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Carros elétricos, carros de futuro

Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Categoria: Automóveis
Visitas: 17
Comentários: 1
Carros elétricos, carros de futuro

Apesar do que a maioria das pessoas possa pensar, os primeiros carros elétricos foram desenvolvidos à muitos anos, sem ninguém saber muito bem porquê só muito recentemente é que alguns dos grandes fabricantes de automóveis começaram a fabricar carros elétricos. Talvez pela ainda existência de petróleo e de todo o dinheiro associado, mas é um facto que os carros elétricos têm apenas vantagens em relação aos seus antecessores movidos a combustíveis fosseis.

Podemos considerar que os dois fatores mais importantes são a drástica redução de custos associados aos combustíveis e a forte colaboração com a preservação do ambiente. Se acrescentarmos a quase ausência de ruído produzido pelo veiculo e a sua simplificação de mecânica, que se traduz numa redução de custos em reparações e peças, podemos concluir que um veículo elétrico seria uma grande vantagem na nossa vida e sem duvida para o bem estar de todos nós.




Algumas pessoas apontam como principais desvantagens dos carros elétricos, a baixa potência, a baixa autonomia e a pouca quantidade de postos de abastecimento espalhados pelo país. É um facto que um carro elétrico não tem ainda a mesma autonomia que um carro convencional, mas é apenas uma questão de tempo até conseguirmos ultrapassar em grande escala a capacidade das baterias usadas nestes veículos. Em relação à potencia, existem já carros elétricos de série capazes de melhores tempos que a maioria dos supercarros que conhecemos. Relativamente à questão dos postos de abastecimento, estão a ser colocados cada vez mais e devemos ter em mente que podemos recarregar as baterias em qualquer tomada elétrica convencional, igual ás que temos nas nossas casas.

Os tempos para carregamento variam, nas nossas casas pode levar até seis horas para que a bateria esteja completamente carregada, sendo que nos postos de carregamento esse tempo pode diminuir para menos de uma hora e naturalmente não somos obrigados a carregar a bateria por completo.

Existem neste momento várias marcas a produzir veículos elétricos, podemos facilmente encontrar um ao nosso gosto e à medida da nossa carteira. Iremos poupar certamente muito dinheiro em energia e mecânicos, mas acima de tudo iremos poupar o nosso planeta.


Ruben Gonçalves

Título: Carros elétricos, carros de futuro

Autor: Ruben Gonçalves (todos os textos)

Visitas: 17

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Comentários     ( 1 )    recentes

  • Sofia NunesSofia Nunes

    17-09-2012 às 11:42:14

    As duas razões que apresenta como sendo as principais vantagens de adquirir um carro eléctrico, nomeadamente a redução dos custos associados aos combustíveis e a preservação do meio ambiente, são mais que suficientes para fazer alguém que procura um carro ponderar essa alternativa. Porém, são poucos que o fazem. De qualquer forma, uma vez que o petróleo não durará para sempre, os carros eléctricos serão o carro do futuro, a menos que surjam outras inovações.

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Comentários - Carros elétricos, carros de futuro

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Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

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Texto escrito nos termos do novo acordo ortográfico.
Tema: DVD Filmes
Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.\"Rua
Este texto irá falar sobre o filme Ex_Machina, nele podem e vão ocorrer Spoillers, então se ainda não viram o filme, vejam e voltem depois para lê-lo.

Impressões iniciais:

Ponto para o filme. Já que pela sinopse baixei a expectativa ao imaginar que era apenas mais um filme de robôs com complexo de Pinóquio, mas evidentemente que é muito mais que isso.

Desde as primeiras cenas é possível perceber que o filme tem algo de especial, pois não vemos uma cena de abertura com nenhuma perseguição, explosão ou ação sem propósito, típica em filmes hollywoodianos.
Mais um ponto, pois no geral o filme prende mais nos diálogos cerebrais do que na história em si, e isso é impressionante para o primeiro filme, como diretor, de Alex Garland (também roteirista do filme). O filme se mostrou eficiente em criar um ambiente de suspense, em um enredo, aparentemente sem vilões ou perigos, que prende o espectador.

