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Conduzo, logo híbrido

Categoria: Automóveis
Comentários: 1

O motor a gasolina e a diesel são considerados como dos inventos mais importantes da história industrial – correcto! Sem eles não teria havido o avanço tecnológico da actualidade – mas há também o reverso da medalha.

A maior dos nossos transportes utiliza combustíveis fósseis: gasolina, gasóleo, querosene ou carvão – todos eles produzem muita energia mas também libertam uma quantidade assustadora de dióxido de carbono, que acaba por poluir a nossa atmosfera.

É aqui que aparecem os carros híbridos, assim chamados por utilizar uma fonte de propulsão suplementar – a eléctrica, através do recurso de um motor eléctrico suplementar ao tradicional motor de gasolina ou gasóleo e o hidrogénio, também denominado de híbrido a água, que recorre do hidrogénio extraído da água e o adiciona a misturador de combustível e ar do motor. Destas duas, a segunda forma é a mais económica e permite que qualquer automóvel convencional seja convertido de forma simples.

Qualquer um destes híbridos reduz a emissão de dióxido de carbono, poupando o meio-ambiente e causando menos aquecimento global. Aqui também entra o factor saúde, pois como emitem menos gases poluentes não contribuem para as doenças respiratórias e se todos os carros duma cidade fossem híbridos, o smog reduzir-se-ia consideravelmente.

Outra maleita que seria drasticamente reduzida seria a poluição sonora, que no caso dos híbridos eléctricos é total pois os motores eléctricos são inteiramente silenciosos.

Por último e atendendo a conjuntura mundial do momento, os carros híbridos fazem muitos mais quilómetros por litro.

Talvez esteja na hora de obter informação mais precisa junto do seu stand automóvel credenciado.


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Título: Conduzo, logo híbrido

Autor: Rua Direita (todos os textos)

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Comentários     ( 1 )    recentes

  • SophiaSophia

    17-06-2014 às 06:17:28

    Adorei seu texto.
    Cumprimentos,
    Sophia

    ¬ Responder

Comentários - Conduzo, logo híbrido

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Martelos e marrettas

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Tema: Ferramentas
Martelos e marrettas\"Rua
Os martelos e as marretas são, digamos assim, da mesma família. As marretas poderiam apelidar-se de “martelos com cauda”. Elas são bastante mais robustas e mantêm as devidas distâncias: o cabo é maior.

Ambos constituem, na sua génese, amplificadores de força destinados a converter o trabalho mecânico em energia cinética e pressão.

Com origem no latim medieval martellu, o martelo é um instrumento utilizado para “cacetear” objectos, com propósitos vários, pelo que o seu uso perpassa áreas como o Direito, a medicina, a carpintaria, a indústria pesada, a escultura, o desporto, as manifestações culturais, etcétera, variando, naturalmente, de formas, tamanhos e materiais de composição.

A diversidade dos martelos é, realmente, espantosa. O mascoto, por exemplo, é um martelo grande empregue no fabrico de moedas. Com a crise económica que assola o mundo actualmente, já se imaginam os governantes, a par dos banqueiros, de martelo em punho para que não falte nada às populações…

Há também o marrão que, mais do que o “papa-livros” que tira boas notas a tudo, constitui um grande martelo de ferro, adequado para partir pedra. Sempre poupa trabalho à pobre água mole…

O martelo de cozinha serve para amaciar carne. Daquela que se vai preparar, claro está, e não da de quem aparecer no entretanto para nos martelar a paciência…!

Já no âmbito desportivo, o lançamento do martelo representa uma das provas olímpicas, tendo sido recentemente adoptado na modalidade feminina. Imagine-se se, em vez do martelo, se lançasse a marreta… seria, certamente, mesmo sem juiz nem tribunal, a martelada que sentenciaria a sorte, ou melhor, o azar de alguém!

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