécie de teórica de arte, aquela que descrevia os trabalhos destes artistas. No entanto, a maior parte das críticas que Stein recebia, acusavam-na de utilizar uma escrita demasiado densa e difícil, pelo que apenas em 1933, com a publicação da Autobiografia de Alice B. Toklas, é que o trabalho de Gertrude Stein se tornou de facto reconhecido e elogiado.


Alice foi o apoio de Gertrude, foi a dona de casa, a cozinheira, grande cozinheira aliás, vindo mais tarde a publicar algumas das suas receitas, e aquela que redigia e corrigia o que Gertrude lhe ditava. Assim, Toklas fundou uma pequena editora, a Plain Editions, onde publicava o trabalho de Gertrude. Aliás, é reconhecido nesta Autobiografia, que o papel de Gertrude, no casal, era o de marido, escrevendo e discutindo arte com os homens, enquanto Alice se ocupava da casa e da cozinha, e de conversar sobre chapéus e roupas com as mulheres dos artistas que visitavam a casa. Depois da morte de Gertrude, Alice continuou a promover o trabalho da sua companheira, bem como alguns trabalhos seus, de culinária, e um de memórias da vida que ambas partilharam.


Assim, este livro que inspirou o filme “Meia noite em Paris”, de Woody Allen, é um livro a não perder, já nas livrarias em Portugal, pela editora Ponto de Fuga.

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Liliana Félix Leite

Título:Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein, pela primeira vez em Portugal

Autor:Liliana Félix Leite(todos os textos)

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