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Tenha uma condução ecológica e eficiente

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Automóveis
Comentários: 2
Tenha uma condução ecológica e eficiente

Uma condução ecológica torna-se mais eficiente, tal como uma condução eficiente traduzirá, necessariamente, uma condução mais ecológica. Na prática, para além de se tirar maior partido das capacidades dos carros, e da redução do consumo de combustível, da emissão de gases poluentes e de gases com efeito de estufa (que contribuem para o aquecimento global) e do ruído, reduz-se também a sinistralidade, já que a segurança é outra das consequências de uma condução mais racional.

Antes de tudo, da opção de compra do veículo dependerão fatores como o nível de consumos, o tipo de combustível, a aerodinâmica, a potência, a segurança, o grau de emissões para a atmosfera e tudo o que se relacione com a eficiência e a manutenção do automóvel.

Há uma série de dicas muito concretas que favorecem esta “eco-condução”: guiar a uma velocidade o mais constante possível, evitando acelerar ou travar de forma brusca permite uma poupança na ordem dos 15 por cento de combustível (e, consequentemente, de emissão de CO2) e torna a viagem mais confortável; Cumprir os limites de velocidade também poupa e promove a segurança rodoviária; Verificar mensalmente a pressão dos pneus acautela o desgaste, adiando a sua substituição, e promove a aderência ao asfalto; Adaptar a velocidade ao tráfego e privar-se de mudar de via de trânsito concorre, identicamente, para economizar; Manter o carro afinado e averiguar o nível do óleo regularmente pode originar uma poupança na ordem dos três por cento; Não transportar bagagens no tejadilho da viatura e retirar todo o peso desnecessário do porta-bagagem representa uma economia de cerca de cinco por cento; Utilizar uma mudança alta resulta num menor gasto de combustível (dez por cento), dado que o veículo circulará com uma rotação mais baixa; Fechar as janelas, sobretudo a velocidades mais elevadas, minora o atrito, fazendo com que seja preciso menos energia para a deslocação; Planear a viagem, tentando antecipar o fluxo de trânsito, é, de igual modo, muito útil: naturalmente que ninguém vai escolher o percurso mais longo ou concorrido…

Em acréscimo, recomenda-se que se utilizem os acessórios elétricos apenas quando estritamente necessário, pois consomem energia. O ar condicionado, por exemplo, é passível de incrementar o gasto de combustível em 25 por cento! Paralelamente, é de ponderar a precisão do recurso ao automóvel para distâncias curtas (indo a pé, poupa-se combustível e trabalha-se para o bem-estar físico), mormente se o motor estiver frio (o consumo de combustível seria excessivo).

A condução deve iniciar-se assim que se liga o motor e este desligado logo que a viatura fique parada por mais de um minuto. Nas descidas pronunciadas, o ideal é conservar o carro engrenado numa mudança compatível (no sentido de travar com o motor), granjeando maior segurança e consumo nulo.

Finalmente, é de considerar a partilha do automóvel com pessoas que, para trabalho ou lazer, se dirijam para o mesmo destino, o que ajudará a atenuar os congestionamentos de tráfego e o dispêndio de combustível. Servir-se dos transportes públicos economiza ainda mais tempo, dinheiro e stress, e concorre para tornar mais respirável a atmosfera nas cidades.


Maria Bijóias

Título: Tenha uma condução ecológica e eficiente

Autor: Maria Bijóias (todos os textos)

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Imagem por: Grant Mitchell

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Comentários     ( 2 )    recentes

  • SophiaSophia

    17-06-2014 às 03:54:35

    Parabéns pelas ótimas dicas! Dessa forma, a pessoa não apenas economiza seu dinheiro, mas também contribui para a sustentabilidade e proteção dela mesma e dos outros.
    Cumprimentos,
    Sophia

    ¬ Responder
  • Sofia NunesSofia Nunes

    17-09-2012 às 16:17:23

    Apreciei as suas dicas, sobretudo porque o tema que aborda é tão crucial nos dias que correm, devendo ser um assunto sobre o qual os automobilistas e cidadãos se deveriam informar muito melhor. Os perigos da condução são muitos, e encontramo-nos em perigo apenas pelo simples ato de entrarmos no carro, porque estamos expostos à condução dos outros. Para além disso, é necessário, como refere, ter em conta o problema ecológico que os automóveis representam.

    ¬ Responder

Comentários - Tenha uma condução ecológica e eficiente

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Superstições Náuticas

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: Barcos
Superstições Náuticas\"Rua
Todos temos as nossas manias e superstições. Não que se trate de comportamentos compulsivos, mas a realidade é que mesmo para quem diz que não liga nenhuma a estas coisas, as superstições acompanham-nos.

Passar por baixo de uma escada, deixar a tesoura, uma porta de um armário ou uma gaveta aberta ou até deixar os sapatos em posição oposta ao correcto, são das superstições mais comuns. As Sextas-feiras 13 também criam alguma confusão a muita gente, mas muitos são os que já festejam e brincam com a data.

Somos assim mesmo, supersticiosos, uns mais do que outros, mas é uma essência que carregamos, mesmo que de forma inconsciente.

Existem no entanto profissões que carregam mitos mais assustadores do que outros, e por exemplos muitos actores não entram em palco sem mandar um “miminho” uns aos outros.

Caso de superstição de marinheiro é dos mais sérios e se julga que se trata só de casos vistos em filmes de piratas, desengane-se. Os marinheiros dos dias de hoje carregam superstições tão carregadas de emoção quanto os de outros tempos.

Umas mais caricatas do que outras, as superstições contam histórias e truques. Por exemplo, contra tempestades, muitos marinheiros colam uma moeda no mastro dos navios.

Tal como fazem os actores, desejar boa sorte a um marinheiro antes de embarcar, também não é boa ideia. Os miminhos dados antes de entrar em palco também servem para o efeito.

Dar um novo nome a um barco é uma péssima ideia para um marinheiro. Dizem que muitos há que não navegam em barcos rebaptizados.

Lembra-se que os piratas de outros tempos utilizavam brincos? Pois isto faz parte de uma superstição. Dizem que os brincos evitam que se afoguem.

Entrar com um pé direito na embarcação é sinal de bons ventos. Tal como acontece com muitos de nós, os marinheiros também não gostam de entrar de pé esquerdo.

Já desde remotos tempos se dia que assobiar traz tempestades. Ora aqui está um mote dos marinheiros, pelo que se assobiar numa embarcação, arrisca-se a ter chatices com o marinheiro.

Verdades ou mentiras, as superstições existem e se manter os seus próprios mitos acalma um marinheiro, então que assim seja. Venham as superstições náuticas que cá estamos para as ouvir.

Já agora uma curiosidade ainda maior. Dizem que se tocar a gola de um marinheiro passará a ter sorte. Será verdade ou foi um marinheiro que inventou?

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Carla Horta

Título:Superstições Náuticas

Autor:Carla Horta(todos os textos)

Imagem por: Grant Mitchell

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Comentários

  • Rua DireitaRua Direita

    17-06-2014 às 06:39:27

    Não acredito em superstições de forma alguma.
    Cumprimentos,
    Sophia

    ¬ Responder

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