Entrando um pouco no enredo, não é difícil imaginar que tem alguma coisa errada com Nathan Bateman (Oscar Isaac), que é o criador do android Ava (Alicia Vikander), pois ele vive isolado, está trabalhando num projeto de Inteligência Artificial secreto e quando o personagem orelha, Caleb Smith (Domhnall Gleeson), é introduzido no seu ambiente, o espectador fica esperando que em algum momento ele (Nathan) se mostrará como vilão. No entanto isso ocorre de uma forma bastante interessante no filme, logo chegaremos nela.

Falando um pouco da estética do filme, ponto para ele de novo, pois evita a grande cidade (comum nos filmes de FC) como foco e se concentra mais na casa de Nathan, que fica nas montanhas cercadas de florestas e bastante isolado. Logo de cara já é possível perceber que a estética foi pensada para ser lembrada, e não apenas um detalhe no filme. A pesar do ambiente ser isolado era preciso demonstras que os personagens estão em um mundo modernizado, por isso o cineasta opta por ousar na arquitetura da casa de Nathan.

A casa é nesses moldes novos onde a construção se mistura com o ambiente envolta. Usando artifícios como espelhos, muitas paredes de vidro, estruturas de madeira e rochas, dando a impressão de camuflagem para a mesma, coisa que os ambientalistas julgam favorável à natureza. Por dentro se pode ver de forma realista como podem ser as smart-house, não tenho certeza se o termo existe, mas cabe nesse exemplo. As paredes internas são cobertas com fibra ótica e trocam de cor, um efeito que além de estético ajuda a criar climas de suspense, pois há momentos onde ocorrem quedas de energia, então fica tudo vermelho e trancado.

O papel de Caleb á ajudar Nathan a testar a IA de AVA, mas com o desenrolar da história Nathan revela que o verdadeiro teste está em saber se Ava é capaz de “usar”, ou “se aproveitar” de Caleb, que se demonstra ser uma pessoa boa.

Caleb é o típico nerd introvertido, programador, sem amigos, sem família e sem namorada. Nathan também representa a evolução do nerd. O nerd nos dias de hoje. Por fora o cara é careca, barbudão com uns traços orientais (traços indianos, pois a Índia também fica no Oriente), bebê bastante e ao mesmo tempo malha e mantém uma dieta saudável pra compensar. E por dentro é um gênio da programação que criou, o google, o BlueBook, que é um sistema de busca muito eficiente.

Destaque para um diálogo sobre o BlueBook, onde Nathan fala para Caleb:
“Sabe, meus concorrentes estavam tão obcecados em sugar e ganhar dinheiro por meio de compras e mídia social. Achavam que ferramenta de pesquisa mapeava O QUE as pessoas pensavam. Mas na verdade eles eram um mapa de COMO as pessoas pensavam”.

Impulso. Resposta. Fluido. Imperfeição. Padronização. Caótico.

A questão filosófica vai além disso esbarrando no conceito de “vontade de potência”, de Nietzche, mas sobre isso não irei falar aqui, pois já há textos muito bons por aí.

Tem outra coisa que o filme me lembrou, que eu não sei se é referência ou se foi ocasional, mas o local onde Ava está presa e a forma como ela fica deitada num divã, e questiona se Caleb a observa por detrás das câmeras, lembra o filme “A pele que habito” de Almodóvar, um outro filme excelente que algum dia falarei por aqui.

Talvez seja uma versão “O endoesqueleto de metal e silicone que habito”, ou “O cérebro positrônico azul que habito”, mesmo assim não podia deixar de citar a cena por que é muito interessante.

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Jhon Erik Voese

Título:Ex-Machina e a máxima: cuidado ao mexer com os robôs.

Autor:Jhon Erik Voese(todos os textos)

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Comentários

  • Suassuna 11-09-2015 às 02:03:47

    Gostei do texto, irei conferir o filme.

    ¬ Responder
  • Jhon Erik VoeseJhon Erik Voese

    15-09-2015 às 15:51:02

    Que bom, obrigado! Espero que goste do filme também!

    ¬ Responder

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